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Quote by Irvin D. Yalom

“Nestes dez contos sobre psicoterapia há poucas discussões explícitas acerca do significado da vida. A busca de significado, muito semelhante à busca de prazer, deve ser conduzida indiretamente. O significado resulta da atividade significativa: quanto mais o procurarmos deliberadamente, menos provável será seu encontro; as perguntas racionais que alguém pode fazer a respeito do significado sempre excederão as respostas. Na terapia, assim como na vida, a presença de significado é um subproduto do vínculo e do comprometimento, e é nesse sentido que os terapeutas devem dirigir seus esforços - não que o vínculo ofereça uma resposta racional às perguntas sobre significados, mas porque faz com que essas perguntas não tenham importância.”

Quote by Irvin D. Yalom

Work

Love's Executioner and Other Tales of Psychotherapy

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Author

Irvin D. Yalom
Irvin D. Yalom

Irvin D. Yalom is an American author renowned for his psychological novels and philosophical reflections. His works delve into the essence of human existence, as well as psychotherapy and interpersonal relationships. more

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“L'idea che Coleman si era fatto di lei era di una persona troppo giovane per quel posto, troppo piena di contraddizioni irrisolte, un po' troppo presuntuosa e, al tempo stesso, fintamente umile come una bambina, una bimba dotata di scarso autocontrollo, pronta a reagire al primo sintomo di disapprovazione, capacissima di sentirsi offesa e spinta, come bambina e come donna, a raggiungere un successo dopo l'altro, un ammiratore dopo l'altro, una conquista dopo l'altra, tanto dall'incertezza quanto da un eccesso di fiducia in se stessa. Una ragazza sveglia, per la sua età, anche troppo, ma sotto quasi tutti gli altri aspetti emotivamente squilibrata e decisamente immatura.”

“O compromisso secular mais importante é para com a verdade que se baseia em observações e em provas e não apenas na fé. Os secularistas procuram não confundir verdade com crença. Se temos uma crença muito forte numa determinada história, isso pode revelar muitas coisas interessantes sobre a nossa psicologia, a nossa infância e a nossa estrutura cerebral – mas isso não prova que a história seja verdadeira.”

“De facto, as regras, explícitas ou implícitas, são necessárias mas estão em constante mutação. Quer isto dizer que elas também existem para ser transgredidas, e é o que, em geral, fazemos durante a adolescência. E isso tem todo o sentido: os adolescentes são os habitantes do futuro. Convém que eles testem a validade das regras passadas, para construir as novas regras do futuro.”

“Erano tornati piano alle loro poltrone nel centro della piazza, e Ralph aveva acceso la sua sigaretta. Gli avrebbe fatto un piacere straordinario partecipare di persona alla modesta festicciola da lei descritta; ma, in mancanza di questo, gli piaceva anche che gli fosse vietata. Per il momento, ad ogni modo, gli piaceva immensamente esser solo con lei, nell’oscurità che s’infittiva, al centro della città affollata; gli sembrava così che lei dipendesse da lui, che fosse in suo potere. Era un potere che non poteva esercitare che vagamente; il miglior modo di esercitarlo era accettare remissivamente le decisioni di lei: a fare la qual cosa, tuttavia, provava già una certa emozione.”

“Estas personas que disfrutan de humillarte encuentran excusas intelectuales para hacerlo. Te culparán de algo. Te acusarán. Disfrazarán su actuar de una especie de lucha por la justicia. Es que necesitan y reclaman para sí el título de "buenas personas", y por ende es muy común que traten de buscar excusas y pretextos para justificar su deseo de humillarte.”

“O que significa exatamente inverter a narrativa causal de Freud e pensar as disposições primárias como efeitos da lei? No primeiro volume de A História da Sexualidade, Foucault critica a hipótese repressiva por ela pressupor um desejo original (não "desejo" nos termos de Lacan, mas gozo) que conserva integridade ontológica e prioridade temporal em relação à lei repressiva. Essa lei, segundo Foucault, silencia ou transmuda subsequentemente esse desejo em uma forma ou expressão secundária e inevitavelmente insatisfatória (deslocamento). Foucault argumenta que o desejo, que tanto é concebido como original quanto como recalcado, é efeito da própria lei coercitiva. Consequentemente, a lei produz a suposição do desejo recalcado para racionalizar suas próprias estratégias auto-ampliadoras; e ao invés de exercer uma função repressiva, a lei jurídica deve ser reconcebida, aqui como em toda parte, como uma prática discursiva produtora ou regenerativa- discursiva porque produz a ficção linguistica do desejo recalcado para manter a sua própria posição como instrumento teleológico. O desejo em questão assume o significado de recalcado na medida em que a lei constitui sua estrutura de contextualização: na verdade, a lei identifica e faz vigorar o desejo recalcado como tal, dissemina o termo e, com efeito, cava o espaço discursivo para a experiência constrangida e linguisticamente elaborada chamada "desejo recalcado".”