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Quote by Jorge Guerra Pires

“Marshall Rosenberg constantemente fala em suas palestras que em algum ponto da humanidade, nós decidimos que humanos são mal por natureza, e precisam ser punidos; lembremos que a visão do cristianismo nos coloca como pegadores, mesmo quando nascemos, e nossa única solução é nos curvar diante de Deus, aceitar Jesus. Apesar de que ele nunca mencionou religião abertamente, e eu também não o faria devido ao momento onde a teoria foi criada, eu sempre tive a impressão que ele falava do cristianismo, ele nasceu e cresceu nos Estados Unidos, em um dos momentos mais violentos do país, e também um dos momentos de maior religiosidade cristã do país. Ele usa constantemente referências a pensadores da índia, geralmente, próximos do budismo, que sempre falaram da não violência como a solução. Eu tenho dificuldades de aceitar que uma religião como o cristianismo, que cresceu da violência, possa se livrar dela. A forma como o cristianismo funciona gira todo em cima de violência, apesar de que os cristãos não conseguem ver e aceitar.”

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Jorge Guerra Pires

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“A forma como o cristianismo funciona assemelha como ratos são educados, ver o livro “Punidos Pelas Recompensas” por Alfie Kohn, esse livro é um dos pilares da CNV. Como Kohn abre o livro, esse forma era considerada eficaz para humanos, e ele desafia isso, de que a única forma de educar humanos é por recompensas e punições. Essa visão de mundo é baseado em um psicólogo muito influente na época, conhecido como psicologia comportamental. O livro “Punidos Pelas Recompensas” de Alfie Kohn é uma crítica contundente ao uso de recompensas e punições como métodos de controle e motivação. Kohn argumenta que essas práticas, amplamente aceitas na educação e no ambiente de trabalho, podem ser prejudiciais e contraproducentes. Ele desafia a ideia de que a única maneira de educar e motivar seres humanos é através de recompensas e punições, uma visão fortemente influenciada pela psicologia comportamental. Kohn sugere que, assim como os ratos são treinados com recompensas e punições, essa abordagem tem sido aplicada aos humanos, mas ele questiona sua eficácia e ética. Ele propõe alternativas que promovem a autonomia, a colaboração e a motivação intrínseca, alinhando-se com os princípios da Comunicação Não Violenta (CNV), que valoriza a empatia e a compreensão das necessidades humanas.”

“Nesse sistema de punição-recompensa, usado no cristianismo, existem dois mecanismos, a punição e a recompensa. O uso desse mecanismo serve para educar as pessoas, a servirem o Senhor. Quando uma pessoa se automutila andando de joelhos por quilômetros, e achamos válido, e valorizamos como algo importante, isso é uma forma de punição, para pagar o que Deus fez por nós. Acreditamos que a dor do corpo é uma forma válida de pagar Deus por sua graça. Fica sempre a pergunta: por que Deus gosta tanto de sangue e dor? Entre as recompensas, temos os elogios. Tracie Harris comenta em palestra que quando criança, era difícil resistir aos elogias de adultos quando ela pregava, e que isso é difícil para uma criança não aceitar, que é um mecanismo forte em crianças: espalhar a palavras de Deus para conseguir aprovação de adultos.”

“A moral é um assunto científico, e não precisamos da religião, menos ainda de um Deus como árbitro invisível. As conquistas de direitos das mulheres, negros, índios, LGBTQIA+, e outros grupos minoritário, foram conquistados enfrentando as igrejas. Igrejas organizadas sempre se opuseram à igualdade, especialmente, se aquilo fosse contra ao que eles ensinam usando a Bíblia deles. A vontade de manter a palavra de Deus fica acima de qualquer moral humana. A igreja não somente conviveu com horrores por séculos, como participou ativamente em muitos deles, em outros por omissão. Não há um direito moderno que a Bíblia não se oponha.”

“Algunos hombres de ciencia, llenos de complacencia y engreimiento, con impía soberbia se retiran de tu luz; prevén los oscurecimientos del sol pero no ven la oscuridad en que ellos mismos están, ya que no buscan con espíritu de piedad de dónde les viene el ingenio que ponen en sus investigaciones. Convierten pues tu verdad en mentira y dan culto y servicio no al Creador, sino a la criatura. Pobre del hombre que sabiendo todo esto no te sabe a ti; y dichoso del que a ti te conoce aunque tales cosas ignore. Pero el que las sepa y a ti te conozca no es más feliz por saberlas, sino solamente por ti. No veo en qué pueda perjudicarle su ignorancia sobre las cosas del mundo si no piensa de ti cosas indignas.”

“Dicho de otro modo, cualquier predisposición a la creencia religiosa puede verse poderosamente influida por la cultura indígena, viva uno donde viva. Especialmente si los niños están expuestos desde muy pequeños a una serie concreta de doctrinas, música, arte y ritual, es algo tan natural para ellos como respirar, motivo por el cual las religiones hacen tantos esfuerzos para atraer a los más jóvenes.”

“Lo que me había pasado con el ciego. Su ejemplo había hecho aumentar en mí la devoción y el amor al Señor. La oración interior del corazón me hacía sentir tan feliz, que no podía pensar en una felicidad mayor sobre la tierra. Y no se trataba únicamente de una realidad interior; el mismo mundo exterior tenía para mí algo diverso; todo lo miraba con una luz especial. ¡Todo me llevaba a alabar más al Señor, y a darle gracias! Los hombres, las plantas, los animales... todo me parecía tener una presencia del Señor, que yo antes no descubría. Ahora todo se me hacía más familiar. A veces, parecía como si el cuerpo perdiese su peso natural y yo me sintiese liviano y ágil, sin notar la pesadez del cuerpo. Otras veces entraba de tal manera en mi interior, que admiraba la disposición del cuerpo, de todos sus miembros, de su hermosura... Y daba por ello gracias a Dios. A veces sentía una gran alegría, como si me hubieran nombrado zar... A veces, deseaba experimentar pronto la muerte, para poder testimoniarle mi agradecimiento en el mundo de los espíritus puros.”

“La oración siempre agrada a Dios y es útil para nuestra salvación, sean cuales fueren los sentimientos que tengas durante la misma. Lo dicen los santos Padres. Ninguna oración, ya sea rica o pobre según nuestro juicio, se perderá ante Dios. El consuelo, fervor y dulzura manifiestan que Dios te premia y consuela por el esfuerzo realizado; la pesadez, tristeza y aridez significan que, está purificando y fortaleciendo tu alma, salvándola con esta prueba saludable, disponiéndola a saborear con humildad la futura felicidad.”