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Quote by Brigitte Vasallo

“[...] un mantra del mundo poliamoroso dice que «hay que aprender a estar sola». Yo no quiero aprender a estar sola, quiero aprender a vivir en relación, en relaciones. Estar sola no significa vivir sin pareja: estar sola es ser esa niña que espera aterrorizada la llegada de su padre, consciente de que, si tiene un mal día, nadie la salvará. Estar sola es enfrentar la certeza de que tu padre te va a matar mientras el entorno mira hacia otro lado, mientras murmura que dos no se pelean si uno no quiere. Esa indefensión es estar sola. Y esa yo ya la aprendí. Por eso sigo viva, porque aprendí a vivir con ella y a salvarme. No quiero aprenderla más: quiero desaprenderla, quiero quitármela de encima, quiero arrancarme a jirones la piel impregnada de esa soledad. Creo que toda mi vida poliamorosa ha girado alrededor de eso: de crear un mundo en el que ya no estoy indefensa ni amenazada, de saber que ni el deseo hacia otra persona me dejará en la soledad de las palizas, rodeada de gente que no sabe ni quiere pararlas. Y saber que incluso si alguien no quiere seguir a mi lado, no me traicionará. Me dejará queriéndome con la misma ternura que sentía por mí el día anterior a dejarme. Pero claro, crear el mundo imaginario no basta. El mundo hay que habitar y una de sus habitantes soy yo y son todas las demás. Y todas somos esas grietas también.”

Quote by Brigitte Vasallo

Work

Pensamiento monógamo, terror poliamoroso

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Author

Brigitte Vasallo

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“El amor es la gran idealización contemporánea. El amor a lo Shakira y Piqué, tan limpios, tan felices, tan guapos, tan todo. El amor nos salvará, el amor es lo mejor del ser humano. Sí, digo sí a todo esto. Pero de lo que estamos hablando en estas páginas no es de amor, sino de otra cosa. Porque confundimos el amor con esa especie de naufragio continuo que ni siquiera es un naufragio compartido, ni siquiera es un naufragio a dos, sino el hundimiento entre varios náufragos que intentan salvar se ahogando al otro con él. Hasta que aparezca un nuevo palo al que agarrarse.”

“O grande choque de trens entre isso que chamam de monogamia e isso que denominam poliamor se dá nestes níveis. Ficar com mais de uma pessoa, isso o mundo todo sabe fazer. Porém, ou se faz coisificando essa pessoa, desde a perspectiva de uma amante que nunca mais voltarás a ver e não merece investir cuidados, [...] ou a partir da romantização com a qual se iniciam as relações monogâmicas que se querem duráveis, fazendo uma escalada até o casal monogâmico. [...] E nenhuma dessas formas é compatível com o novo paradigma amoroso.”

“— Não sou uma boa pessoa, tenho sangue em minhas mãos e já tirei mais vidas do que posso realmente contar, você está em perigo só por estar aqui, Chace, e isso me mata por dentro, porque não tenho forças para fazer o que seria o certo. Eu sou uma vadia egoísta, sei disso, eu quis Gabriel e não descansei até provar para ele que fomos feitos um para o outro, e agora eu quero você.”

“Nesse contexto, além do feminismo (ou, ainda, talvez por causa dele), outro movimento político que merece atenção (ainda que breve) em sua relação histórica e historicamente apagada com o marxismo, e que deve diretamente a Engels boa parte de suas possibilidades de questionamento hoje, é o movimento organizado de grupos que praticam e reivindicam relações não-monogâmicas. Popularmente conhecidos como “poliamor” ou “amor livre” no Brasil, esses grupos apresentam uma enorme variedade de formas de conceber e pensar a Monogamia (enquanto estrutura, em maiúscula) e a não-monogamia (enquanto prática de resistência, em minúscula), algumas declaradamente mais politizadas do que outras. Grupos que se reivindicam “anarquistas relacionais” ou “relações livres”, por exemplo, concebem que se trata, antes, de relações sociais – e não de um sentimento, o amor –, por isso essa crítica é indissociável de uma crítica estrutural anticapitalista anarquista, comunista ou socialista. Pensa-se a reestruturação revolucionária das famílias (ou sua extinção enquanto instituição), do sistema de parentesco, das relações afetivas e sexuais e até mesmo dos esquemas de sentimentos como parte fundamental da reestruturação também revolucionária, econômica e política, de nossa sociedade. Nos moldes do que já havia sido escrito e reivindicado por Aleksandra Kollontai ao descrever o amor-camarada, esses grupos se opõem politicamente, no campo da não-monogamia, àqueles que preferem manter a estrutura intacta e acreditar que se trata apenas de escolhas individuais, feitas com base em sentimentos espontâneos, ainda que com contornos culturais.”

“He senses something wrong. He sees nothing, hears nothing, yet feels surrounded, then enveloped, by a presence of undiluted evil. He is immobilized. Then a savage merging of oblivion and agony, as if buried alive in a living expanse of living, malignant soil invading the self, violating him, becoming him. Every fiber, every atom, strains with the effort to expel it, to escape.”

“The policeman driving the Black Maria brought the horses to a halt near another police wagon just short of the pier. Stern and Donnelly stepped onto the street, its stone paving still wet from a recent rain. The lingering smell of ozone hung in the air. The thunder had been shattering, and Stern was glad they hadn’t had to come out in the storm. He would in theory have preferred a motorized truck, but they were notoriously delicate things, prone to breakdown. At least the models publicly available.”