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Quote by Abhijit Naskar

“Los místicos dicen que tú no eres tu cuerpo. Los materialistas dicen que tú eres solamente tu cuerpo. Pero la realidad existencial de la vida es que, tú no eres tu cuerpo, tú no eres tu mente, tú no eres nada. Porque, no hay nada constante en ti en ningún momento que puedas decir, eres eso. Tu mente está cambiando constantemente, tu cuerpo está cambiando constantemente, tú como criatura biopsicológica estás en constante evolución. Si hay algo que es constante en ti, es el cambio. Entonces, en realidad, tú eres una fuerza eterna de cambio.”

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Work

Fabric of Humanity

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Author

Abhijit Naskar

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“Porque por encima de todas las razones sociales y psicológicas que pueda encontrar a lo que viví, hay una de la cual estoy totalmente segura: esas cosas me ocurrieron para que diera cuenta de ellas. Y quizás el verdadero objetivo de mi vida sea este: que mi cuerpo, mis sensaciones y mis pensamientos se conviertan en escritura, es decir, en algo inteligible y general, y que mi existencia pase a disolverse completamente en la cabeza y en la vida de los otros (1999, pp. 114-115)”

“«Portanto não foi produto do acaso, nem da minha intuição, nem sequer da minha liberdade», podem pensar, «mas pelo contrário havia coerência e propósito em tudo quanto ia fazendo, que honra ficar a saber mas também que maldição. Porque agora não tenho outro remédio senão ater-me a isso e alcançar de todas as vezes esse malfadado nível para não desmerecer de mim mesmo, que desastre, que enorme esforço, e quanta desolação para o meu trabalho». E isso mesmo pode acontecer a qualquer um, ainda que nem o seu trabalho nem a sua personalidade sejam públicos, basta que oiça uma explicação plausível das suas inclinações ou do seu proceder, uma encantatória descrição dos seus actos ou uma análise do seu carácter, uma valoração do seu método - saber que isso existe, ou lhe é atribuído -, para que qualquer um perca o seu bendito rumo variável, imprevisível, incerto, e com isso a sua liberdade. Tendemos a pensar que há uma ordem oculta que desconhecemos e também uma trama da qual quisémos fazer parte consciente, e se desta vislumbramos um único episódio que nos dê azo ou assim o pareça, se percebemos que nos incorpora um instante na sua débil roda, então é fácil que já não saibamos voltar a ver-nos arrancados dessa trama entrevista, parcial, intuída - uma figuração -, nunca mais. Nada pior que procurar o sentido ou acreditar que o há. Ou então havê-lo-ia, pior ainda: acreditar que o sentido de uma coisa, ainda que seja do pormenor mais insignificante, dependerá de nós ou das nossas acções, do nosso propósito ou da nossa função, acreditar que há vontade, que há destino, e inclusivamente uma trabalhosa combinação de ambos. Acreditar que não nos devemos inteiramente ao mais errático e desmemoriado, divagatório e descabelado acaso, e que alguma coisa consequente se pode esperar de nós em virtude do que já demos ou fizemos, ontem ou anteontem. Acreditar que pode haver em nós coerência e deliberação, como o artista acredita que as há na sua obra ou o poderoso nas suas decisões, mas só uma vez que alguém os convenceu de que as há.”