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Quote by Steve Maraboli

“We can’t continuously be a society of well-wishers. We must take action to bring those wishes to fruition.”

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Steve Maraboli

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“os livros, através das histórias e da ficção, podem ser uma forma de recuperarmos algum espaço. Quando eu tinha 11 anos, sem amigos e com dificuldades de integração na escola, li Os Marginais, Tempos de Juventude e Tex, todos de S. E. Hinton, e subitamente voltei a ter amigos. Os livros que a autora escrevera eram meus amigos. As personagens que ela criara eram minhas amigas. E eram amigos a sério, pois ajudaram-me, tal como, noutras alturas, fui ajudado pelos meus amigos Ursinho Pooh, Scout Finch, Pip ou pela Cécile, de Bonjour Tristesse. As histórias em que eles habitavam eram lugares onde eu me podia esconder e sentir--me em segurança. Os mundos da ficção são essenciais neste planeta que pode tornar-se excessivo, neste planeta em que estamos a ficar sem espaço mental. Esses mundos podem funcionar como um escape à realidade, sim, mas não como escapatória à verdade. É precisamente o contrário. Eu costumava ter dificuldades em integrar-me no mundo “real”. Os códigos que tínhamos de seguir. As mentiras que tínhamos de dizer. Os risos que tínhamos de fingir. Mas eu não sentia que a ficção fosse uma fuga a essas verdades; era uma espécie de porta de entrada nessa realidade. Mesmo que a verdade do livro estivesse repleta de monstros ou ursos falantes, o certo é que havia ali sempre algum tipo de verdade. Uma verdade capaz de manter a nossa sanidade ou, pelo menos, de nos manter na nossa pele. No meu caso, ler nunca foi uma atividade antissocial. Bem pelo contrário, era profundamente social. Ficar intimamente ligado à imaginação de outro ser humano era o tipo de socialização mais profunda que podia existir. Ler era uma forma de me ligar a algo, sem necessidade de passar pelos inúmeros filtros que, geralmente, a sociedade impõe. Muitas vezes, dá-se importância à leitura devido ao valor social. A leitura está associada à educação, à economia, e por aí fora. Mas isso é passar ao lado do verdadeiro sentido da leitura. Ler não é importante por nos ajudar a arranjar um emprego. É importante por nos dar um espaço em que podemos existir para lá da nossa vida real. É a forma de os seres humanos se juntarem. De as mentes se ligarem umas às outras. É a forma dos sonhos, da empatia, da compreensão, do escape. A leitura é amor em ação.”

“(...)conforme a literatura que vi e os embalos que vivi e abalos com os quais convivi. Engraçado como alguns livros e algumas pessoas aparecem na nossa vida em um momento preciso, quando precisamos exatamente daquele insight, daquele olhar diferente que eles nos passam e passam por nossas vidas assim, como um passe de magica. C'est la vie et la vue...c'est vecue! É a vida vivida, que a vi e vivi!!”

“I read a lot of Agatha Christie's that fall of 1938 - maybe all of them. The Hercule Poirots, the Miss Marples. Death on the Nile, The Mysterious Affair at Styles, Murders .. on the links, .. at the vicarage, and.. on the Orient Express. I real them on the subway, at the deli, and in my bed alone. You can make what claims you will about the psychological nuance of Proust or the narrative scope of Tolstoy, but you can't argue that Mrs Christie fails to please. Her books are tremendously satisfying.”