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Quote by Madeline Miller

“You could speak on my behalf. Try to persuade him.” His black eyes glittered. “I’m afraid I’m only a messenger.” “Please,” I said. “I do not want them here, truly. I am not being funny.” “No,” he said, “you are not. You are being very dull. Use your imagination, they must be good for something. Take them to your bed.” “That is absurd,” I said. “They would run screaming.” “Nymphs always do,” he said. “But I’ll tell you a secret: they are terrible at getting away.” At a feast on Olympus such a jest would have been followed by a roar of laughter. Hermes waited now, grinning like a goat. But all I felt was a white, cold rage. “I am finished with you,” I said. “I have been finished a long time. Let me not see you again.” If anything, his grin deepened. He vanished and did not return. It was no obedience. He was finished with me too, for I had committed the unpardonable sin of being dull. I could imagine the stories he was telling of me, humorless, prickly, and smelling of pigs. From time to time, I could sense him just out of sight, finding my nymphs in the hills, sending them back flushed and laughing, giddy from the great Olympian who had shown them favor. He seemed to think I would go mad with jealousy and loneliness, and turn them into rats indeed. A hundred years he had been coming to my island, and in all that time he had never cared for more than his own entertainment.”

Quote by Madeline Miller

Book:Circe

Work

Circe

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Author

Madeline Miller
Madeline Miller

Madeline Miller is an American novelist known for her modern interpretations of Greek mythology. Born on July 24, 1978, she graduated from Princeton University and later earned a Ph.D. from Harvard University. Her works, 'The Song of Achilles' and 'Circe', have been widely acclaimed by readers. more

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“Un gobierno corrupto es el mejor amigo del hambre.”

“era noites de em vigílias, assim fomos deambulando pelos musseques da cidade, Marçal, Sambila, Kazenga, Golfe, Katambor e nos musseques, era levar a revolução a todos os cantos que faziam no fundo o mesmo espaço, quer dizer, me explico, para nós os musseques eram um todo, o espaço único, por isso lutar no Sambila ou no Rangel era a mesma coisa, era lutar a mesma causa, os musseques eram afinal o musseque, a nossa terra sofrida, o nosso chão, a nossa vida partilhada, assim, quando um negro era assassinado no Kazenga eu lhe sentia no fundo de mim, eu me sentia morrer, tu sabes, Saiundo, o que é sentir a morte de um quem querido morrer em nós?, se morrer-se?, é difícil explicar o sentimento que se sente nessas ocasiões, o sentimento só existe se sentindo, explicar o sentimento não é o mesmo que senti-lo, só o sentir pode ser explicar tudo, assim, apesar de morar no Rangel, eu queria ser como Che, um combatente internacionalista dentro do espaço do musseque repartido em vários espaços onde que era preciso defender as populações da sanha assassina, lhes levar um pouco de conforto, compreendo a pergunta que queres fazer, como internacionalista, né?, o termo internacionalista talvez não seja o mais adequado porque a minha luta apesar de ser feitas em várias frentes era dentro do território nacional, da cidade de Luanda, mas o que eu queria dizer é que eu gostaria de ser um combatente vagueante como o Che, não vadio, vágil também não, mas vagueante, com rumo e objectivos bem definidos, quer dizer , um homem de as muitas terras, rios e margens, de muitas bandeiras e de uma só bandeira – a bandeira da humanidade –, um caminhante de muitos caminhos, um homem pronto a lutar por uma causa em qualquer chão, percebes?, meu amigo, das populações negras, o que eu recebi por esse esforço?, meu amigo tudo ou nada, quer dizer a recompensa moral, a fama e a glória de ser chamado de o comandante Quinito, eu mesmo, o mais maus de todos, o justiceiro, o defensor dos desprotegidos, quem que ajustava as contas com o ruim, o mais que mau, o qual trouxe respeito e consideração nos musseques”