“The key to everything in life is not to seek The answer but to ask the right question. The answer lies within the question, the questioner itself is an answerer.”
“Science is like a candle, it can light up a room or it can burn down a house - in the hands of the responsible scientist it lights up the world but in the hands of the empty scientist it'll burn the whole world to ashes.”
Source: Good Scientist: When Science and Service Combine
“Ten average scientists with a strong sense of humanity can do more good to the world than a hundred brilliant scientists with weak humanity.”
Source: Good Scientist: When Science and Service Combine
“Just because you are on a path to damnation, doesn’t mean you’re going to get there. Be willing to change your travel plans.”
Source: Jona: Autobiography of an Exorcist
“O que eu queria era testar minha capacidade de ficar extasiada sem estímulo prévio. Descobrir se ainda consigo destacar o raro sem que ninguém me anuncie.”
Source: Doidas e santas
“Durante o segundo ano sofreu uma mudança. Tinha-se mudado para dentro do colégio e este começou a assimilá-lo. Talvez passasse os dias como dantes, mas quando os portões se fechavam sobre ele à noite iniciava-se um novo processo. Mesmo quando ainda era caloiro fez a importante descoberta de que os homens crescidos comportam-se educadamente uns com os outros, se não houver qualquer motivo em contrário. (...) As atitudes dos professores eram mais extraordinárias ainda. Maurice estava mesmo só a precisar de um ambiente assim para acalmar. Não lhe agradava ser bruto e grosseiro. Era contra a sua natureza. Mas isso tinha sido necessário no colégio ou ele não teria aguentado, e julgara que comportamentos assim seriam ainda mais necessários no maior campo de batalha que era a Universidade.
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p.32, MAURICE, E.M. FORSTER”
Source: Maurice
“Então o mundo parou, os olhos na janela
toma a decisão certa, a decisão certa,
o medo de falhar volta sempre, não é
o medo de escolher a estrada errada,
o mundo parou, os olhos na janela,
as coisas, essas, correm sempre pelo pior,
pelo pior, e o medo, o medo volta,
volta sempre, sempre, tu e todas as coisas
do mundo numa harmonia do erro
e do cálculo falhado - o mundo parou.
O teu corpo é fraco, é fraco, fraco,
a tua mão desce dentro das cuecas
e masturbas-te freneticamente, o medo,
masturbas-te três quatro vezes seguidas,
o medo volta sempre, sempre, sempre,
e tens de tomar a decisão, a decisão certa,
porque o mundo dá voltas e voltas
e a certa alturas pára - tu não mandas nada,
simplesmente, e uma vez mais, o mundo parou.
Os teus olhos na janela, na janela da casa,
onde um sol bem quente te perturba os pensamentos,
ea tua boca a deitar fora as palavras,
toma a decisão certa, a decisão certa, certa,
com esse medo de falhar a cada esquina,
com esse corpo a verter sémen nos lençóis
e o medo, o medo, o medo, o medo,
a fazer abrir-te muito os olhos, a janela,
a fazer-te chorar um pouco, mas só um pouco,
naquela incerteza de coisa a fazer - sim,
porque tem de haver algo a fazer, não é?
Então o mundo parou, parou outra vez,
os olhos na janela, a decisão certa, certa.”
Source: Pequena Antologia para o Corpo
“A descoberta está para o ensino assim como o aprendizado sem professor está para o aprendizado com professor.”
Source: How to Read a Book: The Classic Guide to Intelligent Reading
“[Ensino é] descoberta com auxílio”
Source: How to Read a Book: The Classic Guide to Intelligent Reading
“O amor era cheio de janelas abertas, correntes de ar, milhões de bactérias , fontes de medos, milhões de deimos, o amor podia destruir as paredes que erigíamos com tanto esmero, o amor podia até abraçar o estrangeiro, a distância, podia destruir toda a ética, deixar-nos à mercê do insólito, do inesperado, do horror da surpresa. A minha noção de amor, na juventude, era uma noção de propriedade. Se era algo que podia fazer parte da casa e da sua perpetuação, muito bem, poderia ser considerado. De outro modo, era uma fera, uma ferida, uma doença, tal como o meu pai me ensinara: o amor constrói-se, por isso a escolha deve ser racional e não passional, escolhemos uma pessoa adequada e depois vamos criando um edifício amoroso. O amor que nasce do ímpeto sentimental ou carnal é perigoso. É um ladrão de sobriedade e de objectividade. Barbarifica-nos. Temos de olhar para ele como quem olha para a porta e vê o que está do lado de fora. A passos, devagar e ponderadamente, vai arriscando, conquistando território selvagem e domesticando-o. A exaltação é para as galinhas. Os seres humanos decidem com ponderação, é tão simples quanto isso, não cacarejam nervosos.”
Source: Princípio de Karenina