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I Quotes

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“Infants never learn to soothe themselves to sleep. They learn, abandoned in seclusion, that no matter the volume of their despondence, no matter the force of their tears, when they are alone and frightened, no-one will ever come to their rescue. Infants do not soothe themselves. They merely surrender. And it is caged in their cribs where the infants learn, in the face of their demons, to remain silent and submitting.”

“Infatti, anche il silenzio può essere considerato un discorso, in quanto rifiuto dell'uso che altri fanno della parola; ma il senso di questo silenzio-discorso sta nelle sue interruzioni, cioè in ciò che di tanto in tanto si dice e che dà un senso a ciò che si tace. O meglio: un silenzio può servire a escludere certe parole oppure a tenerle in serbo perché possano essere usate in un'occasione migliore. Così come una parola detta adesso può risparmiarne cento domani oppure obbligare a dirne altre mille.”

“Infatuation is one of those slightly comic illnesses which are at once so undignified and so painful that a nice-minded world does its best to ignore their existence altogether, referring to them only under provocation and then with apology, but, like its more material brother, this boil on the neck of the spirit can hardly be forgotten either by the sufferer or anyone else in his vicinity. The malady is ludicrous, sad, excruciating and, above all, instantly diagnosable.”

“Infelizmente, este espectáculo também só existe porque existem espectadores. Conta a lenda urbana que a guilhotina caiu em desuso na França do Terror, porque era uma forma demasiado rápida e demasiado limpa de tirar vidas. As massas ávidas de sofrimento, morte lenta e dor desinteressavam-se. Mas, numa era de «reality shows», onde multidões passam horas a espiolhar as casas de banho de cobaias humanas amestradas, as execuções do EI fecham o círculo das prosas bárbaras e fazem sentido.”

“Infelizmente, muita gente só sente a discriminação quando é contra eles, sejam pretos que chamam Boko Haram a um branco, mas que são  discriminados por alguém no país dos brancos; homossexuais que não gostem de transsexuais mas que são discriminados pelos heterossexuais; portugueses que não gostam de romenos mas que são discriminados em França ou no Luxemburgo e por aí fora! A lista é interminável e circular.”

“Inference is founded upon obvious reasons. Regard to reputation has a less active influence, when the infamy of a bad action is to be divided upon a number, than when it is to fall singly upon one. A spirit of faction . . . will often hurry the persons of whom they were composed into improprieties and excesses for which they would blush in a private capacity.”

“Inferi que os demais passageiros perguntavam a si mesmos se aquilo de fato havia sido dito ou se imaginavam, se eram seus próprios demônios que também tinham fome dentro de suas cabeças ruidosas. E era como se pregássemos uma peça, nós dois, e fôssemos mais espertos do que o resto das pessoas naquele vagão, mais vívidos que seus rostos compenetrados de tédio, difusos, mal trabalhados. Depois me senti burro e inerte, porque estávamos todos juntos, afinal, no mesmo trem, indo para o mesmo lugar. Ofereci o isqueiro para acender o cigarro que ela tirava do maço; me ocorreu que queria minha atenção. Falei que poderíamos cultivar uma horta, aonde iríamos, mas ela tratou como um devaneio, mais um. E riu com a ideia de me ver sujo, metido num macacão. Provoquei assegurando que dali em diante iríamos subir em árvores, sentar nas colinas ao pôr do sol, que andaríamos nus de galochas e que se calhasse, meu amor, ficaríamos loucos, discutindo pela janela e quebrando pratos, móveis, com estardalhaço para que todos escutassem e exclamassem baixinho, com medo de que a gente ouvisse: “Os loucos chegaram na cidade”, como se fôssemos vikings invadindo uma aldeia murada; ou “Os loucos da cidade chegaram”, como se toda cidade precisasse de loucos e os encomendasse, e nós estivéssemos a caminho empacotados no vagão; ou então “Os loucos chegaram”, como se fosse um detalhe que alguém diz só por dizer; ou apenas “Loucos”, não mais que um resmungo, como se a cidade fosse louca também.”

“Inferno was for learning about the nature of our sins. Purgatorio is for learning how to overcome our tendencies to fall victim to them. Understanding our dilemma is important, but it's not enough. What we do with that understanding makes the difference between life and death. Humility is the foundation of all spiritual progress. Humility builds resilience. Stop thinking of yourself as the center of your world you will find it becomes easier to endure life's setbacks. Plus, you will in time become more grateful, more merciful, and more loving.”