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Nacionalismo Quotes

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Nacionalismo Quotes

“Chegou-se a proclamar, trabalhadores brasileiros, que esta concentração seria um ato atentatório ao regime democrático como se no Brasil a reação ainda fosse dona da democracia, ou proprietária das praças e ruas. Desgraçada democracia a que tiver de ser defendida por esses democratas. Democracia para eles não é o regime da liberdade de reunião para o povo. O que eles querem é uma democracia de um povo emudecido, de um povo abafado nos seus anseios, de um povo abafado nas suas reivindicações. A democracia que eles desejam impingir-nos é a democracia do antissindicato, ou seja, aquela que melhor atenda aos seus interesses ou aos dos grupos que eles representam. A democracia que eles pretendem é a democracia dos privilégios, a democracia da intolerância e do ódio. A democracia que eles querem, trabalhadores, é para liquidar com a Petrobrás, é a democracia dos monopólios, nacionais e internacionais, a democracia que pudesse lutar contra o povo, a democracia que levou o grande Presidente Vargas ao extremo sacrifício.”

“Não aceitamos a teoria preconizada por alguns conceitos clássicos em economia, hoje já superados, de que os cortes nas despesas devem ser bruscos, totais em todas as linhas, para que através deles se venha a conseguir o equilíbrio orçamentário. Entendemos que, no caso, os cortes deverão atingir apenas os empreendimentos que tenham curso no processo inflacionário, mas nunca os que contribuam para o desenvolvimento da riqueza nacional.”

“Mi cultura, tu cultura, ¡Basta de tonterías primitivas! Tribalismo conviene a nuestros antepasados, Pero no conviene a mentes de conciencia. Mi nación es la más grande de todas las naciones de la tierra. Ese pensamiento es un pensamiento salvaje, Es un signo de estupidez e ignorancia.”

“No escribo sobre multiculturalismo, Yo soy el multiculturalismo. Sólo hay un nacionalismo para mí, Es el multinacionalismo lo que pone fin al tribalismo. O me conoceréis como un héroe nacional de cada nación, o no me conoceréis en absoluto. Mientras un solo ser humano me llame extranjero, Concluiré, no he conseguido nada en absoluto.”

“La historia es una forma de hacer valer la comunidad imaginada. Los nacionalistas, por poner un ejemplo, aseguran que la nación siempre ha existido en esa zona convenientemente vaga de la "niebla del tiempo"(...)En realidad, examinando cualquier grupo vemos que su identidad es un proceso y no algo fijo. Los grupos se definen y redefinen a sí mismos a lo largo del tiempo y como respueta a procesos internos, un despertar religios quizá, o a presiones externas. Si uno está oprimido y victimizado(...) esa situación se convierte en parte de la imagen que uno tiene de sí mismo. Y a veces incluso conduce a una competencia bastante indecorosa por el victimismo.”

“Qualquer narrativa que queira conquistar a filiação da Humanidade terá, acima de tudo, de se mostrar capaz de fazer frente às revoluções gémeas da tecnologia da informação e da biotecnologia. Se o liberalismo, o nacionalismo, o islão ou qualquer outro credo novo quiser moldar o mundo do ano 2050, terá não só de conseguir explicar a inteligência artificial, os algoritmos da BigData e a bioengenharia como também terá de os integrar numa nova narrativa com sentido.”

“Soneto de La Cultura Mi cultura, tu cultura, ¡Basta de tonterías primitivas! Tribalismo conviene a nuestros antepasados, Pero no conviene a mentes de conciencia. Mi nación es la más grande de todas las naciones de la tierra. Ese pensamiento es un pensamiento salvaje, Es un signo de estupidez e ignorancia. ¿De qué te gustaría ser parte, la jungla salvaje o la sociedad moderna? Sin responsabilidad, la libertad es inútil; Sin responsabilidad, no hay sociedad. Alardear de ascendencia declara un personaje muerto. Despierta de la muerte, y escribe un nuevo capítulo.”

“Ante ello, y por las mismas razones por las que impulsó la nación moderna contra el ancien régime, la izquierda debería ser hoy no sólo internacionalista, sino antinacionalista, globalista y mundializante.”

“O Joker tinha-se efetivamente tornado um rei e vivia numa casa dourada no céu. Os cidadãos procuravam clichés e faziam por recordar que ainda havia pássaros nas árvores e o céu não tinha desabado e ainda era, muitas vezes, azul. A cidade continuava de pé. E no rádio e nas aplicações de música que soavam nos auscultadores Bluetooth dos jovens descuidados, a vida continuava. Os Yankees continuavam a estar preocupados com a sua rotação de lançamento, os Mets continuavam a fazer fraca figura e os knicks continuavam a estar condenados pela maldição de serem os knicks. A Internet continuava cheia de mentiras e o negócio da verdade estava falido. Os melhores tinham perdido toda a convicção e os piores estavam repletos de uma intensidade apaixonada e a fraqueza dos justos era revelada pela ira dos injustos. Mas a República conservava-se mais ou menos intacta. Permitam-me que o deixe aqui expresso, porque era uma afirmação muitas vezes feita para consolar aqueles de nós que não eram fáceis de consolar. De certo modo é uma ficção, mas eu repito-a. Sei que depois da tempestade vinha outra tempestade, e outra ainda. Sei que o mau tempo vai estar nas previsões meteorológicas para sempre e que os dias felizes não estão de volta e que a intolerância é o que está na moda e o sistema está na realidade viciado, mas não como o palhaço maligno nos tentou fazer crer. Às vezes os maus ganham, e que se faz quando o mundo em que se acredita se revela uma lua de papel e surge um planeta escuro que diz “Não. O mundo sou eu.” Como vivemos no seio dos nossos compatriotas quando não sabemos quais deles se contam entre os mais de sessenta milhões que puseram o horror no poder, quando não podemos distinguir quem figura entre os noventa milhões que encolheram os ombros e ficaram em casa, ou quando os nossos concidadãos nos dizem que saber coisas é elitista e detestam as elites, e tudo aquilo que sempre tivemos é a nossa mente e fomos criados na crença do encanto do conhecimento, não aquele disparate do conhecimento-é-poder, mas sim o conhecimento é beleza, e depois tudo isso, a educação, a arte, a música, os filmes, se torna uma razão para ser abominado, e a criatura surgida do Spiritus Mundi se ergue e avança indolentemente em direção a Washington, DC, para nascer. O que fiz foi recolher-me à vida privada- agarrar-me à vida como a conhecera, ao seu quotidiano e à sua força, e insistir na capacidade do universo moral dos Jardins de sobreviver até ao mais feroz dos ataques. E agora, por conseguinte, deixem a minha história ter os seus momentos derradeiros, no meio do macrolixo que possa haver à volta de lerem isto, seja a manufactrovérsia, qualquer que seja o horror ou a estupidez ou fealdade ou vergonha. Deixem-me convidar o gigantesco rei do cabelo verde de banda desenhada vitorioso, com os seus direitos cinematográficos de um bilião de dólares, a sentar-se no banco traseiro e deixar que sejam as pessoas reais a conduzir o autocarro. As nossas pequenas vidas são talvez a única coisa que logramos compreender...”

“Reproducidos de una u otra forma y lugar en todas las constituciones españolas de espíritu democrático hasta la presente de 1978, los artículos primero y segundo de Cadiz han sido principio y bandera de la izquierda española durante dos siglos (hasta que, en nuestros días, una parte relevante de la izquierda ha abandonado su tradición ilustrada, traficando igualdad por privilegio, confundiendo el derecho a la diferencia con la diferencia de derechos y optando por un nacionalismo etnoidentitario y territorial frente a la nación de ciudadanos)”