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Sentido Quotes

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Sentido Quotes

“As palavras em si mesmas não são nada. São apenas letrinhas agrupadas ou um monte de sons combinados de uma certa maneira, mas que não fazem nenhum sentido por si mesmos. É a gente que dá sentido às palavras. Está tudo em nossa cabeça, nos pequenos detalhes de como as coisas funcionam dentro dela. É só uma questão de como as coisas se processam no cérebro de uma pessoa e de outra, entende?”

“Eu giro em todos sentidos e direções, mas ao atravessar determinado meio a matéria do mesmo esquarteja-me retendo fragmentos cinéticos de mim e com o pescoço travado pela polarização eu mal consigo olhar pros meus irmãos capturados enquanto rumo adiante ou individuo-me múltiplas vezes para vias distintas em função de alguma arbitrariedade discriminante qualquer.”

“Uno siempre responde con su vida entera a las preguntas mas importantes. No importa lo que diga, no importa con que palabras y con que argumentos trate de defenderse. Al final, al final de todo, uno responde a todas las preguntas con los hechos de su vida: a las preguntas que el mundo le ha hecho una y otra vez. Las preguntas son estas: Quien eres? Que has querido de verdad? Que has sabido de verdad? A que has sido fiel o infiel? Con que y con quien te has comportado con valentia o con cobardia? Estas con las preguntas. Uno responde como puede, diciendo la verdad o mintiendo: eso no importa. Lo que si importa es que uno al final responde con su vida entera.”

“Acabei aprendendo que a gente sempre verá alguém reagindo de um jeito diferente, conforme o sentido que uma palavra ganhe na cabeça dessa pessoa. Para você, A pode significar apenas A; já um outro pode entender que A é o que vem antes de B, C e D. Você pode olhar para o copo com água até a metade e achar que está meio cheio, outro pode ver o mesmo copo e pensar que ele está meio vazio. E cada um vai reagir de acordo com o sentido que dá para cada coisa na vida.”

“Quando as coisas ao nosso redor perdem o sentido, é mais fácil atribuí-lo a absurdos. Foi o que acabei compreendendo. O problema de justificar insanidades é que nelas sempre encontramos o prazer mais sombrio de nossos primórdios esquecidos, aquele tempo em que não era permitido se iludir, em que não se devia olvidar por um instante sequer do que éramos: que éramos animais selvagens, violentos e traiçoeiros. Ainda somos, todos. Infelizmente, menos sob o véu da razão, que poderia melhor entender a natureza da criatura e mantê-la acorrentada, do que debaixo desse moralismo hipócrita e cínico da civilidade cotidiana. Sim, eu entendi. No final.”