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Victor Hugo

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Famous Victor Hugo Quotes

“מר מבף היה אדם שכל הדעות הפוליטיות היו זרות לו במידה שווה. הוא קיבל את כולן ללא אבחנה בתנאי שיניחו לו לנפשו. דעתו הפוליטית של מר מבף היתה לאהוב אהבה עזה צמחים, ובעיקר ספרים. מר מבף היה נאמן הספר, כפי שפלוני נאמן לקיסר, ואלמוני - למלך. הוא לא הבין כיצד יכולים בני האדם לשנוא איש את רענו בשל הבלים כגון אמנה, דמוקרטיה, חוקיות, מלוכה, רפובליקה וכדומה, כאשר יש בעולמנו כל מיני סוגים של אזוב, עשבים ושיחים שאפשר להתבונן בהם, והרבה מאוד ספרים בגדלים שונים הניתנים לעיון ולקריאה. --- עלובי החיים, בתרגום אביטל ענבר”

“Darks drifts covered the horizon. A strange shadow approaching nearer and nearer, was spreading little by little over men, over things, over ideas; a shadow which came from indignations and from systems. All that had been hurriedly stifled was stirring and fermenting. Sometimes the conscious of the honest man caught its breath, there was so much confusion in that air in which sophisms were mingled with truths. Minds trembled in the social anxiety like leaves at the approach of the storm. The electric tension was so great that at certain moments any chance-comer, thought unknown, flashed out. Then the twilight darkness fell again. At intervals, deep and sullen mutterings enabled men to judge of the amount of lightning in the cloud.”

“This first glance of a soul which does not yet know itself is like the dawn in the sky. It is the awakening of something radiant and unknown. Nothing can express the dangerous chasm of this unlooked-for gleam which suddenly suffuses adorable mysteries, and which is made up of all the innocence of the present, and of all the passion of the future. It is a kind of irresolute lovingness which is revealed by chance, and which is waiting. It is a snare which Innocence unconsciously spreads, and in which she catches hearts without intending to, and without knowing it.”

“Allez, philosophes, enseignez, éclairez, allumez, pensez haut, parlez haut, courez joyeux au grand soleil, fraternisez avec les places publiques, annoncez les bonnes nouvelles, prodiguez les alphabets, proclamez les droits, chantez les Marseillaises, semez les enthousiasmes, arrachez des branches vertes aux chênes. Faites de l'idée un tourbillon. Cette foule peut être sublimée. Sachons nous servir de ce vaste embrasement des principes et des vertus qui pétille, éclate et frissonne à de certaines heures. Ces pieds nus, ces bras nus, ces haillons, ces ignorances, ces abjections, ces ténèbres, peuvent être employés à la conquête de l'idéal. Regardez à travers le peuple et vous apercevrez la vérité. Ce vil sable que vous foulez aux pieds, qu'on le jette dans la fournaise, qu'il y fonde et qu'il y bouillonne, il deviendra cristal splendide, et c'est grâce à lui que Galilée et Newton découvriront les astres.”

“Seated on a paving-stone near Enjolras, Courfeyrac continued to jeer at the cannon, and every passage of that sinister cloud of projectiles that is called grapeshot, accompanied by its monstrous din, drew from him an ironical comment. 'You're wearing yourself out, you poor old brute. You're getting hoarse. You're not thundering, only spluttering. It's breaking my heart.' His remarks were greeted with laughter.”

“L'Arabie a le haschich, la Chine a l'opium. Aujourd’hui, dans l'Occident, on livre son âme au tabac, ce sombre endormeur de la civilisation d'Europe. Le narcotique est l'auxiliaire du despotisme. Le tyran s'efface dans le songe. Les chimères estompent les monstres. Chose triste quand l'homme en vient à se contenter de la liberté de la fumée ! Cette consolation-là est une diminution. Il serait temps de s'en garantir. Quoi qu'il en soit, l'homme rêve.”

“Oh! aimer une femme! être prêtre! être haï! l'aimer de toutes les fureurs de son âme, sentir qu'on donnerait pour le moindre de ses sourires son sang, ses entrailles, sa renommé, son salut, l'immortalité et l'éternité, cette vie et l'autre ; regretter de ne pas être roi, génie, empereur, archange, dieu, pour lui mettre un plus grand esclave sous les pieds ; l'étreindre nuit et jour de ses rêves et de ses pensées ; et la voir amoureuse d'une livrée de soldat ! et n'avoir à lui offrir qu'une sale soutane de prêtre dont elle aura peur et dégoût!”

“Vi è sotto la società, insistiamo, e vi sarà sempre, fino al giorno in cui l'ignoranza non sarà del tutto scomparsa, la grande caverna del male. Questa caverna è al di sotto di tutte, ed è nemica di tutte. È l'odio senza eccezioni. [...]Questa caverna ha come scopo l'inabissamento di tutto. Di tutto. Comprese le caverne superiori, che essa esecra. Essa non mina solamente, nel suo odioso brulicare, il presente ordine sociale; essa mina la filosofia, la scienza, il diritto, il pensiero umano, la civiltà, la rivoluzione, il progresso. Si chiama semplicemente furto, prostituzione, omicidio e assassinio. Essa è tenebra, e vuole il caos. La sua vòlta è fatta d'ignoranza.”

“Unable to rid myself of it, since I heard your song humming ever in my head, beheld your feet dancing always on my breviary, felt even at night, in my dreams, your form in contact wih my own, I desired to see you again, to touch you, to know who you were, to see whether I should really find you like the ideal image which I had retained of you, to shatter my dream, perchance with reality. At all events, I hoped that a new impression would efface the first, and the first had become insupportable. I sought you. I saw you once more. Calamity! When I had seen you twice, I wanted to see you a thousand times, I wanted to see you always. Then - how stop myself on that slope of hell? - then I no longer belonged to myself.”

“O que vim fazer aqui? Vim ser terrível. Os senhores dizem que sou um monstro. Não, sou o povo. Sou uma exceção? Não, sou todo mundo. A exceção são os senhores. Os senhores são a quimera, e eu, a realidade. Sou o Homem. Sou o medonho Homem que Ri. Que ri do quê? Dos senhores. Dele mesmo. De tudo. O que é esse meu riso? É o crime dos senhores e é meu próprio suplício. Esse crime, eu lhes jogo na cara; esse suplício, eu lhes cuspo no rosto. Eu rio, e isso quer dizer: eu choro. [...] – Esse riso que está em meu rosto foi posto aí por um rei. Esse riso exprime a desolação universal. Esse riso significa ódio, silêncio forçado, raiva, desespero. Esse riso é um produto da tortura. Esse riso é um riso de violência. Se Satã tivesse esse riso, esse riso condenaria Deus. Mas o Eterno não se assemelha aos efêmeros; sendo o absoluto, ele é justo; e Deus abomina o que fazem os reis. Ah! Os senhores me consideram uma exceção! Eu sou um símbolo. Ó imbecis todo-poderosos, abram seus olhos. Eu encarno tudo. Represento a humanidade tal qual foi feita por seus mestres. O homem é um mutilado. O que fizeram a mim fizeram ao gênero humano.”

“É preciso tomar cuidado com o devaneio que se impõe. O devaneio tem o mistério e a sutileza de um odor; ele é, para o pensamento, o que o perfume é para a tuberosa. Às vezes, é a dilatação de uma ideia venenosa, ou pode ser penetrante como a fumaça. Podemos envenenar-nos com o devaneio da mesma forma que com as flores. Suicídio inebriante, delicioso e sinistro. O suicídio da alma é o mal pensar. Nisso está o envenenamento. O devaneio atrai, ajula, engana, prende, depois faz de você seu cúmplice, faz de você parceiro das falcatruas que perpetra à consciência. Ele o seduz. Depois o corrompe. Podemos dizer do devaneio o que dizemos do jogo. Começamos sendo facilmente enganados e terminamos sendo trapaceiros.”

“É preciso tomar cuidado com o devaneio que se impõe. O devaneio tem o mistério e a sutileza de um odor; ele é, para o pensamento, o que o perfume é para a tuberosa. Às vezes, é a dilatação de uma ideia venenosa, ou pode ser penetrante como a fumaça. Podemos envenenar-nos com o devaneio da mesma forma que com as flores. Suicídio inebriante, delicioso e sinistro. O suicídio da alma é o mal pensar. Nisso está o envenenamento. O devaneio atrai, bajula, engana, prende, depois faz de você seu cúmplice, faz de você parceiro das falcatruas que perpetra à consciência. Ele o seduz. Depois o corrompe. Podemos dizer do devaneio o que dizemos do jogo. Começamos sendo facilmente enganados e terminamos sendo trapaceiros.”

“¿Estas mujeres piensan? No. ¿Tienen voluntad? No. ¿ ¿Aman? No. Viven? No. Los nervios se les han vuelto huesos; los huesos se les han vuelto piedras. El velo que llevan es noche tejida. El hálito, bajo el velo, parece a saber qué respiración trágica de la muerte. La abadesa, una larva, las santifica y las aterroriza. Ahí está, montaraz, lo inmaculado. Así son los antiguos monasterios de España. Guaridas de la devoción terrible; antros de vírgenes ; lugares feroces.”