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Humanidade Quotes

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Humanidade Quotes

“Você pode treinar uma mente para pensar, mas não pode treinar um coração para amar. Ou você ama ou não ama, não há treinamento. Ou você ama ou não ama, não há nada em que pensar. Ninguém pensa duas vezes antes de odiar, então por que pensar tanto antes de amar? Até que o amor se torne instintivo como o ódio, nada mudará.”

“Pequeno Planeta na Pradaria (Hino da Nova Terra) A Nova Terra é uma arte de amor, não uma mancha de ignorância odiosa. A Nova Terra é uma terra de promessas, não de ganância e indiferença. A Nova Terra é uma tela em branco, temos que decidir o que pintaremos - uma obra-prima de um amanhecer inclusivo, ou uma lembrança sangrenta de dias simiescos. A Nova Terra é uma Terra melhor, não temos mais sede de sangue. Lutamos juntos sem divisão, para sermos um farol gentil como amante. Hijab, hábito, turbante, todos são iguais, É intolerância que é inaceitável. Em nossa Nova Terra o caráter é supremo, as tradições primitivas são dispensáveis. A existência aqui é uma arte de amor, em nosso planeta na pradaria cósmica. A Nova Terra é uma celebração da vida, não uma validação de uma rigidez ruinosa.”

“Primeira Língua (O Soneto) Português é minha segunda língua, Minha primeira língua é o amor. A neurociência é o meu segundo sentido, Meu primeiro sentido é o amor. Teologia é o meu segundo de, Minha primeira fé é inter-religiosa. A filosofia é minha segunda natureza, Minha primeira natureza é a gentileza. Analógico é minha segunda paixão, Minha primeira paixão é o diálogo. A lei é minha segunda tarefa, Minha primeira, é humanizar o mundo. Todos os rótulos são segundos rótulos, Nosso rótulo nativo é humano. Toda tradição é segunda tradição, A tradição nativa da terra é a compaixão.”

“Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E, capricho, às vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vómito para aliviar a vontade de vomitar. A intriga, a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são...”

“Mas como esta raça de imbecis se reúne com frequência com medo da solidão, ou seja, do tédio, torna-se necessário que, depois de escutar um pouco de música, saborear uma bebida e entregar-se a algum jogo, falem uns com os outros. Em que poderia consistir a troca de palavras entre pessoas que não têm nada para dizer? Cérebros desabitados, almas desertas, cabides ambulantes encimados por rostos mascarados que se inibem do que é verdadeiramente humano e profundo, podem palrar, mas não falar. Com efeito - à parte o papaguear de notícias e opiniões recolhidas dos jornais da manhã e que todos já conhecem -, as conversas compõem-se de mexericos sobre escândalos importantes ou exagerados, elogios aos presentes, maledicência acerca dos ausentes e comentários quase sempre impregnados de subentendidos sexuais.”

“O Mundo é Igreja (O Soneto) O mundo inteiro é uma igreja, Os inocentes são nossos deuses. Acima de tudo, as pessoas são reais; Não há paraíso, exceto as pessoas. Acima de tudo, a bondade é real, Exceto a bondade, tudo não é espiritual. Ajudar os desamparados é serviço divino, seu sorriso traz a paz celestial. Não somos todos médicos, mas somos todos curadores. Não precisamos de magia fictícia, A magnanimidade é o maior milagre. O mundo inteiro é igreja e mesquita, Os abandonados são nossa divindade. A bondade é a verdade suprema, Não há divindade além da humanidade.”

“Ele me revelou um lado melhor do meu ser. Quer dizer, não falo apenas do talento para literatura. Refiro-me principalmente à sensibilidade, à liberdade para sentir intensamente e não ter mais vergonha disso. Falo de chorar quando a vontade vem, de fazer um gesto de carinho quando isso é tudo o que importa. Falo de ser humano quando isso significa conhecer nossos defeitos e limites, cientes de que nós somos sempre capazes de nos aprimorar, capazes de aprender a ser mais gente!”

“DIVINA COMÉDIA Erguendo os braços para o céu distante E apostrofando os deuses invisíveis, Os homens clamam: — «Deuses impassíveis, A quem serve o destino triumfante, Porque é que nos criastes?! Incessante Corre o tempo e só gera, inestinguíveis, Dor, pecado, ilusão, lutas horríveis, N'um turbilhão cruel e delirante... Pois não era melhor na paz clemente Do nada e do que ainda não existe, Ter ficado a dormir eternamente? Porque é que para a dor nos evocastes?» Mas os deuses, com voz inda mais triste, Dizem: — «Homens! por que é que nos criastes?»”

“O que vim fazer aqui? Vim ser terrível. Os senhores dizem que sou um monstro. Não, sou o povo. Sou uma exceção? Não, sou todo mundo. A exceção são os senhores. Os senhores são a quimera, e eu, a realidade. Sou o Homem. Sou o medonho Homem que Ri. Que ri do quê? Dos senhores. Dele mesmo. De tudo. O que é esse meu riso? É o crime dos senhores e é meu próprio suplício. Esse crime, eu lhes jogo na cara; esse suplício, eu lhes cuspo no rosto. Eu rio, e isso quer dizer: eu choro. [...] – Esse riso que está em meu rosto foi posto aí por um rei. Esse riso exprime a desolação universal. Esse riso significa ódio, silêncio forçado, raiva, desespero. Esse riso é um produto da tortura. Esse riso é um riso de violência. Se Satã tivesse esse riso, esse riso condenaria Deus. Mas o Eterno não se assemelha aos efêmeros; sendo o absoluto, ele é justo; e Deus abomina o que fazem os reis. Ah! Os senhores me consideram uma exceção! Eu sou um símbolo. Ó imbecis todo-poderosos, abram seus olhos. Eu encarno tudo. Represento a humanidade tal qual foi feita por seus mestres. O homem é um mutilado. O que fizeram a mim fizeram ao gênero humano.”