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Filosofia Quotes

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Filosofia Quotes

“Há uma questão filosófica mais profunda (…) que é a de saber se os seres humanos são apenas animais consumistas, cujo bem-estar se mede pela quantidade do que consomem, ou se são animais produtores cuja felicidade depende da sua capacidade de moldar a natureza e exercer as suas faculdades criativas. O neoliberalismo contemporâneo tem optado claramente pela primeira hipótese, mas existem outras tradições que defendem que os humanos são simultaneamente animais consumidores e produtores, e que a felicidade humana se encontra algures no equilíbrio entre essas duas características.”

“O liberalismo está intimamente associado a certas formas de conhecimento, particularmente ao método científico, entendido como o melhor meio de compreender e controlar o mundo exterior. Assume que os indivíduos são os melhores juízes dos seus próprios interesses e são capazes de assimilar e testar a informação empírica sobre o mundo que os rodeia ao fazer esses juízos. Embora os juízos inevitavelmente variem, existe a crença liberal de que num mercado livre de ideias, as ideias mais válidas acabarão por expulsar as más ideias no processo de deliberação e comprovação.”

“O que eu pensava sabia que o pensavam os outros. Quem sabe se havia os outros. Eu sentia-me pensar colectivamente. O meu terror, a minha angústia era de vários pensamentos ao mesmo tempo. (...) A sensibilidade que eu julgava minha pertencia a um conjunto, não tinha personalidade, porque era várias pessoas; nem localização, porque estava em vários lugares. Se eu pensava no Chefe, sentia todos atrás de mim: é que eu era o Chefe e ia eu à frente. Mas eu não era o Chefe, e ia no meio dos outros... Eu afinal onde ia? De que lado estava a noite? Isto acontecia na vida? A vida? Tudo estava longe como o dia e as formas da planície.”

“Voi dovreste insegnarmi un poco di quanto sapete” disse Dantès, “non fosse altro che per non annoiarvi con me. Mi sembra che dobbiate preferire la solitudine ad un compagno senza educazione e senza cultura come sono io. Se acconsentite, vi prometto di non parlarvi più di fuga.” Faria sorrise. “Ahimè, figlio mio” disse, “la scienza umana è molto limitata, e quando vi avessi insegnato le matematiche, la fisica, la storia e le tre o quattro lingue vive che io parlo, voi sapreste quello che so io. Tutta questa scienza potrei farla passare dal mio spirito nel vostro in due anni.” “Due anni!” disse Dantès. “Credete che io possa imparare tutte queste cose in due anni?” “Nella loro applicazione no; nei loro principi sì. L’imparare non è lo stesso che sapere: vi sono gli eruditi e gli scienziati, la memoria forma i primi, la filosofia i secondi.” “Ma la filosofia non si può imparare?” “La filosofia non s’impara, la filosofia è la riunione delle scienze imparate nel genio che le applica.” “Vediamo” disse Dantès. “Che cosa m’insegnerete per primo? Ho smania di cominciare, ho sete di scienza.” “Tutto!” disse Faria.”

“O homem, e, duma maneira geral, todo o ser racional, existe como fim em si mesmo, não só como meio para o uso arbitrário desta ou daquela vontade. Pelo contrário, em todas as suas ações, tanto nas que se dirigem a ele mesmo como nas que se dirigem a outros seres racionais, ele tem sempre de ter considerado simultaneamente como fim.”

“La voz en off (en Rosetta y La promesse) sería algo así como "Quédate junto a mí, no me avasalles, no digas nada, no interfieras con mi deseo de imaginarme cómo se sentiría que reconocieses mis necesidades, di algo, dame algo, intentémoslo, quedémonos callados".”

“Il dialogo socratico, sia esso composto da Platone, Senofonte o Eschine di Sfetto, non mira a insegnarci una determinata dottrina - che Socrate, come tutti sanno e come infinite volte egli stesso ci ha detto non ha mai posseduto - ma intende evocare un'immagine luminosa del filosofo assassinato, intende difendere e perpetuare la sua memoria e quindi tramandarne il messaggio. Tale messaggio, essi ci dicono, è senza dubbio filosofico. Ma, se è vero che i dialoghi comportano un insegnamento, non si tratta dell'esposizione di una dottrina, bensì di una lezione di metodo. Socrate infatti ci insegna l'uso e il valore della definizione dei concetti che vengono impiegati nella discussione e nello stesso tempo ci dimostra come sia impossibile arrivare a possedere il concetto senza procedere preliminarmente ad una revisione critica delle nozioni tradizionali, delle opinioni presenti e operanti nel linguaggio. Il risultato apparentemente negativo della discussione è di grande valore. E' molto importante infatti sapere di non sapere, scoprire che le opinioni e il linguaggio comuni, pur formando il punto di partenza della riflessione filosofica, non costituiscono altro che questo e che la discussione dialettica tende proprio al suo superamento.”

“Mais explicitamente: sabedoria não é o conhecimento de algum deus pagão nem tampouco, digamos, do princípio primeiro de Espinosa. Ter sabedoria é ter Cristo. Cristo é a verdade; Cristo é a sabedoria de Deus. Uma razão para fazer da verdade o objetivo dos nossos esforços é que, se amamos o que pode ser perdido, não podemos ser felizes. Mas Deus, Cristo e a verdade são imutáveis, e se temos isso, nossa bem-aventurança é permanente.”