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Francis Fukuyama

Francis Fukuyama Books

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“The right to participate politically grants recognition to the moral personhood of the citizen, and exercise of that right gives that person some degree of agency over the common life of the community. The citizen may make poorly informed or bad decisions, but the exercise of political choice in and of itself is an important part of human flourishing.”

“The focus on lived experience by identity groups valorizes inner selves experienced emotionally rather than examined rationally. Notes one observer, “Our political culture is marked, at the micro level, by the fusion of a given person’s opinion and what they perceive to be their singular, permanent, and authentic self.” This privileges opinions sincerely held over reasoned deliberation that may force one to abandon those opinions. That an argument is offensive to someone’s sense of self-worth is often seen as sufficient to delegitimize it, a trend encouraged by the kind of short-form discourse propagated by social media.”

“Hay una continuidad entre la caza y la guerra que se remonta, como hemos visto, a los primates antecesores de la raza humana. En la caza y la conquista, la jerarquía se reafirma porque algunos individuos y grupos simplemente son mejores cazadores y guerreros que otros. Quienes destacan en la caza suelen destacar en la guerra; las habilidades de cooperación necesarias para cazar evolucionan y se convierten en tácticas militares y estrategia. Mediante victoria en la batalla, algunos linajes adquieren mayor estatus que otros, y, en cada linaje, los guerreros que destacan se convierten en líderes.”

“Ліберальний індивідуалізм не унеможливлює і не заперечує людської схильності до спілкування; він просто означає, що соціальна взаємодія в ліберальному суспільстві в ідеалі буде переважно добровільною. Ви можете приєднатися до інших людей, але до яких саме груп — це, наскільки можливо, питання особистого вибору. Саме це створює громадянське су­спільство, яке ми бачимо навколо себе.”

“Muitos dos primeiros teóricos do contratualismo acreditavam na legitimidade de um contrato de escravatura: se um indivíduo vulnerável fosse confrontado com a escolha entre uma vida de escravatura ou a morte às mãos de alguém mais forte, escolheria voluntariamente a escravatura. O argumento (…) ecoa a crítica marxista do conceito de «mão-de-obra gratuita» nas sociedades capitalistas: os contratos celebrados entre indivíduos com níveis de poder muito desiguais não eram justos pelo simples facto de que eram voluntários apenas na aparência.”

“Historicamente, as sociedades liberais têm sido motores de crescimento económico, criadoras de novas tecnologias e produtoras de uma cultura e arte vibrantes. Isto aconteceu precisamente porque eram liberais. (…) É precisamente a capacidade que as sociedades liberais têm de incubar a inovação, tecnologia, cultura e crescimento sustentável que determinarão a geopolítica do futuro. (…) Muita da história do crescimento espantoso da China ao longo das últimas quatro décadas tem sido produto do seu próprio namoro com o liberalismo.”

“Los Estados empezaron a ofrecer incentivos explícitos en forma de tierras, títulos y siervos como acicate para los soldados, y pronto se hizo habitual que plebeyos anónimos llegasen a ocupar el puesto de general. En un ejército en guerra, la meritocracia no es una norma cultural, sino una condición para la supervivencia, y es muy probable que el principio de la promoción basada en los méritos empezase en las jerarquías militares antes de introducirse en la burocracia civil.”

“Mesmo que a autonomia pessoal seja a fonte da realização individual, isso não significa que a liberdade ilimitada e a constante eliminação de constrangimentos tornem uma pessoa ainda mais realizada. Por vezes, a realização advém da aceitação dos limites. A recuperação de um sentido de moderação, tanto individual como comunitária, torna-se a chave para a renovação – se não mesmo a sobrevivência – do próprio liberalismo.”

“Respeitar a privacidade das outras pessoas pode parecer uma exigência pacífica, mas é uma das que mais frequentemente conflitua com outros princípios, tais como a ideia de que o comportamento individual deve ser transparente e objeto de responsabilização. (…) A implantação da Internet, conjuntamente com os meios de transmissão tradicionais, tem erodido severamente a esfera privada de toda a gente. (…) A função deliberativa da liberdade de expressão tem sido enfraquecida não só pelas exigências excessivas de transparência, mas também pelo surgimento de diferentes tipos de universos fantasiosos tornados possíveis pela deslocação das nossas interações sociais para as comunicações em rede.”

“Um blogger militante a opinar que determinado político é corrupto, não deveria ter o mesmo peso do que um jornalista de investigação que passou seis meses a analisar cuidadosamente os registos financeiros desse mesmo político. E, contudo, a Internet torna estas visões alternativas parecerem igualmente credíveis. (…) Isto torna-se um problema sério porque as grandes plataformas de Internet operam segundo um modelo comercial que privilegia a viralidade e o sensacionalismo sobre qualquer espécie de verificação cuidadosa da informação. Uma história obscena e falsa pode ser espalhada nestas plataformas digitais a uma velocidade e escala que nenhum meio de comunicação tradicional conseguiria alguma vez acompanhar.”

“Há uma questão filosófica mais profunda (…) que é a de saber se os seres humanos são apenas animais consumistas, cujo bem-estar se mede pela quantidade do que consomem, ou se são animais produtores cuja felicidade depende da sua capacidade de moldar a natureza e exercer as suas faculdades criativas. O neoliberalismo contemporâneo tem optado claramente pela primeira hipótese, mas existem outras tradições que defendem que os humanos são simultaneamente animais consumidores e produtores, e que a felicidade humana se encontra algures no equilíbrio entre essas duas características.”

“O liberalismo está intimamente associado a certas formas de conhecimento, particularmente ao método científico, entendido como o melhor meio de compreender e controlar o mundo exterior. Assume que os indivíduos são os melhores juízes dos seus próprios interesses e são capazes de assimilar e testar a informação empírica sobre o mundo que os rodeia ao fazer esses juízos. Embora os juízos inevitavelmente variem, existe a crença liberal de que num mercado livre de ideias, as ideias mais válidas acabarão por expulsar as más ideias no processo de deliberação e comprovação.”

“Political liberty—that is, the ability of societies to rule themselves—does not depend only on the degree to which a society can mobilize opposition to centralized power and impose constitutional constraints on the state. It must also have a state that is strong enough to act when action is required. Accountability does not run in just one direction, from the state to the society. If the government cannot act cohesively, if there is no broader sense of public purpose, then one will not have laid the basis for true political liberty.”

“Низка людей, які працюють у цій галузі, починаючи з таких постструктуралістів, як Лакан і Дерріда, писали в такий спосіб, який, здавалося, навмисне затуманював їхні думки й захищав від відповідальності за суперечності і слабку логіку.”

“As a piece of travel literature alone, 'The Ends of the Earth' succeeds in providing a tangible sense of the sweaty, smelly reality of many exotic points on the map, with glimpses of their cruelty but also, occasionally, of beauty and human kindness. As a piece of analysis, it is deeply thought-provoking.”

“What Asia's postwar economic miracle demonstrates is that capitalism is a path toward economic development that is potentially available to all countries. No underdeveloped country in the Third World is disadvantaged simply because it began the growth process later than Europe, nor are the established industrial powers capable of blocking the development of a latecomer, provided that country plays by the rules of economic liberalism.”