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Daniel Goleman

Daniel Goleman Quotes

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Famous Daniel Goleman Quotes

“The argument has long been made that we humans are by nature compassionate and empathic despite the occasional streak of meanness, but torrents of bad news throughout history have contradicted that claim, and little sound science has backed it. But try this thought experiment. Imagine the number of opportunities people around the world today might have to commit an antisocial act, from rape or murder to simple rudeness and dishonesty. Make that number the bottom of a fraction. Now for the top value you put the number of such antisocial acts that will actually occur today. That ratio of potential to enacted meanness holds at close to zero any day of the year. And if for the top value you put the number of benevolent acts performed in a given day, the ratio of kindness to cruelty will always be positive. (The news, however, comes to us as though that ratio was reversed.) Harvard's Jerome Kagan proposes this mental exercise to make a simple point about human nature: the sum total of goodness vastly outweighs that of meanness. 'Although humans inherit a biological bias that permits them to feel anger, jealousy, selfishness and envy, and to be rude, aggressive or violent,' Kagan notes, 'they inherit an even stronger biological bias for kindness, compassion, cooperation, love and nurture – especially toward those in need.' This inbuilt ethical sense, he adds, 'is a biological feature of our species.”

“With self-awareness, a basic definition tells us, “You know what you are feeling and why—and how it helps or hurts what you are trying to do.” Other key points: you can align your self-image on how others see you; you have an accurate sense of your limits and strengths, and so a more realistic self-confidence; you are clear about your sense of purpose and values, which helps you be more decisive. Cognitive scientists call this self-reflexive attention “meta-awareness.” We can watch our thoughts and feelings as they come and go, and know where our attention focuses—and change that focus if we want. This deliberate control of the beam of our attention is a mental skill. Think of our mind as a sort of gym, a place where we can practice in ways that will bulk up our mental capacities. The research on flow, you may recall, revealed that the person’s focus while in flow was 100 percent. They were one-pointed, fully present to the moment. Such absorption indicates meta-awareness, that ability to monitor and manage your own focus. But we don’t need that diamond-like beam of focus all the time: a stronger muscle for attention boosts the odds that we can get into an optimal state. Focus—paying attention where and when we want to—has endless uses. Deliberate concentration on whatever may be important to us at the moment lets us do our best; being distracted worsens our effort. Having control of our attention is for the mind what cardiovascular fitness is for the body; just as a fit heart enhances any physical task, full focus enhances whatever we do.”

“O primeiro movimento para um novo território implica o abandono de uma agradável rotina e a luta contra a inércia dos caminhos já trilhados; este pequeno ato de atenção exige aquilo a que a neurociência chama «esforço cognitivo». Essa esforçada componente de domínio executivo liberta a atenção, permitindo-lhe vaguear à vontade e percorrer novos caminhos.”

“Se tivermos uma atenção mais plena acerca de como usamos o nosso dinheiro, teremos menos probabilidades de nos deixarmos levar por anúncios sedutores de produtos que não nos farão sentir mais felizes. A atenção plena conduzir-nos-ia a desejos materiais mais modestos e a gastar mais tempo e energia a realizar as nossas necessidades mais profundas e mais satisfatórias no que respeita ao sentido das coisas e relações.”

“A atenção plena permite-nos quebrar o fluxo de pensamentos que poderiam, caso contrário, levar-nos a ficar prisioneiros da infelicidade, transformando a nossa relação com o próprio pensamento. Em vez de sermos arrastados por esse fluxo, conseguimos parar e ver que isto são apenas pensamentos – e escolher agir ou não de acordo com eles.”

“A atenção plena desenvolve a nossa capacidade para observar a nossa experiência momento a momento de uma forma imparcial e não reativa. Praticamos o abandono dos pensamentos acerca de qualquer coisa em particular e abrimos o foco àquilo que nos vier à mente no fluxo da consciência, sem nos deixarmos perder no curso de pensamentos acerca de qualquer coisa em particular.”

“A mente absorta, sob a forma de mente divagante, poderá ser a maior fonte de desperdício da atenção no local de trabalho. O foco da nossa experiência no aqui e agora – como a tarefa em mãos, a conversa que estamos a ter, ou chegar a consenso numa reunião – exige que desliguemos a lógica do «tudo a meu respeito» de coisas mentais irrelevantes para aquilo que se passa no presente.”

“Outrora, a sobrevivência dos grupos humanos dependia da sintonização ecológica. Hoje, podemos dar-nos ao luxo de viver bem utilizando auxiliares artificiais. Ou parece que podemos dar-nos a esse luxo. Pois as mesmas atitudes que nos tornaram confiantes na tecnologia atraíram-nos para a indiferença em relação ao estado do mundo natural – pondo-nos em perigo.”

“A forma como nos vemos na hierarquia social parece determinar o grau de atenção que damos: mais vigilantes quando nos sentimos subordinados, menos quando nos sentimos superiores. Em suma, quanto mais nos preocupamos com alguém, mais atenção lhe prestamos – e quanto mais atenção lhe prestamos, mais nos preocupamos. A atenção entrelaça-se com o amor.”

“Quando os músicos de jazz foram comparados com os músicos clássicos quanto a funções cerebrais, mostraram mais indicadores neuronais de consciência de si mesmos. Conforme disse um músico de jazz, «no jazz, é preciso sintonizarmo-nos quanto ao que o nosso corpo está a sentir, para sabermos quando avançar para um solo».”

“Os riscos inteligentes baseiam-se numa alargada e voraz recolha de dados confrontados com um sentido intuitivo; as decisões estúpidas são construídas de uma base demasiado restrita de dados. A reação franca daqueles em quem confiamos e respeitamos cria uma fonte de consciência própria que nos protege de dados de informação enviesados, ou de pontos de partida questionáveis.”

“Capturar uma mente divagante em ação é ardiloso; quase sempre, quando estamos perdidos em pensamentos, não conseguimos perceber que a nossa mente começou a vaguear no momento em que isso aconteceu. Notar que a nossa mente divagou assinala uma mudança na atividade cerebral; quanto maior for esta metaconsciência, mais fraca se torna a divagação da mente.”

“Situações que não exigem uma constante focagem na tarefa – em particular quanto às tarefas aborrecidas ou rotineiras – deixam a mente livre para vaguear. (…) Dado que o sonhar acordado compete pela energia neuronal com o foco em tarefas e a perceção sensorial, não admira que, quando sonhamos acordados, cometamos mais erros em tudo aquilo que exija mais da nossa atenção focada.”

“Fazer amor é outra das atividades em que ser demasiado analítico só atrapalha. (…) Relaxar e fazer amor correm melhor quando nos limitamos a deixar que as coisas aconteçam – sem tentar forçar. O sistema nervoso parassimpático, que é ligado durante estas atividades, age geralmente de forma independente do sistema executivo do nosso cérebro, que pensa sobre isso.”

“Daydreaming defeats practice; those of us who browse TV while working out will never reach the top ranks. Paying full attention seems to boost the mind's processing speed, strengthen synaptic connections, and expand or create neural networks for what we are practicing.”