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Poema Quotes

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Poema Quotes

“No lo creo todavía estás llegando a mi lado y la noche es un puñado de estrellas y de alegría palpo gusto escucho y veo tu rostro tu paso largo tus manos y sin embargo todavía no lo creo tu regreso tiene tanto que ver contigo y conmigo que por cábala lo digo y por las dudas lo canto nadie nunca te reemplaza y las cosas más triviales se vuelven fundamentales porque estás llegando a casa sin embargo todavía dudo de esta buena suerte porque el cielo de tenerte me parece fantasía pero venís y es seguro y venís con tu mirada y por eso tu llegada hace mágico el futuro y aunque no siempre he entendido mis culpa y mis fracasos en cambio sé que en tus brazos el mundo tiene sentido y si beso la osadía y el misterio de tus labios no habrá dudas ni resabios te querré más todavía.”

“ARTE MAGNÉTICA DE tanto amar y andar salen los libros. Y si no tienen besos o regiones y si no tienen hombre a manos llenas, si no tienen mujer en cada gota, hambre, deseo, cólera, caminos, no sirven para escudo ni campana: están sin ojos y no podrán abrirlos, tendrán la boca muerta del precepto. Amé las genitales enramadas y entre sangre y amor cavé mis versos, en tierra dura establecí una rosa disputada entre el fuego y el rocío. Por eso pude caminar cantando.”

“Você conheceu algum poema-veneno que faria explodir minha prisão num maço de miosótis? Uma arma que mataria o rapaz perfeito que mora em mim e me obriga a asilar todo um aglomerado de animais? As andorinhas se aninham debaixo de seus braços. Aí elas construíram um ninho de terra seca. Lagartas de veludo cor de tabaco mesclam-se nos cachos dos seus cabelos. Sob seus pés um enxame de abelhas, e ninhadas de víboras atrás dos seus olhos. Nada o emociona. Nada o perturba a não ser as meninas fazendo a primeira comunhão, pondo a língua para o padre, ajuntando as mãos, baixando os olhos. Faz frio como na neve. Sei que ele é sorrateiro. O ouro mal o faz sorrir, mas se ele sorrir, terá a graça dos anjos. Que cigano seria suficientemente veloz para livrar-me dele com um punhal inevitável? É necessário velocidade, uma boa pontaria, uma bela indiferença. E... o assassino ocupou seu lugar. Voltou esta manhã de uma volta pelas espeluncas onde viu marinheiros, putas, uma delas deixou no seu rosto o traço de uma mão sangrenta. Ele pode partir para bem longe mas é fiel como um pombo. Outra noite, uma velha atriz colocou uma camélia na sua lapela. Eu quis amassá-la: as pétalas caíram sobre o tapete (mas que tapete? Minha cela é pavimentada de pedras achatadas) em grossas gotas de água transparentes e mornas. Agora, apenas ouso olhar para ele, pois meus olhos atravessam sua carne de cristal e estes ângulos rígidos perfazem tantos arcos-íris que eis por que choro. Fim. Pode não parecer grande coisa para vocês, mas este poema me aliviou. Eu o caguei.”

“La mesa consumida por el fuego Las marcas en el cuerpo de mi padre La rápida confianza en los escombros Las frases en el muro de la infancia El ruido de mos dedos vacilando Tu ropa en los cajones de otra casa El ruido interminable de los autos La cálida esperanza de volver Sin pasos sin camino de memoria La larga convicción de que esperamos Que nadie reconozca en nuestra cara La cara que perdimos hace tiempo”

“la clase es un mecanismo de control ideológico que consiste en decirle privilegiados a los trabajadores menos oprimidos y decirles que si se quejan van a perder sus privilegios que son en realidad una opresión menor y una clasificación que les dice que no son pobres porque si lo resultará que no tendrán lo que tienen: tendrán hambre”

“Tempo Perdido. Perdi o tempo, em que me lembro lembranças renascendo um espírito dizendo, algo que não recordo. Do tempo em que acordo. Acabo e imploro por algo que está morrendo. Não é a sorte aparecendo, talvez a esperança adormecendo mais uma vez eu não lembro um dia que não acordo. Talvez, o sonho esteja me dizendo Hoje, não me surpreendo nada de mais acontecendo só mais uma alma morrendo o alarme espero, logo. Tempo perdido. Overdose, uma Superdosagem. Mais uma falta de vontade e toca o alarde da vida, a maquiagem. Escrevo essa passagem esta breve miragem Na busca por qualidade, na falta de verdade. Me falta sabedoria, o verso no instinto perverso, escrevo um acesso mais uma vez eu peço no meu mais novo retrocesso, busco acesso falta nexo sequer vejo reflexo, do espelho, a miragem. Da falta de vontade escrevo essa passagem na passageira viagem da vida que falta ser vivida deixo minha amiga mais uma vez, deixo a vida. e desisto solto no impulso remoto, do controle remoto destruí e confronto o eu e a vida. O Eu, que me falta. vejo que sou fraca me falta guarda letra verso conteúdo, desisto do mundo. Do bueiro, o ruído. falta amigo não faz nem sentido. O ser sequer faz sentido. O botão mudo vira amigo do silêncio. a luz dispenso a vida repenso neste mundo tão denso falta densidade, nunca tive nem verdade. Sequer sagacidade, nesse mundo de tanto alarde discordo dispenso desligo meu senso minha vida repenso aperto o botão de silêncio. O Epitáfio escrevo agora A hora chega, quase nova na falta de memória. a vela acende agora acendo minha folha, folheada. de memórias, fotos e tentativas. Sei que não foram significativas, mas foram minhas narrativas de uma tentativa de vida morta a visão pode ficar torta. Turva. Me acidento nessa curva, tentei ficar muda mas agora fico muda pra sempre. Em um instante de repente, Mais um animal no recipiente Uma miragem torna-se ausente em um breve momento, a água corrente caí mais uma goteira se esvai tentei seguir o meu pai Neste mar, o peso com o fundo se atrai. Desce. Minha alma até esquece. tentei rezar a prece mas nada demais acontece. A vida se despedaça. Esqueço até da cachaça, do entorpecente. Contínuo um ser doente, mas nada se desprende mais uma alma que se vende Porque que não basta viver pra sonhar. Sequer soube me transformar. tentei muito amar, mas não passou de tentar. A tentativa não construtiva, Tentei até ser artista. mas não passei de promíscua por buscar alguma verdade. No fundo, não passou de uma vontade. Mais uma simples miragem. Uma auto sabotagem em que não quis prosseguir, na verdade. Peço desculpas ao meu irmão, Juro que tentei de coração te encontrar um dia Quem sabe construir até uma família fiz tudo que eu podia foi uma tentativa incorreta mais uma verdade incerta que a vida desconecta e acaba o néctar e a abelha morre a esperança ou sorte se encolhe e acaba a dança da vida, por procurar uma amiga. ou uma família, sequer. Se esvai como fumaça pela chaminé.”

“¡Háblenme de los hebreos en el desierto! ¡Háblenme de los pobres que mueren de hambre y de frío! ¡Háblenme de los clavos de Cristo! ¡Háblenme de los condenados a la hoguera! ¡Háblenme de las madres con sus hijos muertos! ¡Yo! ¡Sólo yo sufro! Yo, que estoy tomando un exquisito café y aspirando la dulce fragancia de este cigarrillo. Yo, que planeo una perfecta apertura social para la próxima semana. ¡Yo! ¡Sólo yo sufro! Yo, que mientras escribo sonrío a una mosca que mastica azúcar y lloro de soslayo para no humedecerla. Yo, sentada, ignota y primaveral riendo de mi jactancia extravagante pero mía. ¡Yo, sólo yo sufro! ¡Háblenme de gitanas sucias y despatriadas! ¡Háblenme de estrellas sin cielo! ¡Háblenme de flores sin pétalos! ¡Yo, sólo yo sufro! ¡Sí! Acá, en mi verde umbrío rincón. ¡Sí! Acá, mientras vivo danzando en la cuerda. ¡Sí! Acá, mustia y pegajosa, llorosa y dolorida. ¡Yo! ¡Sólo yo sufro! umbrío vidrio estridente marea al filo sin son de la tarde muerta tres dríades duermen sentadas en mi ser cansado ya sin llanto sombría y terrestre adrede me extraigo una verde sonrisa sangrante ¿dónde vas, labio muerto sin fondo? ¿dónde vas, impetuoso lanzallamas? Alejandra: recuerda. Recuerda bien todo lo que has oído. Primeramente, debes aprender a separar el sueño de la vigilia. Recuérdalo, y no pienses que «estás desnuda o llevas un traje de vidrio».”

“Ele chorou um pouco. Era um belo homem, com barba por fazer e abatidíssimo. Via-se que havia fracassado. Como todos nós. Ele me perguntou se podia ler para mim um poema. Eu disse que queria ouvir. Ele abriu uma sacola, tirou de dentro um caderno grosso, pôs-se a rir, ao abrir as folhas. Então leu o poema. Era simplesmente uma beleza. Misturava palavrões com as maiores delicadezas. Oh Cláudio, tinha eu vontade de gritar – nós todos somos fracassados, nós todos vamos morrer um dia! Quem? mas quem pode dizer com sinceridade que se realizou na vida? O sucesso é uma mentira”

“Que la noche arroje agua brusca, que deseando anhelo se enardezca, que de pasión salten chispas rosadas y luego nos acaricie un sueño cansado. Y oyendo de las ramas deshojadas su tristeza me agarraré a ti, rompiendo tu dureza. Palabras de amor me susurrarás y tan querida me abrazarás. Que venga la aurora ardiendo y tu te despiertes con sonrisa y con alegría que mi alma has abierto. ¡Que nos bese ansiosa la brisa! Que se dispersen rendidos y silenciosas recuerdos malos, tristes y aflicciones, que florezcan sueños en nuestros corazones, que seamos siempre verdaderos y misteriosos”

“¿Para qué hablar? ¿Para qué hablar ahora? Escondidos en armaduras estamos y sueños atrevidos domamos. Pero ellos no se dejan, ellos como bestias en la armadura embisten y rompen los muros y las razones de nuestros fríos corazones. Y quieren volar como la estrella del perdón universal, y quieren brillar como faro en la costa para que nadie se pueda extraviar en la prosa perturbada de la noche.”

“DÍA A DÍA Decir que el tiempo es río es decir nada, ni nace ni termina su corriente, fluye desde horizontes infinitos y seguirá, sin duda, hasta el olvido, nacer nadie lo vio, ni le verá acabar, en él flotamos por confusos trechos, el tiempo de surgir y sumergirse es el de nuestra vida, tan pequeña, tan torpe, tan voraz, tan impaciente que apenas nace y a morir empieza. Feliz llamaban los antiguos vates al que joven moría, eran los dioses los que daban el don de no ir más lejos. El fin siempre es temprano, cada día es toda la vida en tiempo pleno, no hay más que el hoy, que este momento solo en que conozco que estoy vivo y siento. Cada día es el día y cada hora es la única hora de la vida, todo el ayer se fue en reminiscencia y el mañana no existe todavía. No llegamos a viejos, sólo somos en la invariable vaguedad del ser, los nombres son equívocos, las fechas hacen inerte cuenta sin sentido, no somos el de ayer ni el de mañana, somos el de hoy apenas, la vida empieza en cada amanecida y la conciencia muere en cada noche. Yo podría contar la historia vana de una vida que acaso fue la mía, pero que es tan ajena y tan extraña ante esta hora en que me nombro y busco. No se es viejo ni joven, se está vivo y soy yo, el de hoy, quien hace el mundo con mi mano segura o temblorosa, con la errada visión que siempre tuve, jugando el juego de ausencias y presencias que sólo para mí tiene sentido. Todo está en ti, día que amaneces, toda mi vida en mí sin sobra y falta, como fue en cada hora ya contada, como será en un siempre día a día.”

“A incerteza, afinal é o que me faz escrever. (...) escrevo porque estou perdido. Escrevo porque não sei ler mapas. Acredito, finalmente, que a ficção histórica me ajuda a compreender o presente. O que mais me surpreende é descobrir a actualidade de muitas das questões com que as pessoas se debatiam em Angola no século XVII. (...) o poeta (...) usa a palavra para iluminar a solidão.”

“To count the stones losing count is the sense of our life: the algebra of our displacements. To follow paths losing sense is the circumvolution, the evolution: the logic of our moments. But. No. There is no symmetry in our acts. Never the chance of steps that surprise us to salt. Our time machine. Forward. Never backward the meat machine. No turning back. No turning back. There is no remedy: death is an incurable asymmetry. Huge is the ticking of the Clock but but our time has the clutch, the vortex the saltwater of a wave that covers us. It reshapes and hollows out the face, like sand robs us of our flesh.”

“Contare i sassi perdendo il conto è il senso della nostra vita: l'algebra dei nostri spostamenti. Seguire percorsi perdendo il senso è la circonvoluzione, l'evolversi: la logica dei nostri istanti. Ma. No. Non c'è simmetria nei nostri atti. Mai il caso dei passi ci sorprenderà di sale. La nostra macchina del tempo. Avanti. Mai indietro la macchina di carne. Indietro non si torna. Indietro non si torna. Non c'è rimedio: la morte è un'asimmetria inguaribile. Enorme il ticchettio dell'Orologio ma ma il nostro tempo ha la stretta, il vortice l'acqua di sale di un'onda che ci copre. Rifà ed incava il viso, come sabbia ci porta via la carne.”