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O Quotes

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“O My Stars by Stewart Stafford Sweet stars of my youth I have aged, but you have not As a child, you were the wondrous dreams I aspired to In later life, you were still so bitterly distant Yet always mesmeric in your beauty With awe and gratitude for your companionship If there is another side, you shall be the celestial shore I walk upon With earthly depths beneath Where others see and dream and reach up for you. © Stewart Stafford, 2020. All rights reserved.”

“O método Socrático pode ser a melhor forma de desarmar os religiosos. "Matt Dillahunty, ex-cristão da igreja batista 1, agora um dos ateus mais influentes, menciona que questionar pode ser eficiente. Isso ajuda a pessoa a pouca a pouca perceber as contradições. Richard Carrier destaca que a curto prazo esses questionamentos podem não funciona, mas a longo prazo isso pode ter efeito2. Ele destaca que o fato da pessoa precisar defender suas posições religiosa e dogmática constantemente pode a longo prazo corroer a certeza que eles tem das estórias bíblicas. Vamos sempre lembrar que o cristianismo não se tornou o que é hoje por fazer sentido, mas por usar a força física. Agora, sem a força física, o cristianismo vai desaparecer, a pergunta é quando, a velocidade.”

“O Narciso contemporâneo se lança a esse lago perseguindo a imagem espetacular de si mesmo, essa imagem que projeta e que é a única que recebe retribuição, esse reflexo de si mesmo que, uma vez alcançado, se converte na encarnação da sua própria imagem perfeita, filtrada, enquadrada e postada no momento de máxima audiência. Nos convertemos em um reflexo aquoso de algo que nem sequer somos. E isso também está nos matando: a nós, a nossas redes, a esse mundo novo que sonhamos.”

“O Nastenka, Nastenka ! Savez-vous que vous m'avez, et pour longtemps, réconcilié avec moi-même? Savez-vous que, dorénavant, je ne penserai plus autant de mal de moi, comme cela m'arrivait de le faire ? Savez-vous que, peut-être, je cesserai de souffrir d'avoir commis un crime, un péché dans ma vie, parce qu'une vie comme la mienne est un crime, un péché ? Et ne croyez pas que j'exagère quoi que ce soit, au nom du ciel, ne croyez pas cela, Nastenka, parce que je vis parfois des minutes d'une souffrance telle, oh, d'une souffrance... Parce que je commence à croire dans ces minutes que je ne serai jamais capable de commencer à vivre une vraie vie [...]”

“O neglectful Nature, wherefore art thou thus partial, becoming to some of thy children a tender and benignant mother, to others a most cruel and ruthless stepmother? I see thy children given into slavery to others without ever receiving any benefit, and in lieu of any reward for the services they have done for them they are repaid by the severest punishments.”

“O negro, no entanto, é aquele que traz a marca do “corpo negro”, que expressa, escatologicamente, o repertório do execrável que a cultura afasta pela negativização. Vítima das representações sociais que investem sua aparência daqueles sentidos que são socialmente recusados, o negro se vê condenado a carregar na própria aparência a marca da inferioridade social. Para o indivíduo negro, o processo de se ver em um “nós” em relação às tipificações sociais inscritas no extremo da desejabilidade esbarra nessa marca – o corpo – que lhe interdita tal processo de identificação; ao mesmo tempo, a cultura incita-o a aderir aos signos da desejabilidade, pela injunção, própria das estruturas da cultura, que resulta do fato de que os signos desse sistema são introjetados pelos indivíduos no processo de socialização, como diz Rodrigues. Dessa forma, a cultura, que construiu a categoria “negro” enquanto um signo, produz, para o indivíduo negro, uma posição de ambivalência: oferece-lhe um paradigma – o da brancura – como lugar de identificação social; no entanto, por representar justamente o outro da brancura, tal identificação é, ipso facto, interditada, pois a distância entre os extremos na rede de tipificações, como se viu em Rodrigues, deve ser mantida. Preso às malhas da cultura, o negro trava uma luta infinda na tentativa de se configurar como indivíduo no reconhecimento de um “nós”. Seu corpo negro, socialmente concebido como representando o que corresponde ao excesso, ao que é outro, ao que extravasa, significa, para o negro, a marca que, a priori, o exclui dos atributos morais e intelectuais associados ao outro do negro, ao branco: o negro vive cotidianamente a experiência de que sua aparência põe em risco sua imagem de integridade. Se a cultura lhe atribuiu uma natureza que é da ordem do inaceitável, esses sentidos são introjetados pelo negro e vão, necessariamente, produzir configurações psíquicas particulares. Nesse processo em que a cultura o captura, o negro recusa sua própria imagem e permanece cativo do fantasma da inferioridade, de que seu corpo é, socialmente, a marca.”

“O never harm the dreaming world, the world of green, the world of leaves, but let its million palms unfold the adoration of the trees It is a love in darkness wrought obedient to the unseen sun, longer than memory, a thought deeper than the graves of time. The turning spindles of the cells weave a slow forest over space, the dance of love, creation, out of time moves not a leaf, and out of summer, not a shade.”

“O’ Nine of Sacred Woods... When nine of magic woods combine, they create a spell, divine. To use to conjure up the best of all the forest’s great defense. To keep protected and ensure that light and life indeed endures. From Alder, Rowen, Willow, Birch to Hazel, Holly, Hawthorne’s perch. And then there’s Ash, the forest’s Queen, accompanied by the Oak, it’s King. They come together in glen and grove, to grow in such a treasure trove. So, use their force, their strength, and grain, to ensure your powers never wane.”

“o not preoccupy yourself with wants or expectations. The world won't abide by the standards, you set in any case, whether you set them too low or too high. It will break them every time for the simple fact that our true essence has no desire, hope or expectation for anything. It has no selfish inclinations of any kind. Everything, it experiences, is a passing phase, not its real identity.”

“O objetivo dos retratos das famílias burguesas nos séculos XVIII e XIX era confirmar uma imagem ideal do modelo (proclamando o seu estatuto social e embelezando a sua aparência); em função deste propósito, é fácil compreender porque é que as pessoas não sentiam necessidade de ter mais do que um retrato. O que o registo fotográfico confirma é, mais modestamente, que a pessoa existe; por isso eles nunca são demais.”

“O olho é o limite. O mundo caiu do céu vindo parar dentro de meu olho, junto desceram pássaros diurnos e noturnos; nenhum deles me livrou do meu suplício, nem lhe carregou a culpa; não levantaram vôo nunca mais, minhas membranas grudaram em suas patas. Fiquei com a natureza em mim, o olhar de medo, distante das coisas, saturado de ar, esvoaçado e flutuante, ciscos e ciscos, cílios caídos dentro do vulcão, as constelações mortas, as luzes apagadas. Isso me pesa, não porque o universo seja desproporcional ao que posso ver, mas porque me enche de remorsos não poder vê-lo por inteiro. Esforço-me em ver, não posso ver o que deveria, os escombros estão sob a tarja azul que apareceu sobre minha retina, a cada movimento me torno mais incapaz; além de tudo, o cansaço da ação do olhar, acrescido da incompreensão dos caminhos de ver, dá-me muito sono.”