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O Quotes

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“O love, whose lordly hand Has bridled my desires, And raised my hunger and my thirst To dignity and pride, Let not the strong in me and the constant Eat the bread or drink the wine That tempt my weaker self. Let me rather starve, And let my heart parch with thirst, And let me die and perish, Ere I stretch my hand To a cup you did not fill, Or a bowl you did not bless.”

“O lócus que tradicionalmente habita o vampiro, essencialmente noturno, também perpassa o desconhecido: não tememos a escuridão apenas devido à falta de estímulos visuais que nos priva da percepção de possíveis ameaças, mas também porque ela dá vida e amplifica nossos próprios medos, concretizando no invisível aquilo que nos perturba no íntimo. Assim, se a noite é esse “espaço-tempo em que o terror se sente à vontade”, os terrores que nas sombras me alucinam poderão ser vastamente distintos dos teus, mesmo que juntos a desbravemos.”

“O madness to think use of strongest wines And strongest drinks our chief support of health, When God with these forbidden made choice to rear His mighty champion, strong above compare, Whose drink was only from the liquid brook.”

“O maior momento de eureka é descobrir a si mesmo”

“O mais corrente neste mundo, nestes tempos em que às cegas vamos tropeçando, é esbarrarmos, ao virar a esquina mais próxima, com homens e mulheres na maturidade da existência e da prosperidade, que, tendo sido aos dezoito anos, não só as risonhas primaveras do estilo, mas também, e talvez sobretudo, briosos revolucionários decididos a arrasar o sistema dos pais e pôr no seu lugar o paraíso, enfim, da fraternidade, se encontram agora, com firmeza pelo menos igual, repoltreados em convicções e práticas que, depois de haverem passado, para aquecer e flexibilizar os músculos, por qualquer das muitas versões do conservadorismo moderado, acabaram por desembocar no mais desbocado e reaccionário egoísmo.”

“O Major convidara os estancieiros mais próximos, e assim a capela encheu-se de cadeiras, e foi preciso que as crianças ficassem pelo chão, junto com os cachorros. O Maestro ostentava a casaca nova, e, ao entrar pelo corredor central, com as músicas debaixo do braço, caminhando para sua orquestra como para oficiar uma missa, todos se compenetraram: jamais haviam visto algo semelhante. Os notáveis que, de fato, ainda abominavam o Maestro, agora intrigavam-se com aquela dignidade. – “Ele deu vida a esta capela” – disse o Major ao Vigário, que concordou com um movimento de cabeça e pôs o indicador frente aos lábios: o Maestro, já de costas para os convidados, esperava que cessassem as tossidelas e os murmúrios; depois, ergueu as mãos num gesto elegante e decidido, e os instrumentistas perfilaram-se nas pontas das cadeiras. Ficou assim, imóvel, por um momento; depois, muito lentamente, acariciando o ar, baixou os braços – e as rabecas deram início a um andante cantabile mal audível, lascivo, complicado por appogiaturas que se enredavam nas notas. Na plateia, ninguém se animava a um só movimento. A melodia cresceu, ganhou inesperada rapidez, e logo um festivo allegro retumbava pela capela, num estrépito de tambores e cornetas. O Maestro luzia de suor, transfigurando-se pelo fogo de seus movimentos, que varriam o espaço acima das cabeças; seu colarinho saía para fora da gola, e surgiram os punhos da camisa. E a música foi-se desdobrando em ondas, ganhando matizes delicados, para logo ressurgir com mais força, avançando ao limite do suportável. Em poucos minutos atingiu um paroxismo sonoro que fazia vibrarem os vidros das janelas. Quando os ouvintes já se entreolhavam em desespero, tudo acabou num triunfante e ensurdecedor acorde de toda a orquestra. No silêncio imediato, seguiu-se o grito do Major: – “A la fresca!”. A audição continuou, agora com obras ligeiras, onde se percebia sua anterior destinação à banda. Aí sim, os ouvintes sentiram-se mais à vontade, e os homens autorizavam-se a marcar os compassos, batendo com os pés na laje do piso. O Maestro pretendeu agradar os brios gaúchos e atacou o hino da República Rio-Grandense, o que fez com que os convidados, ao comando do Major, se levantassem para ouvir a música do Mendanha.”

“O man, do you believe that Christ is God? If you believe, fear, and keep His commandments? there is no other God but He (cf. Dt. 4:35). To Him no one is equal, nor can become equal (cf. Is. 40:18). He is Ruler of all things, the Judge of all, the King of all, the Maker of light and the Lord of life. He is the Light that is ineffable, inaccessible (cf. I Tim. 6:16), and He is the Only One. By His appearing He causes all His enemies to vanish before His face (cf. Ps. 68:2 f.), as well as those who do not perform His commandments, just as the sun when it rises drives away the darkness of night.”

“O marvelous Sacrament! How can I find words to praise you! You are the life of the soul, the medicament healing our wounds, our comforter when we are overburdened, the memorial of Jesus Christ, the proof of his love, the most precious precept of his testament, our companion in the pilgrimage of life, the joy sustaining us in our exile, the burning coal kindling the fire of divine love, the instrument of grace, the pledge of eternal bliss and the treasure of Christians”