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O Quotes

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“O poor, unthinking human heart! Error will not go away, logic and reason are slow to penetrate.We cling with both arms to false hope, refusing to believe in the weightiest proofs against it, embracing it with all our strength. In the end it escapes, ripping our veins and draining our heart's blood; until, regaining consciousness, we rush to fall into snares of delusion all over again”

“O powerful goodness! Bountiful Father! Merciful Guide! Increase in me that wisdom which discovers my truest interest. Strengthen my resolution to perform what that wisdom dictates. Accept my kind offices to thy other children as the only return in my power for thy continual favours to me.”

“O prejudice, prejudice, prejudice, how many hast thou destroyed! Men who might have been wise have remained fools because they thought they were wise. Many judge what the gospel ought to be, but do not actually enquire as to what it is. They do not come to the Bible to obtain their views of religion, but they open that Book to find texts to suit the opinions which they bring to it. They are not open to the honest force of truth, and therefore are not saved by it.”

“O primeiro movimento para um novo território implica o abandono de uma agradável rotina e a luta contra a inércia dos caminhos já trilhados; este pequeno ato de atenção exige aquilo a que a neurociência chama «esforço cognitivo». Essa esforçada componente de domínio executivo liberta a atenção, permitindo-lhe vaguear à vontade e percorrer novos caminhos.”

“O principal é não mentir. Quem mente para si mesmo e dá ouvido à sua própria mentira chega a tal extremo que não consegue ver nenhuma verdade em si ou naqueles que o rodeiam e, por conseguinte, perde completamente o respeito por si e pelos outros. (...) Quem mente a si próprio pode ser o primeiro a ofender-se. Às vezes, é tão agradável uma pessoa se ofender, não é verdade? O indivíduo sabe que ninguém o injuriou, que tudo não passa de simples invenção, que ele próprio mentiu e exagerou apenas para criar um quadro, para fazer de um grão uma montanha - sabe tudo e, no entanto, se ofende. Ofende-se a ponto se sentir prazer na ofensa e, desse modo, atinge o verdadeiro ódio...”

“O problema colocado pela carne se tornou abstrato: não há um animal individual, não há uma expressão singular de alegria ou sofrimento, uma cauda sendo abanada, não há um grito. A filósofa Elaine Scarry observou que: 'a beleza sempre ocorre no particular'. A crueldade, por outro lado, prefere a abstração. Algumas pessoas tentaram preencher essa lacuna, caçando ou matando elas próprias os animais, como se essas experiências pudessem de algum modo legitimar o esforço de comê-los. Isso é uma tolice. Assassinar alguém com certeza provaria que você é capaz de matar, mas não seria a forma mais razoável de entender por que você deveria ou não o fazer. Matar você mesmo um animal é, com mais frequência, um modo de esquecer o problema fingindo lembrar-se dele. O que talvez seja mais pernicioso do que a ignorância. É sempre possível acordar alguém que está dormindo, mas nenhum barulho vai acordar alguém que finge estar dormindo.”

“O problema é que a maioria das pessoas sequer sabe onde quer chegar, exatamente pelo fato de desconhecer os próprios valores. Logo, as pessoas acabam vivendo uma vida “comum” que geralmente é assim: nascer, crescer, estudar, trabalhar, esperar final de semana para “descansar” para continuar trabalhando, até chegar um dia para aposentar e morrer. Às vezes se casam “porque tem que casar”, “têm filhos porque faz parte”... etc”

“O problema é que o mundo é um sítio muito mais complicado do que um tabuleiro de xadrez, e a racionalidade humana não consegue compreendê-lo verdadeiramente. Assim, até os líderes racionais acabam, frequentemente, por fazer coisas muito estúpidas. (…) O desfecho pacífico da Guerra Fria mostra que, quando os seres humanos tomam decisões acertadas, até os conflitos entre superpotências podem ser resolvidos a bem.”

“O processo de identificação é infantil, mas não é inteiramente ingênuo, porque não pode ocupar toda a minha mente. Enquanto parte de minha mente está criando gente de ficção, falando e agindo como meus heróis e em geral tentando se colocar na pele de outra pessoa, outra parte está cuidadosamente avaliando o romance como um todo - supervisionando a composição, imaginando como o leitor vai ler, interpretando a narrativa e os atores e tentando prever o efeito de minhas frases. Todos esses cálculos sutis, envolvendo o aspecto planejado do romance e o lado sentimental-reflexivo do romancista, revelam uma auto consciênciaque está em direto contraste com a ingenuidade da infância. Quanto mais o romancista consegue ser, ao mesmo tempo, ingênuo e sentimental, melhor ele escreve.”

“O processo de integração de novas tecnologias nos negócios e na sociedade está longe de ter terminado. Novas tecnologias estão a generalizar-se mais rapidamente do que podem ser aprendidas em qualquer escola. Entretanto, as vantagens das novas tecnologias para as empresas dependem muito da sua capacidade para formar a sua força de trabalho e mudar os fluxos de trabalho de acordo com as suas exigências.”

“O professor que ia me permitir usar seu horário me disse que foi agredido por alunos ao trazer o assunto na sala de aula, depois ele mesmo me agrediu no WhatsApp depois de ler meu livro, o que achei bem bizarro uma vez que ele disse não ter religião, e se ofendeu com meu livro. O que pode ter ocorrido: parentes, pessoas próximas, são religiosas, e ele se ofendeu por eles. Eu mesmo nunca sendo cristã, já me ofendi quando vi outras pessoas fazendo piadas de cristãos. Isso mostra o poder do cristianismo na sociedade, de adestramento: mesmo quem não pratica se submete, e defende. Isso mostra o tamanho do estrago mental-coletivo que o cristianismo já causou, como causou o racismo, machismo e mais.”

“O progresso das Luzes e o da felicidade não andam no mesmo passo; a euforia da moda tem como complemento o abandono, a depressão, a perturbação existencial. Há mais estimulações de todo gênero, mas mais inquietude de viver; há mais autonomia privada, mas mais crises íntimas. Tal é a grandeza da moda, que remete sempre mais o indivíduo para si mesmo; tal é a miséria da moda, que nos torna cada vez mais problemáticos para nós mesmos e para os outros.”

“O Prosperina, For the flowers now that, frighted, thou let'st fall From Dis's wagon; daffodils, That come before the swallow dares, and take The winds of March with beauty; violets dim, But sweeter than the lids of Juno's eyes Or Cytherea's breath; pale primroses, That die unmarried, ere they can behold Bright Phoebus in his strength--a malady Most incident to maids; bold oxlips and The crown imperial; lilies of all kinds, The flower-de-luce being one.”

“O príncipe fala de acordo com o que lhe ensinaram. [...] Os monarcas de sua raça têm pavor do mar, porque não podem esquecer que, em todas as histórias, Aslam veio de além-mar. Não se aproximam dele, nem querem que ninguém se aproxime. Por isso deixam crescer as florestas que os separam da costa. E porque brigam com as árvores têm medo dos bosques. E, porque têm medo dos bosques, acham que estes são povoados de fantasmas. E são os próprios reis que, odiando o mar, acreditam em parte nessas histórias e levam os outros a acreditar. Sentem -se mais seguros sabendo que ninguém em Nárnia ousa aproximar-se da costa e olhar o mar... olhar para o país de Aslam, para o nascente....”

“O pátio [da prisão] era cercado de entradas e saídas. Não dava a impressão de hermetismo, como se deveria esperar. É inevitável que se tenha uma ideia romântica de uma prisão, embora, como era o meu caso, não soubesse o que era o romantismo. Nem uma prisão, para ser sincera. Esta passava uma sensação de realismo exacerbada e destruidora; as ideias prévias, embora não as tivesse, ruíam.”

“O que a gente geralmente faz é usar todas as nossas emoções para exagerar todas as situações que aparecem na nossa frente. Quando bota um relacionamento no meio, o troço consegue piorar. Mas existe uma saída secreta, muitas vezes ignorada, que poucos conhecem e que, se não for usada com sabedoria, pode acabar em desgraça: é preciso não dar corda. Tudo que nosso drama emocional precisa é não ser incentivado de forma alguma. É tão simples, mas tão, tão simples, que a gente custa a acreditar.”