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A Quotes

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“Assez du culte des chaînes ! Assez de célébrer l’égoïsme ! Assez du culte de la division ! Assez de célébration des cadavres ! Renonçons à tous les dieux et idoles sectaires, Commençons un nouveau culte de l'amour et liberté. Soyons prophètes et messagers de l'harmonie, Soyons désintégrés au service de l’inclusivité.”

“Asshole.” “Just for that, I expect you to wrap that dirty mouth of yours around my cock tonight.” He narrowed his eyes on me. I couldn’t believe he’d just said that to me in a fancy restaurant where anyone might overhear. “Are you kidding?” “Babe,” he gave me a look that suggested I was missing the obvious, “I never kid about blowjobs.” Our waiter had descended on us just in time to hear those romantic words and his rosy cheeks betrayed his embarrassment. “Ready to order?” he croaked out.“Yes,” Braden answered, obviously uncaring he’d been overhead. “I’ll have the steak, medium-rare.” He smiled softly at me. “What are you having?” He took a swig of water. He thought he was so cool and funny. “Apparently sausage.” Braden choked on the water, coughing into his fists, his eyes bright with mirth as he put his glass back on the table. “Are you okay, sir?” The waiter asked anxiously. “I’m fine, I’m fine.”

“Assim como as mercadorias, o amor foi fetichizado pelo capitalismo. A cultura produz e molda desejos, incentivando as pessoas a buscarem e consumirem formas específicas de amor. O capitalismo criou aquilo que Karl Marx (1988) chamou de fetiche da mercadoria. A palavra “fetiche” vem do termo “feitiço” e é usada por Marx para descrever o processo pelo qual as mercadorias ganham uma aparência de autonomia e poder que obscurece as verdadeiras relações sociais e laborais que as produziram, para que as pessoas passem a comprar um produto não mais somente pela sua utilidade, mas pelo que é capaz de despertar em termos emocionais no comprador. Uma bolsa, por exemplo, não serve só para carregar coisas, ela é símbolo de status dependendo da marca que a produz. E, assim como a fetichização da mercadoria, a fetichização do amor conjugal tornou-se uma estratégia fundamental de produção subjetiva capaz de atuar como dispositivo de controle e sujeição dos corpos, principalmente os das mulheres, às narrativas construídas pelo capital com o objetivo de aumentar a produção e consumo. A fetichização do amor conjugal ocorre quando as relações amorosas e afetivas são transformadas em mercadorias ou produtos. Isso significa que o amor é comercializado e moldado de acordo com as necessidades do mercado, desvirtuando seu valor intrínseco e transformando-o em um meio de lucro e controle social. A estrutura familiar tradicional é, muitas vezes, promovida como um pilar da estabilidade social. No entanto, essa prática também serve aos interesses do capitalismo ao criar unidades de consumo previsíveis e controláveis.”

“Assim como todo excesso numa atividade costuma levar ao contrário do que se pretendia, as palavras servem de fato para tornar os pensamentos compreensíveis, mas só até certo ponto. Quando esse ponto é ultrapassado, elas tornam os pensamentos a serem comunicados mais e mais obscuros. Encontrar tal ponto é uma tarefa do estilo e uma questão da capacidade de julgar, pois toda palavra supérflua age diretamente contra seu objetivo.”

“Assisti a tudo, gotas de suor formando-se na testa. Queria dizer para pararem, mas não tinha voz. Estava emudecida, os meus dedos procurando em vão uma fenda que já não existia. Senti lágrimas nos olhos quando vi a explosão no ecrã. Fechei os olhos por momentos, e, mesmo assim, vi crianças que morriam queimadas nas ruas estreitas onde brincavam, ruas paralelas à da imagem inicial; as mães, arranhando a própria cara, que gritavam pelos filhos que não mais iriam ver; velhos esfarrapados, a boca aberta num grito perante os pedaços de corpos humanos e animais, emaranhados no fim. Vi um edifício explodir, fragmentos pesados em todas as direcções, acertando em formigas de movimentos velozes. Só que não eram formigas! Onde estava a compaixão? A empatia? E o cumprimento das convenções assinadas, das regras?”

“Associate only with positive, focused people who you can learn from and who will not drain your valuable energy with uninspiring attitudes. By developing relationships with those committed to constant improvement and the pursuit of the best that life has to offer, you will have plenty of company on your path to the top of whatever mountain you seek to climb.”

“Associate Professor Irene Ng from the Department of Social Work at the National University of Singapore (NUS) explains that 'As you put students into finer and finer categories, their social circle becomes more and more isolated... Even if they have good intentions to do so, their social circle is just so limited they will have limited empathy and understanding to help effectively people who are different to themselves.”