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N Quotes

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“No endings All seasons have ended, Life that began once, it too has ended, But in all these endings something is born, A new hope, a new desire, a new wish is born, Old visions have ended, Old realities do not exist anymore, they too have ended, Because sometimes the heart wants to seek more, So the mind ends the old, to be able to align itself with the heart a little more, Yesterday's dreams are over, their appeal has ended, All moments associated with all yesterdays and bygone days, have ended, But the feeling to seek a new end has surfaced, And to support this pursuit to seek a new end, a new beginning has surfaced, Past has become insignificant because it has ended, And before the present moments end too like the past that just now ended, The present has arrived, And with it many hopes too have arrived, But, her memories, her feelings, her sensations, none of them have ended, Because she appeared as the only beginning when everything had ended, So my new romance with her has begun, That begins with every new end, and I love whatever in its wake has begun, Tomorrow, today will have ended, Just like the moments that belong to the moment called now, will in the next moment have ended, But she is neither like today nor like the disappearing moments of time, She is the feeling that becomes more relevant and more anchored in the present, unlike the virtue of time! So let me love her until everything has ended, To know what actually begins when everything has ended, And be sure that it is my love for her that can never die or be confounded, These maybe lover’s solicitous feelings, and maybe it is due to them my love for her can never be confounded!”

“No engineer can go upon a new work and not find something peculiar, that will demand his careful reflection, and the deliberate consideration of any advice that he may receive; and nothing so fully reveals his incapacity as a pretentious assumption of knowledge, claiming to understand everything.”

“No entanto, a minha suprema ambição - o meu ideal inatingível até porque ideal, mas sempre presente como um limite - é a de um simples mineral, com a sua impassibilidade e a sua adesão à terra, a que acabarei por voltar não só por condição como por desejo profundamente, longamente sentido e só satisfeito no dia em que a minha voz passar a ser a voz da terra, mais importante, no fundo, do que todas as palavras que me houver sido dado proferir à sua superfície (...).”

“No entanto era o Vimeiro que não lhe saía da cabeça… O fumo dos mosquetes em disparos contínuos, apenas atrasados pelo recarregamento da pólvora. Os gritos de homens cujos projécteis se lhes iam alojar no ombro. As balas de metralha a silvar-lhes sobre as cabeças. As barbas dos portugueses, já de si escurecidas, manchadas de sangue. Os olhos e as palavras atabalhoadas dos homens de farda castanha que, completamente despreparados para a violência, tinham tombado. E ele vencera – a facção dele, anglo-saxónica, vencera. Vencera e os outros tinham retirado do campo de batalha, deixando-os a mexericar nos bolsos dos soldados que estavam desfigurados, a tentar interceptar alguma missiva importante que algum transportasse ou, simplesmente, como é muito natural ao homem, a tentar distinguir o reluzir de ouro aqui ou ali. Algumas correntes e relógios de patentes mais elevadas fizeram o dia aos vitoriosos, que voltaram a montar valorosamente os seus corcéis e partiram do campo de Batalha, com o brande em mente e o sangue pregado ao linho das camisas. Quanto a ele, continuava a ver a areia do solo árido de verão a espumar ao contacto do sangue quente. Via olhos vítreos e ouvia últimos sopros. Um soldado francês tinha-se-lhe agarrado ao braço e murmurara, apenas, o nome da provável noiva antes de se deixar morrer. Melhor assim, ou um qualquer inglês lhe dispararia uma última bala entre os olhos, que era também o que era esperado de si. Agoniado com o massacre, de boca seca e perguntando-se como poderia Napoleão enviar homens para aquele triste fim… deu-se conta de outra questão. Que faria, efectivamente, a Inglaterra ali? Porquê prestarem-se àquele desconforto, àquela bestialidade, para cumprirem uma velha aliança? Não haveria uma segunda intenção em toda essa generosidade?”

“No entanto, na mania real é comum o impulso de estabelecer ligações ir muito além das convenções da comunicação. Nos livros de memórias de sujeitos maníaco-depressivos, é notável a frequência com que há uma fala súbita e sugestiva que se dirige ao leitor, como se a narrativa pudesse e devesse ser interrompida por um apelo direto ao destinatário. É como aquele momento do filme Violência gratuita, de Michael Haneke, em que um dos homens que aterrorizaram uma família inocente vira-se de repente e se dirige diretamente à câmera. Tais recursos podem ser entendidos como um desdém pós-moderno pelas convenções narrativas, mas será que também não podemos ver neles um eco da necessidade que têm alguns sujeitos têm de apelar para seu público, de confirmar uma cumplicidade ou uma ligação? Quando a atriz Vivien Leigh, presa num agudo episódio maníaco, virou-se para falar diretamente com a plateia do teatro no meio da peça Tovarich, vemos a mesma necessidade de um receptor, a necessidade de criar e afirmar uma ligação com ele.”

“No entanto, uma mistura de ignorância reforçada pela bíblia (João 20:29) e um péssimo sistema educacional no Brasil somado com um desinteresse da comunidade científica em participar dos debates públicos torna o livro erroneamente científico, sem competidores.”

“No entendía por qué, pero sentía que algo lo llamaba al final de esa calle. Iluminada por la luna, tomaba un aspecto similar al de un río de leche que ejercía sobre él un magnetismo que jamás había sentido. Tal vez la imagen con ciertas similitudes a su Lihuel Calel natal, pensaba, pero inmediatamente esa impresión cambiaba para hacerle suponer que ese camino era mucho más que una calle de tierra: sentía que era el camino que debía recorrer para llenar, tapar, los baches de su existencia.”

“No entertainment is so cheap as reading, nor any pleasure so lasting.”

“No enthusiasm will ever stand the strain that Jesus Christ will put upon His worker, only one thing will, and that is a personal relationship to Himself which has gone through the mill of His spring-cleaning until there is only one purpose left--I am here for God to send me where He will.”

“No enunciation of the Truth will ever be complete, no method of training will ever be suitable for all temperaments, no one can do more than mark out the little plot of infinity which he intends to cultivate, and thrust in the spade, trusting that the soil may eventually be fruitful and free from weeds so far as the bounds he has set himself extend.”

“No episode is a priori condemned to remain an episode forever, for every event, no matter how trivial, conceals within itself the possibility of sooner or later becoming the cause of other events and thus changing into a story or an adventure. Episodes are like land mines. The majority of them never explode, but the most unremarkable of them may someday turn into a story that will prove fateful to you.”

“No era feliz, no lo había sido nunca. ¿De dónde venía, pues, aquella insuficiencia, de la vida, aquella instantánea podredumbre de las cosas en que se apoyaba?[...]. Cada sonrisa disimulaba un bostezo de aburrimiento, cada alegría una maldición, cada placer su propio asco, y los mejores besos no dejaban sobre los labios más que un delirio irrealizable de una voluptuosidad más alta.”

“No era sólo a tus padres a los que querías escribir, también a tus amigos, a tus primos y tíos. Pero no podías permitirte comprar suficientes perfumes, bolsos y zapatos para todos, y pagar el alquiler con lo que ganabas de camarera, de modo que no escribías a nadie. Por la noche algo se enroscaba alrededor de tu cuello. Algo que casi te asfixiaba antes de que te quedaras dormida.”