Quotessence
Home / Quotes / T Quotes

T Quotes

Browse famous quotes beginning with T. This page is a child index of the full Popular Quotes A-Z directory.

All T Quotes

“TZEDAKAH is a Hebrew word commonly translated as “charity.” One Jewish leader described tzedakah as having eight levels of charitable giving. The eighth and highest level of giving is described like this: “The highest form of charity is to help sustain a person before they become impoverished by offering a substantial gift in a dignified manner, or by extending a suitable loan, or by helping them find employment or establish themselves in business so as to make it unnecessary for them to become dependent on others.” Serve others in a way that helps them become self-reliant (or interdependent) and watch miracles happen for both you and them.”

“Tzedakah is different than charity. Charity comes from the word charitus, which means heart. Tzedakah comes from the word tzedek, which means justice, so when you are giving tzedakah, you are not just making the world a better place by contributing to hospitals, synagogues, churches, or your favorite cause. You are in a position of bringing justice to the world, becoming as God-like as possible.”

“TZN acknowledges that during its peak institutional period, Zen had close affiliations and received significant support from the elite classes in both China (among scholar/officials and literati during the Sung dynasty) and Japan (among samurai and those affiliated with the newly dominant Hōjō and Ashikaga warrior clans during the Kamakura and Muromachi eras, respectively). Even Dogen, known for his integrity and commitment to reclusion, could not have established Eiheiji temple without the benefaction of his chief patron, the one-eyed samurai retainer Hatano Yoshishige. The positive side of maintaining these connections is that Zen learned a mastery of organizational structure and techniques for community relations and outreach. Furthermore, the historical development of Zen in medieval Japanese society was somewhat different than in China, as Zen monks also formed strong affinities with outcasts and the downtrodden.”

Author:Steven Heine

“Tzu Chang asked Confucius about jen. Confucius said, "If you can practice these five things with all the people, you can be called jen." Tzu Chang asked what they were. Confucius said, "Courtesy, generosity, honesty, persistence, and kindness. If you are courteous, you will not be disrespected; if you are generous, you will gain everything. If you are honest, people will rely on you. If you are persistent you will get results. If you are kind, you can employ people.”

“Tzu Li went to see Tzu Lai who was dying. Leaning against the door, he said, 'Great is the Creator! What will he make of you now? Will he make you into a rat's liver? Will he make you into an insect's leg?' Tzu-Lai replied, 'The universe gave me my body so I may be carried, my life so I may work, my old age so I may repose, and my death so I may rest. To regard life as good is the way to regard death as good. . . . If I regard the universe as a great furnace and creation as a master foundryman, why should anywhere I go not be all right?'”

“Täglich ging die wunderschöne Sultanstochter auf und nieder Um die Abendzeit am Springbrunn, Wo die weißen Wasser plätschern. Täglich stand der junge Sklave Um die Abendzeit am Springbrunn, Wo die weißen Wasser plätschern; Täglich ward er bleich und bleicher. Eines Abends trat die Fürstin Auf ihn zu mit raschen Worten: Deinen Namen will ich wissen, Deine Heimath, deine Sippschaft! Und der Sklave sprach: ich heiße Mohamet, ich bin aus Yemmen, Und mein Stamm sind jene Asra, Welche sterben wenn sie lieben.”

“Tämä on elämäni täydellisin päivä, ajattelen, ja sinä iltana tuntemamme ilo, tiedämme niin molemmat, tunne kun suutelen hänen niskaansa, ihminen joka olen haistaessani hänen hiuksiaan, katseet jotka toisiimme luomme, parvekkeen pöydälle lasketun oluen maku, se miten huulemme koskettavat toisiaan sillä hetkellä, sammuvan illan liekissä, se ei pääty koskaan vaikka mikään siitä ei ole läsnä enää huomenna.”

“Tänä aikana oli näet huonoimmassa asemassa ihminen, joka tahtoi säilyttää silmänsä avoimina ja antoi jokaisen pitää uskonsa. Hänen kimppuunsa näet karkasivat kaikki syytellen ja solvaten häntä veltoksi ja välinpitämättömäksi, tyhmäksi ja paatuneeksi, kovakorvaiseksi ja luopioksi, kunnes hän kiusaantuneena repi vaatteensa ja ummisti silmänsä ja otti ristin tai sarven sen mukaan, miten laski tästä itselleen olevan vähimmin harmia.”

“tärkeämpää on puhua maailman tilasta kuin minusta minä olen joku vanha nainen ja kuolen kohta sataa lunta mitä olinkaan sanomassa niin että maailma se on pelastettava sillä lapset kasvavat eivätkä halua heti kuolla vaan elää elellä kasvattaa omat lapset ja puutarnan niin ehkä jopa puutarhankin senkin takia maailma on tärkeä ajatella eikä vain ajatella ei tosiaan vaan päättää viimeinkin mitä tehdään miten pelastetaan maailma meret ilma puutarhat niiden villit eläimet vilja lämmön lähteet suoja miten turva valo suoja kaikelle elolliselle ja sillekin mikä ei elä on pelkästään olemassa”

“Tínhamos medo de olhar ao redor, por pavor de mirar a cara de um amigo e ser encurralado por olhos que poderiam implorar por alívio em um momento e queimar de ódio no instante seguinte, como se aqueles que sucumbiam nos culpassem por nossa sorte e não quisessem nada mais deste mundo além de trocar de destino conosco. Ninguém era capaz de oferecer qualquer palavra de conforto; o gesto passaria despercebido no meio do barulho dos canhões. A mão pousada no ombro teria de ser o suficiente. Mas aqueles dentre nós que não estávamos feridos já nos fechávamos e evitávamos os atingidos, apesar de serem eles a precisar de consolo. Os vivos cerravam fileiras contra os marcados para morrer. Voltamos a carregar os canhões e apontamos, como os capitães ordenavam, mas tínhamos parado de pensar em termos de vitória ou derrota. Nossa batalha era fugir da visão dos feridos, e perguntas tiniam na cabeça, como um eco da destruição ao redor: Por que eles? Porque não eu? Mas nós não queríamos dar atenção a elas: queríamos sobreviver. Não existia nada além do que enxergávamos através de um cano de canhão. O álcool tinha executado sua magia abençoada. Agora bêbados, nos entregamos a um vazio nascido do terror. Velejávamos em um mar negro e só tínhamos um objetivo: não olhar para baixo e não nos afogar nele.”

“Tínhamos que encarar o rosto obsceno daquela realidade que nos tocou no destino. Aquele barquinho naufragado estava cheio de somalis, essa era realidade! Cheio de homens e mulheres, de seres humanos reduzidos a larvas. Aquela embarcação de papel estava cheia de gente com o nariz como o meu, com a boca como a minha, com os meus cotovelos. Todos nós da diáspora somali, no dia em que ficamos sabendo dessa notícia, não sabíamos o que fazer com os nossos corpos. Os que morreram nas costas da ilha de Lampedusa tinham provocado não somente uma comoção sem igual, mas um mal-estar. Por que eles morreram e nós estávamos vivos? Por que o destino nos dividiu em dois? A estação melhorou muitíssimo nos últimos anos. De uma parte, houve a restauração feita pela prefeitura, de outra, várias comunidades migrantes também se organizaram. Há lojinhas de todo tipo. Quer colocar aplique no cabelo? Quer um pouco de cardamomo para os chás condimentados do seu recanto? Quer um tecido com a história da rainha de Sabá para pendurar nas paredes de casa? Em Termini, encontram-se coisas fantásticas: de saris a raiz de rummay para escovar os dentes, e até goiabada que os brasileiros comem com queijo e chamam romanticamente de 'Romeu & Julieta'. E também quantidades infinitas de eenjera e zighinì. Moha, em sua época de ouro, pintou e bordou. Eu e minha mãe éramos espectadoras mudas das confusões que ele armava. Por um período, ele teve até três nomes. Louis para as mulheres que achavam que ele fosse sul-americano, Ali para as brancas que não sabiam pronunciar seu verdadeiro nome (e todas as vezes lhe diziam 'Que massa, como Ali Babá', e Amedeo para as mais duras na queda e experientes. Só disse seu nome verdadeiro à mulher que se tornou, por fim, a mulher da sua vida. 'Eu não queria estragar o nome. É o que me sobrou da Somália, além de vocês.”

“Tómate en serio, mujer. Recorre tus caminos interiores, tus sendas prohibidas, rasga tus vestiduras. abre tus heridas, exhibe tus miserias, ostenta tus arrugas, tus carnes flácidas, las redondeces conspicuas. Pierde todas las formas, inventa la tuya. La forma auténtica es tu libertad. Alcanza la rebelión de la feminista, como decimos las maestras del arte de envejecer: la edad no es un secreto vergonzoso. Piensa en la alternativa: la muerte”