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Política Quotes

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Política Quotes

“Nenhum governo quer que seus cidadãos estejam bem informados, porque se os cidadãos estiverem bem informados e começarem a pensar por si mesmos, os governos não terão o que fazer e o conceito de governo desaparecerá da face da terra. A própria existência de um governo ou estado é baseada na estupidez dos cidadãos - quanto mais burras as massas, mais poderoso é o governo.”

“Puede que sea imposible disfrazarse con una identidad sin convertirse en lo que se finge ser. Pensó en eso, le preocupó durante algunos días, y entonces escribió una columna utilizándolo como premisa para demostrar que los políticos que lisonjeaban a los rusos para mantener la paz acabarían inevitablemente supeditados a ellos. Fue una encantadora dentellada al partido en el poder, y recibió una gran cantidad de cartas de apoyo. Además, dejó de asustarle la idea de convertirse, en cierto grado, en Demóstenes. "Es más listo que Peter, y siempre lo creí así", pensó.”

“La naturaleza de la política en el período del caciquismo se ve muy bien ilustrada en la conocida historia del cacique de Motril, en la provincia de Granada. Cuando llegó el resultado de las elecciones, se las llevaron al Casino local. Las hojeó y, ante los expectantes correligionarios que le rodeaban, pronunció las siguientes palabras: «Nosotros, los liberales, estábamos convencidos de que ganaríamos las elecciones. Sin embargo, la voluntad de Dios ha sido otra. —Larga pausa—. Al parecer hemos sido nosotros, los conservadores, quienes hemos ganado las elecciones».”

“é exatamente a sua politicidade, a sua impossibilidade de ser neutra, que demanda da educadora ou do educador sua eticidade. A tarefa da educadora ou do educador seria demasiado fácil se se reduzisse ao ensino de conteúdos que nem sequer precisariam de ser tratados assepticamente e assepticamente “transmitidos” aos educandos, porque, enquanto conteúdos de uma ciência neutra, já eram em si assépticos. O educador neste caso não tinha por que, ao menos, se preocupar ou se esforçar por ser decente, ético, a não ser quanto à sua capacitação. Sujeito de uma prática neutra, não tinha outra coisa a fazer senão “transferir conhecimento” também neutro.”

“Pero que nadie se rasgue las vestiduras: no hay corrupto sin corruptor. Y corruptores tenemos de sobra. Sobre todo en sitios como este, donde las únicas fuentes de riqueza son el turismo y lo público. El turismo no siempre va bien. Oscila como una veleta. Cualquier cosa puede llevarse a nuestros guiris a otro lado. Pero lo público es una mina de oro. Siempre hay basura que gestionar, carreteras que arreglar, obras que hacer, gente a la que curar o cuidar o enseñar, dependencias que limpiar, vigilar, administrar. Y hace años que vendimos la moto de que esas cosas las hacen mejor las empresas privadas que los funcionarios”

“As tentativas, por parte de instituições internacionais, de forjar o crescimento económico obrigando prepotentemente os países pobres a adotarem políticas e instituições melhores não resultam porque não envolvem qualquer explicação das razões pelas quais as más políticas e instituições surgiram inicialmente, a não ser que os líderes desses países pobres são ignorantes. Daqui resulta que as políticas não são adotadas nem implementadas, ou são apenas implementadas nominalmente.”

“Fatalista, Getúlio preferia atribuir sua chegada ao poder máximo da República à mão caprichosa do destino, como se ele próprio fosse um predestinado. Mas, na verdade, sua ascensão fora fruto da combinação de uma série de circunstâncias e conjunturas históricas, em parte habilmente conduzidas com a ajuda de um impressionante senso de oportunidade e um quase inacreditável talento para conjugar a dissimulação, o estratagema e a prudência.”

“After all, what is a dollar but paper? A bullet can save your life. Bullets make weapons more significant, and that makes you more significant. A man's life - what is that worth? Another man exists only to the degree that he stands in your way. Life doesn't mean much, but it's better to take it from the enemy before he has time to deliver a blow.”

“Usually it is said that periodic droughts cause bad crops and therefore starvation. But it is the elites of starving countries that propagate this idea. It is a false idea. The unjust or mistaken allocation of funds and national property is the most frequent source of hunger. There was a lot of grain in Ethiopia, but it had first been hidden by the rich and then thrown on the market at a doubled price, inaccessible to peasants and the poor.”

“Pica, a la verdad, en historia la unanimidad con que todas las clases españolas ostentan su repugnancia hacia los políticos. Diríase que los políticos son los únicos españoles que no cumplen con su deber ni gozan de las cualidades para su menester imprescindibles. Diríase que nuestra aristrocacia, nuestra Universidad, nuestra industria, nuestro ejército, nuestra ingeniería, son gremios maravillosamente bien dotados y que encuentran siempre anuladas sus virtudes y talentos por la intervención fatal de los políticos. Si esto fuera verdad, ¿cómo se explica que España, pueblo de tan perfectos electores, se abstiene en no sustituir a esos perversos elegidos? Hay aquí una insinceridad, una hipocresía. Poco más o menos, ningún gremio nacional puede echar nada en cara a los demás. Allá se van unos y otros en ineptitud, falta de generosidad, incultura y ambiciones fantásticas.”

“A Odebrecht não era a única a agir assim. Praticamente todas as grandes construtoras tinham seu canal privilegiado com PC — OAS, Andrade Gutierrez e Cetenco estavam entre as mais próximas. E não só empreiteiras, mas também laboratórios farmacêuticos, montadoras de automóveis, mineradoras, empresas de ônibus. Havia esquemas para todos os gostos e necessidades. E um punhado de operadores, como o secretário de Assuntos Estratégicos Pedro Paulo Leoni Ramos, o PP, o secretário particular, Cláudio Vieira, o secretário-geral, Marcos Coimbra, ou Lafaiete Coutinho, presidente da Caixa Econômica Federal. Todos, claro, prestando contas a PC Farias. Aos empresários mais chegados — incluindo os executivos da Odebrecht —, o primeiro-amigo costumava dizer que o presidente da República lhe impusera uma meta: “O Collor quer ganhar do Quércia, que juntou 1 bilhão com a política”. Isso até o dia em que um dos mandachuvas da construtora foi visitar PC na casa que ele mantinha em São Paulo, no bairro do Morumbi, para “reuniões de negócios”. Ao rememorar o episódio anos depois, em uma entrevista, o empresário contou que chegou no final da manhã de um dia de semana e encontrou PC confraternizando com um grupo de pessoas, chacoalhando o copo de uísque à vontade e entre risadas. “PC, que diabo é isso aí?!”, ele foi perguntando, enquanto o outro lhe estendia um copo. “Estamos comemorando 1 bilhão de dólares de arrecadação.” Mais intrigado do que espantado, o empreiteiro fez de cabeça umas contas rápidas. “Mas com o que nós [as construtoras] lhe pagamos ainda não pode ter dado para juntar isso tudo.” PC riu. “Vocês são bestas, vocês são merda! Nossa maior fonte [de propinas], sabe qual é? As telefônicas! A quantidade de equipamentos que essas telefônicas têm de comprar é uma enormidade!”, respondeu PC, ligeiramente satisfeito por ensinar o pai-nosso ao vigário.5 No Rio de Janeiro, o presidente da estatal de telefonia, indicado por PC, era um jovem economista chamado Eduardo Cunha.”

“El mero concepto de un organismo de control me revuelve el estómago tanto como los idiotas que pueden defender un sistema basado en la vigilancia perpetua. Nadie vigila nunca en verdad. Es otra ilusión de verificación imposible. Solo aquellos con las capacidades, medios y conocimientos específicos pueden auditar algo así. ¿Qué queda entonces para todo el resto? Confiar ciegamente.”

“Dotado de hábil pragmatismo e de impressionante paciência histórica, preferia deixar suas opções políticas sempre em aberto, na expectativa de que o tempo oferecesse a oportunidade propícia para deliberações mais seguras ou até mesmo para futuras conciliações, por mais improváveis que estas aparentassem ser no momento.”

“Getúlio acendeu um charuto da marca Poock, de fabricação gaúcha, soltou uma baforada azulada e, depois de alguns segundos meditativo, respondeu: “Deves ter ouvido dizer que a política se assemelha a um jogo de xadrez. Indiscutivelmente, em alguns pontos se assemelham. Por exemplo: eu sou uma pedra que foi movida da posição que ocupava. E eles pensam que vou permanecer aonde me colocaram. É o grande erro deles. Não sabem que vamos começar um novo jogo — e com todas as pedras de volta ao tabuleiro.”

“Los historiadores de las ideas atribuyen fácilmente a los filósofos y a los juristas del siglo XVIII el sueño de una sociedad perfecta; pero ha habido también un sueño militar de la sociedad; su referencia fundamental se hallaba no en el estado de naturaleza, sino en los engranajes cuidadosamente subordinados de una máquina, no en el contrato primitivo, sino en las coerciones permanentes, no en los derechos fundamentales, sino en la educación y formación indefinidamente progresivas, no en la voluntad general, sino en la docilidad automática.”

“Se desarrolla entonces toda una problemática: la de una arquitectura que ya no está hecha simplemente para ser vista (fausto de los palacios) o para vigilar el espacio exterior (geometría de las fortalezas) sino para permitir un control interior, articulado y detallado (...); en términos generales, la de una arquitectura que habría de ser un operador para la transformación de los individuos: obrar sobre aquellos a quienes abriga, permitir apresar su conducta, conducir hasta ellos los efectos del poder, darlos a conocer, modificarlos.”

“Por eso, sobre todo por eso, necesitamos la política. Ese lugar donde vamos a decidir cuánta desigualdad estamos dispuestos a so- portar. Cuánto dolor estamos dispuestos a ver y cuánto dolor estamos dispuestos a padecer. Porque, tarde o temprano, termi- namos poniendo límites a las desigualdades. Los poderosos lo saben. Y les aterra. Así, con idas y venidas, vamos avanzando. Haciéndonos conscientes de nuestros límites y de nuestras posibilidades. Es ese optimismo que, como corriente de fondo, alimenta las razones para seguir remando.”

“no es sufciente apelar a las buenas intenciones de la población; más que nada necesitamos administrar sabiamente los cambios tecnológicos que ya están sucediendo a nuestro alrededor. En particular, utilizaremos el conocimiento sobre la información para reformar y consolidar plenamente la incipiente infósfera que ya existe a nuestro alrededor (el Internet) y desarrollar nuevos sistemas que serán la columna vertebral de este nuevo orden social.”

“Todavía hoy perduran en Latinoamérica y lastran su desarrollo económico actitudes y situaciones que obstruyen la actividad económica privada conducida de buena fe, y a la vez estimulan y premian a los negociantes inescrupolosos, a los traficantes de influencias, a los sobornadores de funcionarios públicos y defraudadores del fisco. Y frente a esto, la reacción espontánea del gobernante heredero de la tradición hispánica será aumentar los controles, las restricciones, las fiscalizaciones, sin advertir que no hay ninguna razón para que haya menor proporción de gente sobornable entre los controladores que entre los controlados, de manera que con cada nuevo trámite, con cada nueva restricción, crecen las probabilidades de corrupción y disminuyen las posibilidades de desenvolverse los ciudadanos sin recurrir a expedientes extraordiarios, aun para las gestiones más corrientemente necesarias [...]. Estas obstrucciones van a ser, cada una, la ocasión de una ofera o una solicitud de soborno. Y el funcionario honesto tendrá tendencia a la vacilación, cuando no a la parálisis, por temor a que su buena disposición hacia tal o cual proyecto sea interpretada como producto de alguna oscura transacción.”

“As pesquisas', diz [Revel], 'dão o seguinte resultado: à pergunta sobre em quem votarão, 53 por cento dos entrevistados responderam que votarão com a esquerda. Quando perguntados sobre quem vencerá, 54 por cento responderam: a direita. Eis a França dita cartesiana. Se lhes perguntassem se acreditam em Deus, 70 por cento responderiam que não. Mas, se lhes fosse perguntado se crêem que Jesus seja o filho de Deus, 80 por cento responderiam que sim.”

“[...] Nas redes sociais, o compartilhamento público de "injustiças" atrai muito mais atenção e simpatia gratuita aqueles que se sentem perpetuamente vitimados. A "injustiça chique" está na moda em todos os cantos da sociedade hoje em dia, entre ricos e pobres. Na verdade, esta pode ser a primeira vez na história da humanidade em que todos os grupos demográicos se sentem injustamente vitimados ao mesmo tempo. E Todos aproveitam a euforia da indignação moral que vem junto. Neste momento, qualquer um que se sinta ofendido com qualquer coisa [...] acha que está sofrendo algum tipo de opressão e que, portanto, merece se sentir ultrajado e receber determinada quantidade de atenção. O atual ambiente da mídia tanto encoraja quanto perpetua essas reações, porque, no final das contas, dá lucro. O escritor e comentarista Ryan Holiday se refere a isso como “pornografia do ultraje”: em vez de reportar histórias e problemas reais, a mídia acha muito mais fácil (e lucrativo) encontrar algo levemente ofensivo, transmitir o caso para uma ampla audiência, criar a sensação de ultraje e depois transmiti-la de um jeito que também cause ultraje a outra parcela da população. Isso desencadeia um eco de asneiras que ricocheteia entre dois lados imaginários e ao mesmo tempo distrai dos verdadeiros problemas e injustiças da sociedade. Não é de se estranhar que estejamos mais politicamente polarizados do que nunca. O maior problema da injustiça chique é desviar a atenção das vítimas reais. É como uma overdose de alarmismo. Quanto mais gente se autoproclama vítima de pequenas infrações, mais difícil é enxergar quem realmente sofre. As pessoas se viciam em se sentir constantemente ofendidas porque isso lhes traz euforia: ser hipócrita e moralmente superior provoca bem-estar. Como disse o cartunista político Tim Kreider, em um editorial do The New York Times: "O ultraje é como várias outras coisas agradáveis que com o tempo nos devoram de dentro para fora. E é ainda mais insidioso que a maioria dos vícios, porque sequer o reconhecemos conscientemente como um prazer".”