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E Quotes

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“Entwining his hands in her hair, he kissed her with all the passion and love he'd kept hidden in his heart for thirty-sex years. Waiting for her. Only for her. As he felt her kiss him back the frozen wall inside him finally broke, allowing life and sun inside his soul. He pulled away, stroking her cheeks as he looked down into her eyes. "I love you, Carrie," he whispered. "I love you.”

“Então, hoje, especialmente hoje, desejo que você se lembre como é bom se apaixonar perdidamente por todas as suas versões. Das mais lindas até as que não mostramos pra quase ninguém. Da luz que deixa tudo mais bonito até a sombra que nos obriga a confiar no desconhecido. Amar a si mesma é o equilíbrio pra viver todas as aventuras mais lindas desta vida e saber exatamente o caminho de volta pra si.”

“Então o mundo parou, os olhos na janela toma a decisão certa, a decisão certa, o medo de falhar volta sempre, não é o medo de escolher a estrada errada, o mundo parou, os olhos na janela, as coisas, essas, correm sempre pelo pior, pelo pior, e o medo, o medo volta, volta sempre, sempre, tu e todas as coisas do mundo numa harmonia do erro e do cálculo falhado - o mundo parou. O teu corpo é fraco, é fraco, fraco, a tua mão desce dentro das cuecas e masturbas-te freneticamente, o medo, masturbas-te três quatro vezes seguidas, o medo volta sempre, sempre, sempre, e tens de tomar a decisão, a decisão certa, porque o mundo dá voltas e voltas e a certa alturas pára - tu não mandas nada, simplesmente, e uma vez mais, o mundo parou. Os teus olhos na janela, na janela da casa, onde um sol bem quente te perturba os pensamentos, ea tua boca a deitar fora as palavras, toma a decisão certa, a decisão certa, certa, com esse medo de falhar a cada esquina, com esse corpo a verter sémen nos lençóis e o medo, o medo, o medo, o medo, a fazer abrir-te muito os olhos, a janela, a fazer-te chorar um pouco, mas só um pouco, naquela incerteza de coisa a fazer - sim, porque tem de haver algo a fazer, não é? Então o mundo parou, parou outra vez, os olhos na janela, a decisão certa, certa.”

“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.”

“Então, quem sobrou tentando inventar uma vida na imanência? Quem sobrou com essa herança clássica e iluminista propriamente? Quem sobrou foram os psicoterapeutas, porque, se tem uma coisa que todos os psicoterapeutas têm em comum, é que a especialidade do psicoterapeuta é buscar entender como valorizar a vida concreta sem precisar de uma transcendência. Ou seja, sem recorrer a valores externos à vida concreta do paciente. Sem esse princípio, você não tem psicoterapia; você tem uma forma ou outra de boçalidade. Boçal é o cara que quer que o outro goze do jeito que ele pensa que é certo. Todas as psicoterapias só têm esta ambição: buscar entender como, na vida concreta do paciente, é possível descobrir alguma coisa que a valorize; não fora da vida concreta do paciente, mas nela mesma. É por isso que a terapia acaba sendo um trabalho quase estético, um trabalho de recriação narrativa de uma vida, que dá atenção a uma vida de tal forma que ela se valoriza.”

“Então, se me perguntam se a amizade feminina é o novo amor romântico, digo que não. A amizade feminina não é uma substituta do amor romântico, ela é aquela que nos revela que o amor é muito mais do que este que sempre foi vendido para nós como o único caminho possível para a felicidade — até porque a realidade tem se mostrado bem diferente, casamento e felicidade nem sempre tem sido uma união tão estável assim para muitas mulheres. A amizade feminina é caminho para que nos libertemos deste modo de relacionamento criado para atar a mulher aos interesses políticos e econômicos da cultura capitalista e patriarcal. É a amizade feminina quem nos ensina sobre o amor, um amor que é revolucionário, pois nos convoca a nos amarmos antes de estarmos dispostas a amar o outro. É através da amizade com outras mulheres que reconhecemos a nós mesmas e o mundo à nossa volta. E, através da costura desses afetos, vamos também criando o mundo em que queremos viver.”

“Então você cresce, amadurece, e aprende_ a duras penas_ que o mundo não é feito de açúcar, que os adultos nem sempre detêm a verdade_ quase nunca detêm..._ que algumas coisas não saem do jeito que a gente quer. Mas a dor do crescimento aparece mesmo quando você descobre que algo em que você acreditava deixou de existir. É assustador ter que reformular tudo aquilo que te constituía e não constitui mais. Temos que estar dispostos a abrir mão de nossas crenças, de nossos planos tão reais, palpáveis, terrenos... para acreditar numa nova realidade. E vamos descobrindo que nada é tão real, palpável ou terreno. Que tudo pode mudar num piscar de olhos, enquanto nos apegamos ao que é conhecido. Percebemos que vivemos, mas não pertencemos. Amamos, mas não controlamos. Temos fé no invisível, mas nunca estamos prontos...”

“Então é preciso embrutecer essa sociedade de tal forma, que aí eu acho que realmente só o refinamento dos meios de comunicação, dos meios de publicidade, de um certo paisagismo urbano, que disfarça a favela, que joga, que esconde as coisas ao mesmo tempo, a volúpia do luxo, da grande construção, das belas vivendas – tudo isso é que pode transformar o homem numa pessoa interessada não na sociedade brasileira, mas em quantos metros quadrados tem o apartamento dele em relação ao vizinho. A sociedade brasileira está sendo um pouco reduzida a isso: à ambição individual da ascensão social como um valor supremo reduzido num setor muito pequeno.”

“Então Úrsula, a pobre órfã, ajoelhou aos pés do leito, e volvendo em seus braços o corpo inanimado, com seus lábios, trêmulos de dor, tocou os lábios frios e inertes de sua mãe, tentando, embalde, transmitir ao coração materno o hálito ardente, que a animava. Mas quando voltou à realidade, quando teve plena consciência de que estava só, e entregue ao rigor da sua sorte, quando pôde acreditar que sua mãe já não existia, então prorrompeu em lágrimas, e estorceu-se pelo chão, e agitou-se como uma possessa, porque as grandes e profundas dores do coração só acham alívio na expansão ilimitada da dor, e na fadiga do corpo e do espírito...”

“Environment and Development (The Sonnet) Environment is not more important than development, Development is not more important than environment. Since we no longer live in the wilderness as animals, We must make both work together in agreement. Why do we need to wipe out forests and lakes, To lay the foundation for growth and prosperity! With our achievements in science and tech, We can build modern cities nestled in greenery. Unfortunately, once the green of dollar starts rolling in, Green of nature goes out of the window. The real problem is the mindset of profits over people, It has nothing to do with our desire to grow. Let us find harmony between concrete and nature. Without harming earth, let us build green skyscrapers.”

“Environment is a sculptor - a painter. If we had been born in Constantinople, then most of us would have said: 'There is no God but Allah, and Mohammed is his prophet.' If our parents had lived on the banks of the Ganges, we would have been worshipers of Siva, longing for the heaven of Nirvana. As a rule, children love their parents, believe what they teach, and take great pride in saying that the religion of mother is good enough for them.”