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H Quotes

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“Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca. Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto. De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas inesperadas Como a poesia ou o amor. (O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado) Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte.”

“Há pessoas com quem as palavras são desnecessárias. Nos entendíamos e amávamos mudamente, meu pai e eu. Talvez pelo fato de sua figura emocionar-me tanto, evitei sempre pisar com ele o terreno das coisas emocionais, pois estou certo de que, se começássemos a falar, cairíamos os dois em pranto, tão grandes eram em nós os motivos para chorar.”

“Há pessoas que dizem: o humor é a arma dos fracos. E a gente diz: não é, ou melhor, não é só. Claro que é a arma dos fracos, porque os fracos não têm acesso a outras, por isso é que são fracos. Se tivessem acesso às outras, cagavam nesta, porque as outras é que aleijam. – Ricardo Araújo Pereira”

“Há quantos anos não tocava em água? Desde aquele dia em que passou a ser chamado Berro D'água. Não que seja fato memorável ou excitante história. Mas vale a pena contar o caso pois foi a partir desse distante dia que a alcunha de berro d'água incorporou-se definitivamente ao nome de Quincas. Entrara ele na venda de Lopez, simpático espanhol, na parte externa do Mercado. Freguês habitual, conquistara o direito de servir-se sem auxílio do empregado. Sobre o balcão viu uma garrafa, transbordando de límpida cachaça, transparente, perfeita. Encheu um copo, cuspiu para limpar a boca, virou-o de uma vez. E um berro inumano cortou a placidez da manhã no Mercado, abalando o próprio Elevador Lacerda em seus profundos alicerces. O grito de um animal ferido de morte, de um homem traído e desgraçado: — Águuuuua! Imundo, asqueroso espanhol de má fama! Corria gente de todos os lados, alguém estava sendo com certeza assassinado, os fregueses da venda riam às gargalhadas. O berro d'água de Quincas logo se espalhou como anedota, do Mercado ao Pelourinho, do largo das Sete Portas ao Dique, da Calçada a Itapoã. Quincas Berro D'água ficou ele sendo desde então, e Quitéria do Olho Arregalado, nos momentos de maior ternura, dizia-lhe Berrito por entre os dentes mordedores.”

“Há tres maneiras de ser situacionista, isto é, de ser partidario de qualquer situação política. A primeira é a conformidade por dotrina; a segunda a conformidade por aceitação; a terceira a conformidade por não-oposição. Deixo de parte uma das mais vulgares - a conformidade por vantagem [...]. A conformidade por indiferença vale por adesão por só não ser hostilização.”

“Há um limite para quão bem nos conhecemos a nós próprios. Não sabemos a impressão que causamos nos outros, não temos como conhecer o nosso próprio futuro e não podemos saber como será a nossa própria morte. E é por isso que precisamos dos gatos. É exatamente como disse a minha mãe: os gatos não precisam de nós; são os seres humanos que precisam dos gatos.”

“Há uma coisa terrível, que às vezes tento explicar e que deixa as pessoas chocadíssimas: o terrorismo é uma desgraça, disso não há dúvida, mas há no comportamento do homem-bomba que se rebenta uma espécie de dignidade que não está presente no cobarde que deixa um saco com explosivos num lugar e depois foge para casa para assistir à explosão pela televisão. Ambos são criminosos, claro que sim, mas um deles tem a dignidade de assumir o que está a fazer. – Herman José”

“Há uma questão filosófica mais profunda (…) que é a de saber se os seres humanos são apenas animais consumistas, cujo bem-estar se mede pela quantidade do que consomem, ou se são animais produtores cuja felicidade depende da sua capacidade de moldar a natureza e exercer as suas faculdades criativas. O neoliberalismo contemporâneo tem optado claramente pela primeira hipótese, mas existem outras tradições que defendem que os humanos são simultaneamente animais consumidores e produtores, e que a felicidade humana se encontra algures no equilíbrio entre essas duas características.”

“Há uma tendência moderna, agora que o mundo acalmou, ganhou juízo, de acharmos que o que lá vai, lá vai, é impossível que se repita, eram outros tempos, e portanto quem busca paz de espírito conclui que aconteceu e não acontece mais, eram só aqueles alemães naquela altura, foi uma coincidência Hitler ter à disposição tanta gente igual a ele, facilitou imenso.”

“Hábeis e frios calculadores podem vir demonstrar, ainda e sempre, que o sonho do erasmismo é impossível, e os factos poderão parecer dar-lhes razão; isso nao impede que sejam sempre necessários os seres que indicam aos povos aquilo que os aproxima e aquilo que os divide, e que renovam no coração dod homens a crença em mais alta humanidade. Há no legado de Erasmo uma promessa criadora. Aquele que mostra o espírito fora do seu quadro, nas dimensões da Humanidade, dá ao indivíduo uma forma sobre-humana; só as reivindicações ultrapessoais e que parecerem quase irrealizáveis, dão aos homens e aos povos a consciência da sua verdadeira medida.”

“Hän ajatteli että ehkä kaupungista tulleet mökkiläiset eivät huomaisi sitä ikävää seikkaa, ettei hän oikeasti ollut mikään rehti maalaispoika, vaan hermostunut ja kummallinen, sen näköinen että oli karannut jostain ja pelkäsi jäävänsä kiinni. Ei ollut hänen vikansa, että hän näytti siltä; kaikki 13-vuotiaat näyttävät siltä, etenkin herkät 13-vuotiaat, joita on siroteltu sellaisiin kyliin kuin tämä, jossa hän asui. Kyliin, joissa kaikki tunsivat toisensa paremmin kuin itsensä ja joissa sai hullun maineen, jos käveli ulkona liian myöhään.”

“Hän joka oli tavallisesti onnekas, unohti kerran levittää siipensä ja putosi. Hän ajatteli leijumista, ajatteli, käy hassusti. Ryhtyi laskeutumaan. Siivet supussa kuopan pohjalle, onnekkaasti kyllä hän tupsahti, ravistei heinät päältään, keräsi luut kainaloonsa, kiipesi portaat, avasi oven ja rojahti lattialle. Hei, hän huusi, jostain tippuu verta rinnuksilleni. Jollekin on sattunut onnettomuus, huusi, samalla kun aukoi epäuskoisena silmiään ja huomasi ettei nähnyt mitään muuta kuin sinistä, taivaansinistä. Kuin äidin kesäleninki kamalan kauan sitten. Hän ajatteli tulinko vahingossa vaatekomeroon, että olenko minä minun vai jonkun muun silmillä näkemättä tässä, missä olen, niinkin hän ajatteli. Huhuu hän huusi, missä kaikki olettekaan juuri tällä hetkellä, kun jotain aivan ihmeellistä tapahtuu.”

“Hätten Sie nicht den Glauben verloren, dann würde der Tod Sie nicht derart erschrecken", schrieben mir fromme Seelen mit hämischem Mitgefühl. Wohlwollende Leser redeten mir gut zu: "Verschwinden bedeutet nichts; Ihr Werk wird bleiben." Und in Gedanken antwortete ich ihnen allen, daß sie sich täuschten. Die Religion konnte für meine Mutter ebensowenig leisten wie für mich die Hoffnung auf einen Erfolg nach dem Tode. Ob man sich die Unsterblichkeit als eine himmlische oder eine irdische vorstellt – solange man am Leben hängt, tröstet sie nicht über den Tod hinweg.”

“Héctor Tobar's accomplished first novel affords a perspective that is overdue and urgently needed in North American literature- -an insider's vision of L.A. as a Third World city. The Tattooed Soldier is a riveting book that manages to be at once politically informed and at the same time a psychologically astute study of that most elemental of stories: revenge.”

“Hélène Lagonelle’s body is heavy, innocent still, her skin’s as soft as that of certain fruits, you almost can’t grasp her, she’s almost illusory, it’s too much. She makes you want to kill her, she conjures up a marvelous dream of putting her to death with your own hands. Those flour-white shapes, she bears them unknowingly, and offers them for hands to knead, for lips to eat, without holding them back, without any knowledge of them and without any knowledge of their fabulous power. I’d like to eat Hélène Lagonelle’s breasts as he eats mine in the room in the Chinese town where I go every night to increase my knowledge of God. I’d like to devour and be devoured by those flour-white breasts of hers. I am worn out with desire for Hélène Lagonelle. I am worn out with desire. I want to take Hélène Lagonelle with me to where every evening, my eyes shut, I have imparted to me the pleasure that makes you cry out. I’d like to give Hélène Lagonelle to the man who does that to me, so he may do it in turn to her. I want it to happen in my presence, I want her to do it as I wish, I want her to give herself where I give myself. It’s via Hélène Lagonelle’s body, through it, that the ultimate pleasure would pass from him to me. A pleasure unto death.”

“Hören Sie, Corso: Es gibt keine unschuldigen Leser. Wir alle übertragen unsere persönlichen Perversitäten auf die Texte, die wir lesen. Ein Leser ist die Summe dessen, was er vorher gelesen und im Fernsehen und Kino gesehen hat. Zu den Anhaltspunkten, die der Autor gibt, wird der Leser immer noch seine eigenen hinzufügen. Und genau hier lauert die Gefahr: Das Übermaß an Literaturkenntnissen könnte auch Sie dazu verleitet haben, sich ein falsches oder irreales Bild von Ihrem Gegner zu machen.”

“Hören Sie, Iani, ich weiß, wir hatten einen schlechten Start und ich entschuldige mich, falls ich Sie unbeabsichtigt beleidigt haben sollte. Aber ich benötige Ihre Hilfe bei meiner Queste und ich akzeptiere kein Nein. Nennen Sie mir Ihren Preis! In den letzten Tagen ist so viel Mist passiert, mir wurden so viele Steine in den Weg gelegt, alles scheint wie verflucht zu sein und verhindern zu wollen, dass ich meine Prophezeiung erfülle. Zugegeben, ich dachte kurz daran, nach einer Lösung zu suchen, wie man die Prophezeiung aufheben kann, aber ich weiß, das ist nicht der richtige Weg. Das ist meine Prophezeiung, ich wurde auserwählt, um sie zu erfüllen, und das werde ich verflucht noch mal auch! Egal wer mir im Weg steht und es verhindern will! Ich nehme mein Schicksal ab sofort in meine eigenen Hände – und Sie werden mir dabei helfen!”

“Höstens lugna gång mot vinter är ingen dålig tid. Det är en tid för att bevara och säkra och lägga upp så stora förråd man kan. Det är skönt att samla det man har så tätt intill sig som möjligt, samla sin värme och sina tankar och gräva sig en säker håla längst in, en kärna av trygghet där man försvarar det som är viktigt och dyrbart och ens eget. Sen kan kölden och stormarna och mörkret komma bäst de vill. De trevar över väggarna och letar efter en ingång men det går inte, alltihop är stängt och därinne sitter den som har varit förtänksam och skrattar in sin värme och sin ensamhet.”