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N Quotes

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“Nervousness is caused by wanting two opposing things at the same time, one consciously and the other subconsciously. The battle is resolved when you make the subconscious desire conscious. On the other hand, if you know what you are, there will be no conflicts. You can do that through seeking. It is not necessary to understand the negative. It is far better to be positive. Be Your Self.”

“Nesreća je što niko ne meri sreću prema sebi i svojim potrebama, nego prema drugom, i to prema najsrećnijima. Manija svih ljudi je da usvajaju tuđa merila i za svoj sopstveni život. Prava sreća čovekova biće ako postigne svoje oslobođenje od drugih ljudi; a osloboditi se, to je najpre odvojiti svoju sudbinu od presije tuđih primera, dajući svom zivotu pečat svoje sopstvene prirode i svojih ukusa.”

“Nesryn Sobbed, tugging and tugging. Sartaq smiled at her ــ gently. Sweetly. In a way she had not yet seen. "I Loved you before I ever set eyes on you," he said. "Please," Nesryn wept. Sartaq's hand tightened on hers. "I wish we'd had time." A Hiss behind him, a rising bulk of shining black ــ Then the prince was gone. Ripped from her hands. As if he had never been.”

“Nessa altura pensei muitas vezes que, se me obrigassem a viver dentro de um tronco seco de árvore, sem outra ocupação, além de olhar a flor do céu por cima da minha cabeça, ter-me-ia habituado pouco a pouco. Observaria a passagem das aves ou os encontros entre as nuvens, tal como aqui observava as extraordinárias gravatas do advogado e como, num outro mundo, esperava até sábado para apertar nos meus braços o corpo de Maria. Ora a verdade, afinal de contas, é que eu não estava dentro de um tronco de árvore. Havia pessoas mais infelizes do que eu. Acabamos por nos habituar a tudo, gostava a minha mãe de dizer..”

“Nessa had never really felt truly beautiful before, but tonight she not only understood that she was beautiful, she understood that everyone was. That for all the competition and fear and knowing that the next runner was coming up behind you, she had been missing out on how beautiful life could be. She should have been watching and appreciating others instead of waiting inside herself for the right time to shine. The time was now.”

“Nesse ano, dei o meu primeiro beijo, era a vida a provar-me que não tinha acabado tudo, que a vida é um constante recomeço, que nos pisa e nos massacra apenas para ter adubo para se recriar, num círculo nietzschiano, exibindo uma falta de consideração, tacto e educação, como se não tivesse sentimentos. A vida dá cabo de nós para logo de seguida ir ao café beber uma milnovivinte e brindar ao início de uma nova tragédia, que acabou de nascer.”

“Nesse contexto, além do feminismo (ou, ainda, talvez por causa dele), outro movimento político que merece atenção (ainda que breve) em sua relação histórica e historicamente apagada com o marxismo, e que deve diretamente a Engels boa parte de suas possibilidades de questionamento hoje, é o movimento organizado de grupos que praticam e reivindicam relações não-monogâmicas. Popularmente conhecidos como “poliamor” ou “amor livre” no Brasil, esses grupos apresentam uma enorme variedade de formas de conceber e pensar a Monogamia (enquanto estrutura, em maiúscula) e a não-monogamia (enquanto prática de resistência, em minúscula), algumas declaradamente mais politizadas do que outras. Grupos que se reivindicam “anarquistas relacionais” ou “relações livres”, por exemplo, concebem que se trata, antes, de relações sociais – e não de um sentimento, o amor –, por isso essa crítica é indissociável de uma crítica estrutural anticapitalista anarquista, comunista ou socialista. Pensa-se a reestruturação revolucionária das famílias (ou sua extinção enquanto instituição), do sistema de parentesco, das relações afetivas e sexuais e até mesmo dos esquemas de sentimentos como parte fundamental da reestruturação também revolucionária, econômica e política, de nossa sociedade. Nos moldes do que já havia sido escrito e reivindicado por Aleksandra Kollontai ao descrever o amor-camarada, esses grupos se opõem politicamente, no campo da não-monogamia, àqueles que preferem manter a estrutura intacta e acreditar que se trata apenas de escolhas individuais, feitas com base em sentimentos espontâneos, ainda que com contornos culturais.”

“Nesse mundo, poucas coisas são predeterminadas, e menos ainda irrevogáveis. Poucas derrotas são definitivas, pouquíssimos contratempos, irreversíveis; mas nenhuma vitória é tampouco final. Para que as possibilidades continuem infinitas, nenhuma deve ser capaz de petrificar-se em realidade para sempre. Melhor que permaneçam líquidas e fluidas e tenham “data de validade”, caso contrário poderiam excluir as oportunidades remanescentes e abortar o embrião da próxima aventura.”

“Nesse sentido, a religião não é diferente do racismo. Uma versão dela inspira e provoca a outra. Uma vez, me fizeram outra pergunta capciosa, um pouco mais profunda do que a de Dennis Prager, que foi projetada para descobrir meu nível de preconceito latente. Você está em uma plataforma de metrô em Nova York, tarde da noite, em uma estação deserta. De repente, um grupo de uma dúzia de homens negros aparece. Você fica onde está ou se move para a saída? Eu pude novamente responder que já tive essa exata experiência. Esperando sozinho por um trem, bem depois da meia-noite, fui subitamente acompanhado por um grupo de operários saindo do túnel com suas ferramentas e luvas de trabalho. Todos eles eram negros. Senti-me instantaneamente mais seguro e me movi em direção a eles. Não faço ideia de qual era a afiliação religiosa deles. Mas, em todos os outros casos que citei, a religião tem sido um enorme multiplicador de suspeitas e ódios tribais, com membros de cada grupo falando do outro precisamente nos tons do preconceito.”

“Nesse sistema de punição-recompensa, usado no cristianismo, existem dois mecanismos, a punição e a recompensa. O uso desse mecanismo serve para educar as pessoas, a servirem o Senhor. Quando uma pessoa se automutila andando de joelhos por quilômetros, e achamos válido, e valorizamos como algo importante, isso é uma forma de punição, para pagar o que Deus fez por nós. Acreditamos que a dor do corpo é uma forma válida de pagar Deus por sua graça. Fica sempre a pergunta: por que Deus gosta tanto de sangue e dor? Entre as recompensas, temos os elogios. Tracie Harris comenta em palestra que quando criança, era difícil resistir aos elogias de adultos quando ela pregava, e que isso é difícil para uma criança não aceitar, que é um mecanismo forte em crianças: espalhar a palavras de Deus para conseguir aprovação de adultos.”

“Nessuna delle due era mai stata con una donna, eppure eccoci qua, disse Sidney, una docente universitaria e una maestra di terza elementare, una donna di oltre quarant'anni e un'altra di venticinque e passa, un'ebrea di New York e una metodista di Sandusky, Ohio, travolte dal più grande amore della loro vita. L'assurdo, continuo Sydney, era che non aveva mai considerato le donne, era sempre andata matta per i maschi e anche adesso che conviveva con una donna da quasi tre anni non si considerava una lesbica, era semplicemente una persona innamorata di un'altra persona, e siccome l'altra persona era bella e fascinosa e unica al mondo, cosa cambiava se era innamorata di un uomo o di una donna?”

“Nessuno ha idea di cosa significhino quelle parole, e se fin da quando Gioia tre mesi fa è arrivata in questa scuola è stata subito additata come Quella-non-del-tutto-a-posto o Quella-con-un-sacco-di-problemi, è anche per quelle quattro parole che si riscrive, ogni mattina, sul braccio. «Ma che roba è? Inglese o cosa?» le aveva chiesto il terzo giorno Giulia Batta, la compagna che nella classifica delle più belle della classe figurava esattamente al primo posto. «O cosa», aveva risposto Gioia, senza neanche guardarla. Avrebbe voluto spiegarle che era in tedesco, quella scritta, e che erano parole quasi intraducibili ma significavano più o meno: “Quando la felicità è qualcosa che cade”, e forse anche dirle perché si scriveva addosso proprio quelle parole, ogni giorno: ma il modo in cui glielo aveva chiesto, gli sguardi di tutti lì intorno, be’, insomma, alla fine tutto quello che aveva risposto era stato: «O cosa». Che per inciso, per settimane intere, erano state anche le uniche parole che aveva scambiato coi suoi nuovi compagni. Il fatto è che certe cose le puoi dire solo a chi sai che le può capire. Che è anche il motivo per cui parliamo così poco, di quello che ci importa davvero.”

“Nessuno parlò più e nessuno si mosse. Un silenzio innaturale li avvolse. L’orologio appeso alla parete continuava a ticchettare scandendo l’avanzare del tempo. Giorgia si ritrovò a fissarlo sperando che cominciasse ad andare all’indietro. I poliziotti rimasero fermi sulla soglia guardando in basso. La preside non si alzò dalla sua scrivania. Tenne i gomiti appoggiati al tavolo e la testa retta dalle mani. Gli occhi fissi su Giorgia abbandonata sulla sedia, con le dita strette ai braccioli. Da lontano si riuscì a udire un insegnante sbraitare contro uno studente che aveva fatto inciampare un compagno di classe. La preside pensò che avrebbe preferito avere mille di quei problemi, piuttosto che dare una notizia del genere a una sua studentessa. Un sospiro le scivolò fuori, involontario. (Dal Capitolo Primo)”