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C Quotes

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“Como sucedía en todos esos sitios prolongados, se acabó la paja de los colchones porque hubo que dársela a los caballos y a las mulas, y luego los caballos y las mulas comenzaron a comerse las cortezas de los árboles, antes de que los soldados decidieran, por fin, comerse a los caballos y las mulas. El príncipe Salm Salm se preguntaba, en sus memorias, qué había sucedido con todos esos ladreríos de perros que hacían tan ruidosas las noches mexicanas. No se necesitaba desde luego tener mucha imaginación para suponer una de dos: o los perros estaban muy entretenidos comiéndose a los muertos o los vivos estaban muy ocupados comiéndose a los perros.”

“Como também ocorre com os índios e os negros, a mulher é inferior, mas ameaça. "É preferível a maldade do homem à bondade da mulher", advertia o Eclesiastes (42,14). E Ulisses sabia muito bem que precisava prevenir-se do canto das sereias, que cativam e desgraçam os homens. Não há tradição cultural que não justifique o monopólio masculino das armas e da palavra, nem há tradição popular que não perpetue o desprestígio da mulher ou que não a aponte como um perigo. Ensinam os provérbios, transmitidos por herança, que a mulher e a mentira nasceram no mesmo dia e que palavra de mulher não vale um alfinete, e na mitologia rural latino-americana são quase sempre fantasmas de mulheres, as temíveis almas penadas, que por vingança assustam os viajantes nos caminhos. No sono e na vigília, manifesta-se o pânico masculino diante da possível invasão dos territórios proibidos do prazer e do poder. E assim sempre foi pelos séculos dos séculos.”

“Como tem sido afirmado por diversos estudiosos, a cordialidade brasileira opera como um dispositivo discursivo que pretende encobrir a natureza hierárquica das interações raciais entre negros e brancos nesta sociedade. A natureza assimétrica delas indica que essa suposta cordialidade permanece apenas quando as diferenças de status entre negros e brancos estão claramente mantidas. Quaisquer alterações a essa ordem, quaisquer conflitos provocam reações racistas imediatas. Mais do que isso, a estratégia do amigo negro ignora o aspecto aversivo e simbólico do racismo. Pessoas brancas podem conviver socialmente com negros, podem defender a igualdade formal entre as raças, podem até mesmo ser casadas com pessoas negras, mas isso não significa que elas não sejam racistas. Estigmas raciais circulam socialmente e influenciam a percepção dos indivíduos, motivo pelo qual o fato de pessoas terem parentes ou amigos negros não impede que elas tenham atitudes racistas ou que sejam racistas. Além disso, a análise da injúria racial não deve ser analisada apenas a partir da motivação do acusado, mas também a partir do dano causado à vítima.”

“Como vamos aprender, existe sim números que mostram isso. Como exemplo, no Brasil, se for cristão, suas chances de virar pesquisador cai abaixo do número da população, usando estatística de bayesiana. A estatística bayesiana serve para calcular probabilidades que dependem de outras. Nesse caso, dado que é cristão, qual a probabilidade de ser pesquisador? Para cristão, abaixo da média, para ateus, 3 vezes mais do que a média. O número de ateus entre pesquisadores é 20 vezes maior do que a média populacional. Vamos aprender que ateísmo está correlacionado com números importantes, como IDH e QI médio do país.”

“Como vimos em nossa consideração sobre Spinoza, a própria ideia da democracia constitucional começa com a visão de que o governo existe para proteger a liberdade interior dos cidadãos de serem diferentes uns dos outros e de se identificarem com noções opostas da verdade e as escolherem. A implementação dessa visão requer uma separação entre a Igreja e o Estado, uma vez que o objetivo do Estado é proteger a consciência do cidadão de imposições de qualquer entidade religiosa. E vimos que a chegada de Spinoza a essa posição veio como consequência direta da experiência de sua família com a Inquisição. A Igreja repudiou a violência da Inquisição, mas continuou a manter as ideias que tinham produzido a Inquisição. A sequência em pânico das condenações do Vaticano do século XIX - socialismo, comunismo, racionalismo, panteísmo, subjetivismo, modernismo, mesmo "americanismo" - se somou a uma denúncia resoluta de tudo que queremos dizer com a palavra democracia. Do ponto d vista da colina sobre o Tibre, tudo isso era simplesmente um esforço para defender a ideia-chave contra a qual estavam aparentemente conspirando os mundos da ciência, cultura, política e educação - todos mundos que podiam ser facilmente associados com os judeus. O próprio Spinoza tinha parecido atacar essa ideia - a de que há uma verdade objetiva e absoluta e que sua guardiã é a Igreja.”

“Como é assinalado no documento final da Conferência Internacional dos Partidos Comunistas e Operários, realizada em 1969 em Moscou, o opressor e explorador comum dos povos dos países da América Latina continua a ser o imperialismo dos EUA, que colocou o continente num situação de dependência, passando a considerá-lo sua retaguarda estratégica.”

“Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e ações de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar. É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução. Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injeção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado. O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume”

“Companies and their brands need to reach out and speak directly to consumers, to honor their values, and to form meaningful relationships with them. They must become architects of community, consistently demonstrating the values that their customer community expects in exchange for their loyalty and purchases.”

“Companies are actually much better than governments and other bureaucracies at organizing in a holistically efficient way the extremely complex path from the examination of molecules all the way to the delivery of medicines to patients. Already in the conception and selection of research projects, companies would anticipate all the challenges down the line that they will need to overcome in order to achieve actual health impact. Bureaucratic organizations, by contrast, are notoriously bad at this sort of optimizing.”

“Companies aren’t families. They’re battlefields in a civil war. Yet despite this capacity for internecine warfare, most companies roll along relatively peacefully, year after year, because they have routines—habits—that create truces that allow everyone to set aside their rivalries long enough to get a day’s work done.”

“Companies can learn a lot from biological systems. The human immune system for example is adaptive, redundant, diverse, modular, data-driven and network collaborative. A company that desires not just short term profit but also long term resilience should apply these features of the human immune system to it's business models and company structure.”