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U Quotes

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“Uma coisa era o papa Inocêncio III declarar a Magna Carta nula de pleno direito em 1215, porque violava a ordem divinamente instituída da hierarquia, e outra bem diferente o Vaticano, em seu instrumentum laboris para o sínodo europeu de 1999, igualar o pluralismo com o marxismo. É impossível reconciliar uma rejeição do pluralismo com um autêntico compromisso com a democracia, e permanece perigosa uma devoção católica à erradicação do pluralismo. A política interna da Igreja tem relevância aqui, porque o uso de anátemas, banimentos e excomunhões para impor uma disciplina intelectual rigidamente controlada na Igreja revela uma instituição que ainda tem contas a acertar com ideias básicas como a liberdade de consciência e a natureza dialética da investigação racional.”

“Uma coisa é a demanda de amor ser inaceitável; outra é senti-la, experimentá-la, fazer a experiência de ter que revelar o ponto central, o núcleo do Eu, isto é, o ponto no qual o objeto enquanto tal aparece na superfície. É o que, na teoria lacaniana, se pode chamar de “falta a ser”. O sujeito, o analisando, é confrontado não só com a inaceitabilidade da demanda de amor, mas também é confrontado com a falta a ser. Isso quer dizer que o seu ser é uma falta, que seu verdadeiro ser na análise não é ele, o seu Eu: é o que jaz no Eu. O que jaz no centro do Eu é uma falta. É um ponto fundamental, enigmático. É um ponto central, aquele que chamamos habitualmente, na terminologia lacaniana, de objeto “a” ou objeto de Gozo. Nesse momento de seqüência transferencial, nesse momento fecundo, o analista deve silenciar. Deve fazer silêncio e, como sabemos, há várias formas de silêncio. O analista deve fazer “silêncio-em-si” para fazer surgir o Grande Outro. É nesse momento que o analista faz com que surja o Grande Outro. Para que ele surja, é necessário que o analista faça silêncio em si. Se o analista faz ativamente silêncio em si, é ele que dirige o tratamento. Se não o faz, ignora quem”

“Uma dose diária de inspiração irá mantê-lo em movimento.”

“Uma forma muito rápida de criares empatia com alguém e quebrares barreiras que, de outra forma, seriam intransponíveis. Ou seja, através do humor, podes fazer com que as pessoas descubram que têm uma maneira de pensar semelhante à tua. O humor é uma boa forma de criar essa ligação com as pessoas. Teres uma sala a rir da mesma coisa é uma espécie de comunhão, as pessoas estão todas em sintonia naquele momento. – Joana Marques”

“Uma noite, a biblioteca começou a ser fechada justamente quando chegou a um trecho de Emma em que parece que o sr. Knightley vai se casar com Harriet, e ele teve que fechar o livro e voltar andando para casa em um estado de estranha agitação emocional. Está achando graça de si mesmo, se deixando levar pelo drama dos romances desse jeito. Parece intelectualmente frívolo se preocupar com pessoas ficcionais se casando. Mas é isso: a literatura o comove. Um de seus professores chama essa sensação de “o prazer de ser tocado pela grande arte”. Nessas palavras, parece quase sexual. E de certo modo, o que Connell sente quando o sr. Knightley beija a mão de Emma não é totalmente assexual, embora sua relação com a sexualidade seja indireta. Isso sugere a Connell que a mesma imaginação que ele usa como leitor é também necessária para entender as pessoas de verdade, e para se tornar íntimo delas.”

“Uma noite, quantas madrugadas tem? Andas a contar? Eu não. Lhes apanho só, conforme lhes vejo e sinto. Atrevo: uma só noite tem bué de madrugadas; cada uma dessas madrugadas tem bué de brilhos. Confesso-me aqui, nos lábios da sinceridade: gosto muito disso - acreditar no impossível das palavras, lhes maltratar no português delas, ser livre na boca das estórias e me deixar tar aqui, sentado dentro de mim, abismático. E sonhar!, sonhar até chegar nesse quintal onde dentro de mim nascem barulhos e não só: nascem brilhos. Vejo búzios que riem à toa como se fossem conchas de pousar na areia depois de lhes apanhar numa noite de lua brilhante. Depois do barulho das vozes os búzios se calam e eu, no respeito, me calo também.”

“Uma Parte de Mim é uma história real sobre relacionamentos, identidade e escolhas emocionais. O livro percorre vínculos, encontros e desencontros, convidando à reflexão sobre a forma como nos ligamos aos outros e a nós próprios. Fala de limites, consciência emocional e da evolução que surge quando começamos a observar as relações com mais clareza. Um convite à leitura sem pressa, para quem valoriza histórias reais e reflexões honestas”

“Uma personalidade saudável, dinâmica e, acima de tudo, verdadeira, admitirá quando cometeu um erro. Abandonará voluntariamente – ou deixará morrer – perceções, pensamentos e hábitos ultrapassados, olhando-os como impedimentos à continuação do seu crescimento e êxito. Esta alma é a que deixará velhas crenças serem consumidas, muitas vezes de forma dolorosa, para poder voltar a viver e avançar, renovada.”

“Uma pesquisadora que vi em um evento científico no meu doutorado usou uma dessas ferramentas para analisar mais de 4.000 artigos para produzir um modelo para o fígado. É basicamente impossível estudar cada elemento que forma o fígado, são modelos enormes, e cada elemento possui uma vasta literatura. Cada elemento em si seria uma vida de pesquisa, ou mesmo, várias vidas. Devido à complexidade de modelar sistemas biológicos (bioinformática), a literatura é absurdamente grande. Isso também inclui muitos ruídos, muitos artigos que não servem para nossa pesquisa. Eu como exemplo, no doutorado, produzi quase 400 páginas, grande parte foi revisando a literatura, mas somente me concentrei em 5 artigos, e de forma mais precisa, em 1 artigo. Mesmo com meu trabalho, deixei passar um artigo que me gerou uma rejeição por ignorar esse artigo, o que não foi proposital.”

“Uma questão interessante é que não é muito difícil usar a bíblia “contra” os cristão. Peguemos a briga deles com a teoria da evolução, parece-me uma dificuldade de aceitar que viemos dos macacos, como eles dizem (erroneamente). Eclesiastes 3:18-22: Essa passagem sugere que, na morte, humanos e animais compartilham o mesmo destino, destacando a humildade e a igualdade de todas as criaturas diante de Deus.”