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A Quotes

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“A veil hangs between the two opposites, a mere slip of a thing that is transparent to warn us or comfort us. You hate now but look through this veil and see the possibility of love; you're sad now but look through to the other side and see happiness. Absolute composure to a complete mess - it happens so quickly, all in the blink of an eye.”

“A velvet voice stroked down my spine. "I'm quite pleased, quite pleased indeed." I turned around. The Goblin King was lounging against one of the alder trees in the grove, one arm draped against the trunk, the other resting casually against his hip. His hair was in wild disarray, ruffled and feathery, like thistledown, like spiderwebs, illuminated by the full moon into a halo about his head. His face held all the beauty of angels, but the grin upon his face was positively devilish.”

“A venticinque, avevo una bella cerchia di amici, la mia carriera era sulla strada giusta, le scuole superiori erano finite e non avevo più bisogno di qualcuno che mi proteggesse dal mondo o riempisse il mio tempo, altrimenti vuoto. E, cosa ancora più importante, non volevo fare affidamento su qualcuno per poi vederlo andare via senza guardarsi indietro.”

“A ventidue anni aveva avuto conferma di una cosa che alcuni muoiono senza capire mai, ovvero che arriva per tutti un momento a partire dal quale o la tua vita la vivi tu oppure qualche abusivo si sentirà in diritto di occuparla e farne ciò che vuole al posto tuo. Farlo sgomberare poi non sarà impossibile, ma sarà estremamente difficile e costoso.”

“A Verdade! Aquela que nós procuramos durante toda a nossa vida, sem conseguirmos perceber que está aqui dentro…aqui, pai….aqui, para onde eu aponto, no meu peito, numa junção genética de histórias, nos tons violetas e dourados de um céu que não esconde nada mais do que a sua beleza. Enquanto a Deusa me acena, vejo a metade exata de cada um de nós, aquela que nós vamos procurar incansavelmente durante todos os anos da nossa vida, sem nos deixar perceber que o sonho é uma loucura.”

“A verdade morreu porque ignoramos que havia entre nós gente disposta a empreender todos os passos de uma técnica de dominação baseada, entre outras coisas, na morte da verdade. Desconsideramos que havia motivação para matá-la e, se por acaso percebemos que a motivação estava lá, subestimamos as chances de que ela encontrasse meios de agir.”

“A verdade se utiliza da fala para se expressar, mas seu efeito não é da ordem do semblante, é da ordem do real. Então, como algo que é da ordem de um artefato, que é da ordem do semblante, toca no real? Podemos dizer que essa é toda a questão da psicanálise; a partir daquele setting analítico — a psicanálise inglesa usa esse termo do teatro, um set —, mostra-se uma cena em que há uma pessoa que ocupa um lugar, tudo marcado, e interpreta um papel que é o de objeto a — papel que varia a cada análise, a cada analisante. Nós temos um certo grau de improvisação, na verdade é preciso improvisar o tempo todo, mas há uma marcação ali. Mais artificial que uma análise impossível, se paramos para refletir. Você não pode responder, se você já entrou no diálogo já errou, já não é psicanálise. Há uma marcação e você tem que obedecer a certos preceitos determinados pela estrutura: a política do mais-de-gozar, a estratégia dos semblantes, a não resposta à demanda de amor. A posição principal do analista — o não responder, responder com o silêncio — é uma das modalidades de fazer semblante de objeto a, em sua face opaca, silenciosa, fora do simbólico. A queixa habitual do analisante — “Mas eu falo, falo e você não diz nada” — se dá porque ele está acostumado, na cena cotidiana, a falar e ter uma réplica, e a análise não é isso. A análise é antinaturalista e, no entanto, opera. Ao contrário do que podemos dizer, quanto mais artefato, quanto mais claramente não naturalista, mais ela opera em nível do real.”

“A verdade é sempre um contato interior e inexplicável. A minha vida a mais verdadeira, é irreconhecível, extremamente interior e não tem uma só palavra que a signifique. Meu coração se esvaziou de todo desejo e reduz-se ao próprio último ou primeiro pulsar. A dor de dentes que perpassa esta história deu uma fisgada funda em plena boca nossa. Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas por aí aos montes.”

“A verdadeira bondade humana só pode manifestar-se em toda a sua pureza e em toda a sua liberdade com aqueles que não têm poder. O verdadeiro teste moral da humanidade (o teste mais radical, aquele que por se situar a um nível tão profundo nos escapa ao olhar) são as suas relações com quem se encontra à sua mercê: isto é, com os animais. E foi aí que se deu o maior fracasso do homem, o desaire fundamental que está na origem de todos os outros.”

“A verdadeira especialidade dos sacerdotes e dos gurus nunca foi provocar a chuva, curar, fazer profecias ou magia. A sua especialidade foi sempre a interpretação. Um sacerdote não é alguém que sabe fazer uma dança da chuva para pôr fim à seca. Um sacerdote é alguém que sabe justificar por que motivo a dança da chuva não resultou, e por que motivo devemos continuar a acreditar no nosso deus apesar de ele parecer ignorar as nossas orações.”