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N Quotes

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“Na chaourya haryam, nat raj haryam, Nat bhrat bhajyam, na cha bhar kari, vyaye krate vardhe yev nityam, Vidya dhanam sarve dhanam pradhanam The thief cannot steal it, the king cannot confiscate it, The brother cannot divide it, it has not weight, With sharing, it grows everyday, That is why knowledge is considered supreme. திருடனால் அதைத் திருட முடியாது, ராஜாவால் அதை பறிக்க முடியாது, சகோதரனால் அதைப் பிரிக்க முடியாது, அதற்கு எடை இல்லை, பகிர்வுடன், அது தொடர்ந்து வளர்கிறது, அதனால்தான் அறிவு தளம் உச்சமாகக் கருதப்படுகிறது. Il ladro non può rubarlo, il re non può portarlo via, Il fratello non può dividerlo, non ha peso, Con la condivisione, cresce regolarmente, Ecco perché la conoscenza è considerata suprema.”

“Na construção da personalidade, o instinto de destruição manifesta-se com a maior nitidez na formação do superego . Certo, por seu papel defensivo contra os impulsos irrealistas do id, por sua função na conquista duradoura do complexo de Édipo, o superego consolida e protege a unidade do ego, garante o seu desenvolvimento sob o princípio de realidade e, assim, atua a serviço de Eros. Contudo, o superego atinge esses objetivos dirigindo o ego contra o seu id, desviando parte dos instintos de destruição contra uma parte da personalidade destruindo, fragmentando a unidade da personalidade como um todo; assim, atua a serviço do antagonista do instinto de vida. Além disso, essa destrutividade dirigida para dentro constitui o âmago moral da personalidade adulta. A consciência, a mais querida agência moral do indivíduo civilizado, surge-nos impregnada do instinto de morte; o imperativo categórico que o superego impõe continua sendo um imperativo de autodestruição, enquanto constrói a existência social da personalidade. A obra de repressão pertence tanto ao instinto de morte quanto ao instinto de vida. Normalmente, a fusão de ambos é salutar, mas a obstinada severidade do superego ameaça constantemente esse equilíbrio salutar. Quanto mais um homem controla suas tendências agressivas em relação a outros, mais tirânico, isto é, mais agressivo se torna em seu ego-ideal ... mais intensas se tornam as tendências agressivas do seu ego-ideal contra o seu ego. Levada ao extremo, na melancolia, uma pura cultura do instinto de morte pode influir no superego, convertendo este numa espécie de local de reunião para os instintos de morte. Mas esse perigo extremo tem suas raízes na situação normal do ego. Como a ação do ego resulta em uma '... libertação dos instintos agressivos no superego, a sua luta contra a libido expõe-no ao perigo de maus tratos e morte. Ao sofrer os ataques do superego ou talvez ao sucumbir a eles o ego está enfrentando um destino semelhante ao dos protozoários que são destruídos pelos produtos de desintegração que eles próprios criaram.' E Freud acrescenta que do ponto de vista econômico [mental], a moralidade que funciona no superego parece ser um produto similar de desintegração. É nesse contexto que a metapsicologia de Freud se defronta com a dialética fatal da civilização: o próprio progresso da civilização conduz à liberação de forças cada vez mais destrutivas.”

“Na dušu najčešće uopšte i ne mislimo i gotovo da smo spremni da kažemo da tako nešto i ne postoji, ali kada duša zaboli ili se veoma obraduje, onda smo svesni i sigurni da u nama ima nešto što je živo, što je istovremeno i biće za sebe i nerazdvojivi deo nas. Duša ima neki svoj život, skriven od naših čula, ali od njenog života zavisi ono što je čoveku najvažnije, mnogo važnije od telesnog zdravlja. To je unutrašnji mir, ispunjenost, spokoj, radost i želja za životom. Kada je duša ranjena, sve ovo biva uzdrmano i čoveku ništa više ne vredi niti ga može utešiti, ni dobro telesno zdravlje, niti materijalno bogatstvo. Kako to zarasta rana na duši, kada smo spremni da kažemo da duša možda i ne postoji?”

“Na era da (des)informação e da globalização, espalhando-se em progressão geométrica tal como o compartilhamento instantâneo das notícias falsas em um mundo intrinsecamente conectado, os próprios patógenos podem percorrer, em poucas horas, o globo; já não mais se deslocam lentamente, pegando carona com os passageiros de caravelas ou caravanas, meses a viajar por mares, rios ou estradas. As pandemias do século 21 — reais e ficcionais— são intrinsecamente subjugadas ao lado perverso da era da internet e dos aviões a jato.”

“Na festa do capitalismo avançado em que vivemos, encontramos basicamente duas categorias de sujeitos: aqueles que aproveitam a festa até a última gota, se deixam consumir e seguem as prescrições do excesso em práticas hedonistas em que o prazer só pode ser obtido na ultrapassagem de medidas; e os que não se acham merecedores do convite ou não sabem como consegui-lo, os barrados no baile. Poderíamos dizer que essa dupla e extrema forma de expressão, em crescimento na contemporaneidade, seria, em grande parte, fomentada pelo pano de fundo do capitalismo avançado e, de formas diferentes, contribui para ampliar o distanciamento do sujeito em relação ao registro do desejo, ilustrando o crescimento da dimensão do gozo. O conceito de gozo teve suas primeiras formulações em Freud, no início de seu percurso, referido ao gozo sexual, e mais adiante em sua obra, embora não com esse termo. Depois de 1920, Freud faz referência a determinadas condições em que o sujeito obtém satisfação com o próprio sofrimento. Com a segunda teoria pulsional e o advento da pulsão de morte, avança nesse terreno intermediário entre o prazer e a dor que se enlaçam e se confundem. Coube a Jacques Lacan, em sua releitura do texto freudiano, nomear e definir o gozo como um dos conceitos de maior fertilidade para a abordagem das condições de vida contemporâneas. Para uma pesquisa mais ampla das depressões, é importante mencioná-lo, na medida em que as depressões podem ser consideradas, hoje, uma modalidade narcísica de gozo.”

“Na generalidade, pessoas de países menos desenvolvidos são mais simpáticas e hospitaleiras, independentemente da religião. No Ocidente cultivamos o individualismo de uma maneira desenfreada. Regamos todos os dias a planta do nosso ego, e acabamos por achar que somos especiais, incríveis, intocáveis. Achamo-nos tão importantes que acabamos por achar que, por isso mesmo, há muita gente dedicada a lixar-nos a vida. Somos tão importantes que acabamos por nos proteger de uma maneira que prejudica quem precisa de ajuda.”

“na hora de pôr a mesa, éramos cinco: o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs e eu. depois, a minha irmã mais velha casou-se. depois, a minha irmã mais nova casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje, na hora de pôr a mesa, somos cinco, menos a minha irmã mais velha que está na casa dela, menos a minha irmã mais nova que está na casa dela, menos o meu pai, menos a minha mãe viúva. cada um deles é um lugar vazio nesta mesa onde como sozinho. mas irão estar sempre aqui. na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco. enquanto um de nós estiver vivo, seremos sempre cinco”

“Na hum kisi k, na koi hamara, Kon chale saath, kon bane Sahara, Beet Gaya vo waqt, kal jo tha hamara, Reh Gaya bas dard, aur ek zakhm gehra, Aksar yaad aata, uska woh chehra, Kuch bhooli baatein, aur hasna woh hamara, Jate jate aksar, uska woh ruk jana, Aur ye kehna, kaash thaher jaye ye waqt hamara, Jabhi yaad karta hu mein, apna woh waqt sunhera, Saath chali aati hai, uski yaadon ka pehra, Ab aur kya bataun, khul na jaye ye raaz hamara, Varna mazaak udayegi ye duniya, Tuta dil hai bechara, Na hum kisi k, na koi hamara, Kon chale saath, kon bane Sahara”

“Na indústria automóvel, os carros são recolhidos quando é descoberto um erro. Recebe-se uma carta do fabricante a dizer: «Gostaríamos de recolher o seu veículo e substituir os travões». Quando os factos acerca do mundo que nos ensinaram na escola se tornam ultrapassados, também deveríamos receber uma carta: «Desculpe, aquilo que lhe ensinámos já não é verdade. Por favor, envie o seu cérebro para uma atualização».”

“Na jedna pitanja odgovor nećemo nikad dobiti i treba ih ostaviti autentičnim mističarima; na druga nećemo dobiti odgovor jer su površna, leteća, previše znatiželjna i raznovrsna. O njima najbolje govori Sveti Nikodim Agiorit (1748-1809) kad kaže: „Čuvati um od nekorisnog znanja i prazne radoznalosti. Interesovanje za mnogo stvari je često plod gordosti; to su zamke zlog duha koji pokušava da nas saplete radoznalošću...Raspredajući o visokim stvarima, zaboravljaju da čuvaju čistotu srca; gordost uma je gora od gordosti volje.” Ima, srećom, i trećih pitanja na koja jedino i dobijamo odgovor, a to su ona koja nas godinama istinski muče.”

“Na kraju krajeva, nijedan jezik nije naš, ne samo zato što su neki jezici kolonijalni i represivni, već i zato što nam i jezik koji smatramo svojim (ili, još gore, svojim pravom), pa zato „dobrim“, izmiče, što ni u jednom, čak ni „materinjem“, ne možemo reći sve. Zašto? Zato što je i jezik dio tog „svega“. Naš prvi jezik je materinji samo za druge jezike koje možemo naučiti zahvaljujući njemu, zato što ih materinski gostoljubivo u sebe prima i prenosi, dijeli s drugima i prevodi. Pred nama se pak taj „prvi jezik“ povlači kao fantazam. On je pogrešno nazvan materinjim – i često je državni ili nacionalan, a još češće očinski i doživljen kao unitaran, unificirajući i nametan. U svakom je slučaju – nedovoljan, kao i svaki jezik. Tako da u jeziku, makar i „svom“, ostajemo strankinje i stranci, i to je dobro, to je ono što mu daje izražajnu i pokatkad literarnu snagu mada bez garancije. Što mu daje snagu otpora. Staviti se u položaj stranjskosti (étrangeté), začudnosti čak i u prvom jeziku, jedina je pouzdana metoda jezičke i političke autonomije, slobode i nezavisnosti. Ta nam stranjskost ili pomaknutost omogućava da izbjegnemo sakaćenja nametanog, izluđenog i unakaženog jezika. Materinji je jezik rizičan i često destruktivan fantazam. Ali ne jezik kao takav, već iluzija materinje „zaštitne“ čahure koja nas radikalno odvaja od izvanjskosti i drugosti. Još više nego „materinji“, to čini nacionalan jezik koji upućuje na jezičnu „čistotu“ i pretpostavlja prirodno posjedovanje jezika.”

“Na manhã do dia em cuja noite acabou morrendo, vovô Slavko esculpiu uma varinha de condão para mim usando um galho de árvore e disse: tanto no chapéu quanto na varinha existe um poder mágico, se tu usares o chapéu e carregares a varinha, vais te tornar o mais poderoso mágico de capacidades entre os países que não fazem parte do bloco. Poderás revolucionar muitas coisas, na medida em que isso estiver em conformidade com as ideias de Tito e concordar com os estatutos da Aliança dos Comunistas da Iugoslávia. Eu duvidava da magia, mas não duvidava do meu avô. A graça mais valiosa é a inventividade, a maior riqueza é a fantasia. Guarda isso, Aleksandar, disse vovô com seriedade, enquanto botava o chapéu em mim, guarda isso e imagina um mundo mais bonito. Ele me entregou a varinha. Eu não duvidava de mais nada.”

“Na minha cabeça não suicida é sempre possível convencer alguém a viver pelo menos mais umas horas para que possa ter um prazer de uma musse de chocolate com avelã, um vinho forte com gorgonzola, sempre me parece absurdo que alguém não escolha suportar só mais uns instantes a vida em troca de uma panela inteira de brigadeiro quente, um abismo entre mim e os suicidas, mesmo imersa nesse caldeirão denso de preguiças e indiferenças não compreendo o Miguel, nem a Madalena que não estava lá para deixar o cheiro do brigadeiro dominar a casa, ou de repente pães de queijo fresquinhos que escapam do forno e vão até a janela onde o Miguel vacila em desespero e uma pequena vontade de comer pães de queijo já seria alguma vontade e talvez ele concluísse que se ainda existe aquela vontade poderiam voltar a existir outras.”

“Na na, my lad; ponder well, and a warning take. I cared nae mair for wealth, for its own sake, than others; but saw it was the key to all comforts, and to have my own will of them I in a sense coveted; but it was not the covetousness forbidden in the tenth commandment, for I never grudged no man his living. I only longed for the means by which I might conquest such havings. It was that power I sought to gain, by gaining riches - well knowing that with them I would get the potential: so dinna think I was either daft or doited, for I was no miser, but a man who saw gold ruled the world and only sought to make it a friend.”

“Na nieśmiałą uwagę pani Stawskiej: dlaczego nie żyje z familią? — baronowa odpowiedziała: — Z jaką, kochana pani? Ja już nie mam nikogo, a choćbym nawet miała, nie mogłabym przyjmować u siebie ludzi tak chciwych i ordynarnych. Familia zaś mego męża wypiera się mnie, gdyż nie pochodzę ze szlachty; co im zresztą nie przeszkadzało wytumanić ode mnie ze dwieście tysięcy rubli. Dopóki pożyczałam im na wieczne nieoddanie, politykowali ze mną; ale gdy się opatrzyłam, zerwali stosunki i nawet oni to namawiali mego nieszczęśliwego męża, ażeby położył mi areszt na majątku. O, co ja przeżyłam z tymi ludźmi!… — dodała płacząc.”

“Na oltar okrutnog idola boljeg života svakodnevno se prinose životi stotina devojaka i mladića. I - što je još gore - težnja za boljim životom neprestano spušta ionako niske duhovne kriterijume. Bolji život je apsolutno obezvredio patnju i smrt. Odgurnuo ih je na krajnju društvenu marginu. Na smrt se popreko gleda, niko neće da pati, niko o smrti ne misli, niko je ne razmatra, makar kao mogućnost i na kraju dolazimo do toga da više niko ne ume da umre.”

“Na pierwszy ogień idą ręce i nogi. Stosunkowo cienkie i otoczone tlenem są niczym podpałka, łatwo się zapalają i szybko płoną. W temperaturze zaledwie kilkuset stopni skóra szybko czernieje, tłuszcz pod nią zaczyna skwierczeć, a po kilku zaledwie minutach skóra pęka i zaczynają palić się mięśnie. Wtedy też dzieje się coś niezwykłego i przedziwnego. Kończyny zaczynają się poruszać – dłonie zaciskają się w pięści, palce u nóg zginają w dół, ręce podnoszą się do ramion, a nogi rozsuwają lekko i uginają w kolanach. To wynik siły mięśni i właściwości biomechanicznych ludzkiego ciała: zginacze, czyli mięśnie, które zginają ręce i nogi, są silniejsze od prostowników, czyli mięśni prostujących kończyny. Gdy ogień wysusza mięśnie i ścięgna, te kurczą się niczym stek na grillu, a zginacze pokonują prostowniki. W rezultacie ułożenie ciała przypomina pozycję, jaką przyjmuje bokser na ringu, dlatego też nazywamy je „postawą bokserską”. Zjawisko takie jest bardzo typowe – równie typowe dla ofiar pożarów jak fioletowy i spuchnięty język w przypadku wisielców – i zachodzi zawsze, gdy tylko kończyny ofiary mogą się swobodnie wyginać. Ręce związane lub ułożone za plecami nie mogą się zgiąć, więc jeśli znajdziemy spalone ciało z wyprostowanymi rękami, może to oznaczać, że ofiara została w jakiś sposób skrępowana lub unieruchomiona. Inna bardzo dramatyczna zmiana dotyczy głowy. Czaszka jest ściśle zamkniętym naczyniem, wypełnionym w większości płynem i miękką tkanką mózgu. W krótkim czasie cała ta wilgoć osiąga punkt wrzenia i wytwarza wysokie ciśnienie we wnętrzu czaszki: im gorętszy ogień, tym wyższe ciśnienie. Jeśli w czaszce znajduje się jakaś droga ujścia dla tego ciśnienia – na przykład otwór po kuli – kości pozostają nienaruszone. Jeśli jednak brakuje takiej drogi, czaszka może dosłownie eksplodować i rozerwać się na drobne kawałki wielkości monety. Odnalezienie i rekonstrukcja czaszki zniszczonej podczas pożaru to jedno z najbardziej nużących zadań, przed jakimi staje antropolog sądowy.”

“Na pitanje tko čini "grupu investitora" odgovora nije bilo. Na pitanje jesu li već radili neke projekte i koje, odgovorili su da jesu, ali da ne mogu reći koje. Razgovor je tekao u ugodnoj atmosferi: vidjelo se da su očekivali rabijatne tipove, a ne četvorku koja postavlja suvisla pitanja na engleskom. Pri kraju razgovora Treasure je pitao koji je odnos Našeg Hajduka i Torcide, na što mu je odgovoreno da je, slikovito rečeno, Toricida IRA, a Naš Hajduk Sinn Fein. Britanac je na to vidljivo negodovao.”